TAXISTA MALANDRÓVSKI

28/03/2004

TAXISTA MALANDRÓVSKI

Sempre tive cisma com taxistas, e isso já me fez levar uma bronca de um camarada lá em Curitiba.


Mas dessa vez, embora também tenha sido "sacaneado" por ele, acabei virando fã do dito cujo. Complexo de Estocolmo? Não. Admiração mesmo.


Vejam só.


Uma mina que chupou malandrops negociou uma corrida do hotel (Hotel da Bahia) até o Shopping Barra, o valor seria dividido em cinco pessoas. Dez mangos, dois para cada um (sou bom em matemática, né?).


Partimos. Em menos de dois minutos lá estávamos. Comecei a dar risada, e o taxista, um negrão velho muuuuuuuuito gente boa, só me olhou com aquela cara de quem desceu um jogo invencível na mesa.


A corrida, chutando alto, sairia por cinco mangos. Ele faturou dez.


O mais engraçado é que a 'malandrinha', de Foz do Iguaçu, ainda achou que fez bom negócio, já que se fosse sozinha gastaria os tais cinco mangos - e assim, mesmo supostamente lesada, pagou dois, já que dividiu.


Virei fã do taxista, pois as lesadas ainda acham que levaram vantagem, e o lesado(eu) fica admirado de seu golpe.


ps - meus agradecimentos ao teclado desse cyber, que tem aquele estilo antigo. sou obrigado a chamar a S.H.I.E.L.D. para colocar o 'til', e o Corpo de Bombeiros para colocar aspas. Valeu.


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