MELHOR FILME: CRITÉRIO EMOCIONAL
14/10/2003
MELHOR FILME: CRITÉRIO EMOCIONAL
Li ontem, no livro mais recente do Luis Fernando Verissimo, uma crônica sobre o filme favorito. Lá pelas tantas (precisamente, ao final do texto), ele confessa que seu favorito foi aquele que marcou a infância. Aquele do qual lembra mais apaixonadamente.
Comigo é a mesma coisa.
Por mais que eu discorra sobre roteiros e direções, sobre atrizes e atores, sobre fotografias e diálogos, sempre terei como favorito o filme que mais marcou minha infância: Superman.
Ridículo, não? Quer dizer... Ridículo nada. É o filme do Superman, caralho! Do primeiro ao terceiro (segundo e terceiro vi no cinema). Quando as locadoras ainda se chamavam "videoclubes", sempre alugava algum do Super.
Era o máximo. Por algum tempo, na minha infância, guardei comigo o segredo de que eu era o Superman. Um segredo tão bem guardado que nem mesmo cheguei a me transformar. Haja discrição.
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transubstanciado por gravata às 14.10.03 | Alguém?
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