Terça, Fevereiro 26
[alain robbes-grillet e o jornalismo crítico]
"O autor escreveu romances chatíssimos como Le Voyeur e filmes arrastados como O Ano Passado em Marienbad".
Gente, muito engraçado! E continua: "no Brasil, autores como Chico Buarque souberam imitá-lo com total sucesso".
Hehehe, essa foi genial, temos que admitir.
Estas aspas são da página Datas, da última edição de um jornal laboratório de alunos do primeiro ano do curso de jornalismo - peraí, chegou a informação de que talvez seria um curso de primeiros-socorros na selva... não, não confirmou - chamado Veja.
O trecho fala da morte de Alain Robbe-Grillet, criador do nouveau roman. Seria uma tentativa de revolucionar o obituário?
E tem gente que nem é dos maiores fãs de Grillet ou Marienbad, que achou desrespeitoso e não gostou. Eu achei coerente com a capa da publicação, imparcial, sobre Fidel Castro.
Este povo não entende o jornalismo crítico, gente!
Jornalismo que opina e ainda mostra as repercussões do fato, como na citação super contextualizada do Chico Buarque.
Fico chateado quando vejo que ainda tenho muito a aprender.
(Não, Diogo Mainardi, eu disse não!)
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Comentários
Sério não seria a palavra certa, Filipe.
Até agora estou querendo saber se vc acha Marienbad e Budapeste obras ruins.
Ajuda eu dizer que a idéia foi ser irônico?
Não existe fundo do poço para a Veja.
http://veja.abril.com.br/270208/datas.shtml
Gente, é de verdade.
Mas a capa da edição é antológica. Fazia muito tempo que não ria tanto com a imprensa.
Nunca vi nenhum filme de Robbe-Grillet. Agora vou fazer questão de procurar.
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péssimo 







