Sexta, Fevereiro 19
[educação]



Passei metade da sessão de Educação, que chegou a passar no Festival do Rio legendado como Sedução, pensando no porquê deste filme ganhar tantos admiradores a ponto de ser indicado ao Oscar. Bem, o roteiro de Nick Hornby, que desta vez adapta um texto alheio e não recorre a multi-referenciação, é bastante correto, sobretudo na caracterização da protagonista e extremamente simpático, mas não tem nada de notável.
Carey Mulligan, a jovem atriz principal, é um poço de energia e tem momentos encantadores como a adolescente que começa a namorar um homem mais velho e descobre um novo mundo. Mas não passa muito disso. Peter Sarsgaard reaparece com uma interpretação que devia há tempos. Merecia muito mais uma indicação ao Oscar do que Matt Damon, por exemplo. Mas a dupla de protagonistas também não transforma este filme numa obra especial. A melhor interpretação do do filme, a de Rosamund Pike, sequer fez barulho.
Então, só pude chegar à conclusão que a diretora Lone Scherfig, em sua primeira incursão em língua inglesa, deu o tom da identificação a seu novo filme. E realmente é muito fácil se encantar com a história e se envolver com os personagens. Tudo é muito bonitinho. E aquele comecinho dos anos 60 é irresistível. Mas passa.
Educação 


An Education, Lone Scherfig, 2009
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Comentários
O meu humilde texto entra amanha lá no meu barraco rsrs
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péssimo 







