DA SÉRIE: DIÁLOGOS SURREAIS DO TRABALHO
27/11/2003
DA SÉRIE: DIÁLOGOS SURREAIS DO TRABALHO
- Ganhei o CD "Lisbela e o Prisioneiro" - diz Soneca, meu estagiário.
- Agoooooooooooooooooooooraaaaaaaaaaaa que faço eu da vida sem vocêêêêêêêê - canto eu, sempre sério como todo advogado.
- É muito bom... Tem uma parceria da Elza Soares...
- Com quem? - pergunto.
- Com aquele cantor... O Fágner Montes.
- Quem?
- Fágner Montes...
- Quáquáquáquáquá!!!!!
- Que foi, doutor(*)? Não é esse o nome dele?
- É sim... Ele cantava "Só Deixo Meu Cariri Na Última Perna-de-Pau de Arara"!
- Qual é o nome dele? Não é esse?
- Não, soneca! É Fágner. Só Fágner. Ou, sei lá, Raimundo Fágner. O "Montes" era Wágner. O perneta, cacete. Que entrava mancando no Show de Calouros. Wágner montes lá-lá-lá-lá-lá...
- É mesmo...
(*) - É uma bosta ser chamado de "doutor". Acho ridículo. Não aceito e faço o possível para cortar essa porra. Mas não tem jeito. Outros advogados FAZEM QUESTÃO. Uns babacas. Aí os estagiários criam o péssimo hábito de se dirigir a um advogado com esse tratamento.
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transubstanciado por gravata às 27.11.03 | Alguém?
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