GRANDES MUSAS DA PLAYBOY DA MINHA ADOLESCÊNCIA
21/07/2003
GRANDES MUSAS DA PLAYBOY DA MINHA ADOLESCÊNCIA
Hoje em dia, com a Internet, ficou fácil ver mulher pelada. Os onanistinhas da atualidade têm em mãos um instrumento (não falo da bituquinha) poderoso. Por mais que haja essa diluição da informação, o mesmo valendo para o mulherio desnudo, alguns nomes se consolidam.
Aria Giovanni, Tera Patrick, entre outras, destacam-se nesse mundaréu de garotas espevitadas. Muito bom. Também as aprovo.
Mas, afinal, como eram as coisas nos idos da década de 80, indo para a de 90? Tínhamos as revistinhas pornôs, com sexo explícito e tudo mais. Tinha a Ele&Ela, com as mulheres menos famosas e, claro, a Playboy.
Vejamos agora, direto do túnel do tempo, num pergaminho de páginas grudadas, algumas(*) das musas da minha época:
Ana Lima
A revista da Ana Lima era disputada. Denera também gostava da dita cuja. A foto mais clássica é aquela em que a danada está com a água na altura da bunda. E que bunda, né? Putaqueopariu! Para ajudar, a moça é dona de olhos azuis maravilhosos, uma pele morena impecável, e tudo perfeitinho. Fantástica.
Vanusa Spindler
A primeira revista da danada é aquela em que aparece vestida de "Miss Grand Prix": um macacão, aberto pelo fartíssimo seio. Depois, foi escolhida para representar o Brasil em alguma competição dessas que a Playboy promove para o Hefner ficar babando.
Isadora Ribeiro
Talvez tenha sido minha musa máxima punhetística. Principalmente naquela edição comemorativa, na qual tinha um superpôster. Havia uma série de comentários de gente da Globo, elogiando sua beleza. Lembro de um, o mais babaca (e que, quando lia, broxava na hora): "Telúrica!". Sei lá quem foi o panaca que escreveu isso, mas é claro que não gosta de mulher.
Andréa Guerra
Lá pelas tantas, a Playboy promoveu uma eleição para a "mulher ideal". Primeiro, fizeram uma enquete com tantos tipos de cada parte do corpo. Olhos azuis, verdes etc etc. Bunda grande, pequena etc etc. A "escolhida" foi Andréa Guerra. Chegaram à conclusão de que ela tinha todos esses elementos. Pura bichice. Ela era boa pra caceta, isso sim!
Andréa Cardoso
E então resolveram lançar "a nova garota do fantástico". Por que "a nova"? Ora! Porque até então esse título, "a nível de playboy" era da Isadora Ribeiro. Quando vi quem era a sucessora, fiquei tranqüilo: Andréa Cardoso, gatona paranaense com pinta de carioca.
AS ANTIMUSAS DA PLAYBOY
Não são somente as mulheres bonitas que têm vez na revista Playboy. Mostrando um senso de democracia proporcional à falta de tino comercial, a revista já estampou grandes dragões em suas capas. Vejamos algumas dessas musas draconianas:
Hortência
Reza a lenda que o ensaio fotográfico por pouco não teve um patrocínio da Cimenticola Quartzolit. Até então "Rainha do Basquete", a dita cuja passou a figurar em reinos pouco louváveis. Edição emblemática. Se não me engano, é de 1987, e até hoje serve como base da má-qualidade da revista.
Sueli dos Santos
A arremessadora de dardo. Alguém se lembra dessa? Tinha cara do zagueiro Marcelo, que na época jogava no Corinthians. O cabelo era no estilo "João Mineiro e Marciano". Sem comentários. Legal que ela posou com um dardo na capa. Parece piada, né? Sem nenhum vestígio de noção.
Karmita Medeiros
Baranga braba da alta sociedade. Deve ter sido um bafafá na tal "alta roda", mas no baixo clero dos adolescentes o comentário era um só: que mulher feia! Feia mesmo, moçada. Não é uma barangaça, mas para os padrões da Playboy é digna de pedir reembolso de valor parcial da assinatura.
Rosenery Mello
Brasil e Chile. Eliminatórias para a Copa da Itália. 1989. Estádio do Morumbi Maracanã. Um sinalizador da marinha atinge o goleiro Rojas. Descobre-se que o goleiro se feriu para ferrar com o Brasil. Localizam a autora do "disparo". A danada recebe uma multa louca. A Playboy disse que pagaria, mas a moça teria que posar nua. O enredo é bom, mas ela era baranga pra caralho. E, acreditem, a história é verídica.
Ida do Vôlei
Essa foi foda, e também mais recente. Coloquei porque não dá para passar impune. Já nem era adolescente. Que dureza, né? Mas nem os "magos" da revista conseguiram dar jeito naquele canhão. Se é para apelar, deveriam ter colocado a Márcia Fu.
(*) Algumas, entenderam? È claro que não são todas. Fiz um "Top Five". Senão, meus amigos, a relação ia para duas casas de milhar. Afinal, somos um tanto volúveis no que tange às paixões onanísticas da adolescência.
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transubstanciado por gravata às 21.07.03 | Alguém?
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