Quarta, Março 10
[corey haim]



De vez em quando a gente se depara com a idade. Eu tomei um baque quando Molly Ringwald e Matthew Broderick - e depois Jon Cryer, Judd Nelson, Ally Sheedy e Anthony Michael Hall - apareceram na festa do Oscar deste ano. Eles eram "a juventude" na minha época. Vi e revi dezenas de vezes os filmes que fizeram nas sessões da tarde da vida. Nunca foram meus ídolos (talvez o Matthew como Ferris Bueller - quem conseguiu escapar dele, né?), mas eram como colegas de classe.
Com o Corey Haim era mais ou menos assim. Ele fez um punhado de filmes reprisados a mesmo nas minhas tardes infanto-juvenis. Fez Admiradora Secreta, Sem Licença para Dirigir e Um Sonho Diferente. Todos passavam na Globo. A Hora do Lobisomem, título do VHS, passava como Bala de Prata no Cinema em Casa do SBT.
Os melhores deles talvez sejam os menos famosos, A Inocência do Primeiro Amor, estreia na Winona Ryder no cinema, e O Romance de Murphy, onde Corey dividiu a cena com Sally Field e James Garner.
Mas não é por isso que ele será lembrado. Para quem foi criança ou adolescente na década de 80, Corey vai ficar na memória por enfrentar o vampiro Jack Bauer - ops, Kiefer Sutherland - no delicioso clássico da cultura pop, Os Garotos Perdidos. Mas sempre na companhia do melhor amigo, por coincidencia um outro Corey, o Feldman. Enfia a estaca neles, Corey.
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Comentários
Revi recentemente e apresentei a meu filho meus clássicos particulares "A Hora do Lobisomem" e "Garotos Perdidos".
O menino tinha carisma...
Tb gosto do filme, mas prefiro "A Inocência do Primeiro Amor".
Vá em paz, Corey.
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péssimo 







