GRANDES CAGADAS DA HORA DE PASSAR O CARTÃO
13/01/2006
GRANDES CAGADAS DA HORA DE PASSAR O CARTÃO
Hoje em dia, não é todo mundo que sai por aí pagando tudo em dinheiro. Exceto as pessoas que se apegam a valores muito tradicionais, ou tão-somente pretendem fugir de qualquer rastreamento bancário, todo o resto da população utiliza cheques ou cartões magnéticos para pagar qualquer coisa.
As modalidades de cartões são basicamente três: crédito, débito e vale-refeição. Os "cartões de fidelidade" ou "cartões de compras", quando servem para registrar pagamento (e não somente para descontos), têm função análoga à dos cartões de crédito tradicionais.
Pois bem, disso todo mundo já sabe. É a velha encheção de lingüiça que precede toda listinha (aliás, foi constatado que esta parte dos textos é lida por apenas 1 entre 100 leitores).
Apesar dos inegáveis avanços trazidos por tais cartões, ainda são freqüentemente observados diversos infortúnios. Vejam se é mentira:
Delicadeza do Hulk
Não são todos os atendentes do comércio que possuem destreza para lidar com artefatos delicados. Um cartão magnético não é uma taça de cristal, mas também não chega a ser um lingote de aço. Então, não precisa passar oitocentas vezes na maquininha, fazendo uma força dos sete demos. Após umas quatro compras com essa mesma pessoa atendendo, você precisa pedir um novo cartão ao banco.
Visa Electron, o Enigma
Já falei disso por aqui. É triste constatar que o sistema "Visa Electron" ainda é um grande desconhecido de parcela considerável dos comerciários. Na hora de pagar, você diz que vai de Visa Electron. Daí, quase sempre perguntam: débito ou crédito? Haja paciência.
Ah, Era Débito?
Pior do que confundir "Visa" com "Visa Electron" (um lapso perdoável, embora sua contumácia irrite) é quando confundem "débito" com "crédito". Alguns consumidores, como bem sabemos, levam longos instantes antes de decidir entre crédito ou débito. É como aquela turma que sempre se atrapalha com 'esquerda' e 'direita'. Acontece, acontece. Mas dá vontade de sair dando tiro de canhão quando falamos que é débito, mas fazem pelo 'crédito'. E não tem mais como voltar. Dá uma trabalheira do cão, tem que pedir estorno e blábláblá.
Sistemas Precários
Não são todas as lojas ou restaurantes que possuem sistemas eletrônicos razoáveis. Além do maquinário do tempo do onça, ou bem zoado (visores ilegíveis, impressoras com tinta fraca...), há casos de quem conte com somente uma linha telefônica, que sempre está ocupada. Tem sempre algum bagre usando o telefone da empresa na hora das compras.
Horários Difíceis
Dependendo do seu banco, você pode sofrer em alguns horários. Um dos dois bancos nos quais tenho conta é o BB. Curiosamente, lá pela meia noite, nos finais de semana, o sistema fica uma merda. Já deu chabu até em supermercados equipadíssimos. Não tem jeito.
Máquina Distante
Praticamente todos os estabelecimentos já contam com aquelas maquininhas móveis. Nas lojas, isso quase nunca é tão necessário, pois você paga no caixa mesmo e não tem erro. Mas, nos restaurantes, às vezes irrita ter que visitar 'a nossa cozinha' só para digitar a senha.
O Bagre Propriamente Dito
Por fim, a figura clássica do cabeça-de-bagre. Ele passa o cartão como se estivesse amolando um cutelo, depois digita tudo errado, aí não sabe qual sistema usar, não repara que a linha está ocupada, enfim, tudo é possível. E nossa paciência agradece pela oportunidade de fazer treino pesado.
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transubstanciado por gravata às 13.01.06 | 4 comentários
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(Gravz: Ok, ok... Sem problemas com a padaria chique da moda rs)
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