Sábado, Fevereiro 16
[osso duro de roer]
Tropa de Elite ganhou o Urso de Ouro em Berlim.
Finalmente alguém entendeu e premiou os ideais do facismo!
Duvido que os boatos de que alguém entrou armado na sala do júri sejam verdade.
Meu texto original sobre o filme está aqui.
posted by Chico Fireman at 22:44:52 | 25 comentários
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tropa de elite
Capitão Nascimento a Fidel: "Pede pra sair!"
Please Say Something: genial animação!!
Comentários
Pedro · http://desinencial.blogspot.com
Achei o prêmio merecido e não merecido ao mesmo tempo. Sangue Negro, na minha opinião, é melhor do que Tropa de Elite. Mas, como Sangue Negro já ganhou dezenas de prêmios e concorre fortemente ao Oscar, achei uma saída bastante diplomática premiar um outro filme. Não que Tropa de Elite não mereça o prêmio, mas não era o melhor da competição.
17.02.08 @ 11:10
Diego
Isso já tá bem patético, Chico. Menos, menos.
17.02.08 @ 16:52
Marlos Ápyus · http://www.apyus.com
Deixa eu ver se entendi... Então quando Pulp Fiction ganhou a Palma de Ouro, quando o Podero Chefão levou seus Oscars, e quanto Martin Scorcese finalmente venceu por Infiltrados, na verdade se premiou os ideais do crime organizado. É isso?
17.02.08 @ 19:52
Daniel Brazil · http://www.danbrazil.wordpress.com
Chico, certamente o filme é fascista, Rambo subindo o morro. Mas o que isso tem a ver com qualidade? Não entendo porque gente que gostou daquilo tenta tapar o sol com a peneira. Moralmente é condenável, mas tecnicamente é bem dirigido.
Aqueles filmes nazistas da Leni Riefenstahl são lindos, uai! E Griffith é gênio, vou fazer o que? Negar que é racista?
O Costa-Gravas, homem de esquerda, entregou o prêmio com elegância, por ser presidente do júri (talvez não tenha sido seu preferido).
É isso, e parabéns pelo blog!
Aqueles filmes nazistas da Leni Riefenstahl são lindos, uai! E Griffith é gênio, vou fazer o que? Negar que é racista?
O Costa-Gravas, homem de esquerda, entregou o prêmio com elegância, por ser presidente do júri (talvez não tenha sido seu preferido).
É isso, e parabéns pelo blog!
17.02.08 @ 20:24
Hummm... o que devo fazer? Me submeter ao comando do Capitão Nascimento? Hummm... não. Não gostou? Pede pra sair.
Marlos, os filmes que vc citou são filmes bons. Não são obrazinhas maniqueístas. Faça comparações, mas justas, ok?
Daniel, gostei de vc.
17.02.08 @ 21:41
Marlos Ápyus · http://www.apyus.com
Cara... Já conversei pessoalmente com ao menos quatro policiais acerca deste filme (dois que fazem faculdade comigo, outros dois por conta de amigos em comum) e todos eles me confidenciaram que tudo que é mostrado em cena está em perfeita harmonia com tudo o que eles vivem e tudo o que eles acreditam. Um deles, inclusive, contou-me que assistiu ao vídeo por intermédio de uma das cópias piratas dentro de um batalhão que vibrava a cada cena mais forte mostrada em tela.
Não defendo aqui o valores apresentados, mas a intenção de se mostrar uma realidade por determinado ponto de vista. Assim como defenderia uma filme que contasse a vida inteira de Hitler com narrações em off do próprio filho do satanás (abro parêntese para deixar claro que odeio a dita figura tanto quanto vocês, ok?).
Acredito que "Carandiru" foi a pior adaptação que já vi no cinema, mas acho interessante que ressaltaram algo que o livro já grifava: que havia três versões daquela mesma história, e aquela condizia apenas com a contada pelos bandidos. Como era de se esperar, o roteiro tentava a todo tempo nos fazer cair em paixão pelos mesmos. Para mim parece óbvio que Tropa nada mais faz que contar a mesma história sob a ótica policial, ótica esta sempre ignorada por nossa sociedade. Se na cabeça dos policiais eles são mocinhos e os bandidos são... bandidos... não entendo como você pode chamar o filme de maniqueísta se o mesmo cumpre bem seu papel de nos transmitir esta visão. Se alguém é maniqueísta, esse alguém talvez seja a classe policial retratada.
Você diz que minhas comparações foram injustas (não acho), mas só as fiz justamente por achar injustos seus argumentos. Se "ideais tortos" fossem motivos para a gente deixar de gostar de algum filme, uma boa parcela de tudo de mais maravilhoso que o cinema já nos proporcionou deveria ser jogado no lixo. E tenho certeza que este rigor ideológico que você aplica a Tropa você não aplica a outra produções das quais as idéias devem rimar melhor com seus próprios ideais.
Quanto ao "obrazinha", aí é opinião sua e de fato respeito. Contudo, a própria repercussão que o filme está gerando faz com que sua opinião não faça parte do que se entende por "senso comum". Não que ela perca crédito com isso. Só não acho justo considerá-la uma verdade absoluta, como a maneira que você a colocou me fez crer que assim você pensa.
Não defendo aqui o valores apresentados, mas a intenção de se mostrar uma realidade por determinado ponto de vista. Assim como defenderia uma filme que contasse a vida inteira de Hitler com narrações em off do próprio filho do satanás (abro parêntese para deixar claro que odeio a dita figura tanto quanto vocês, ok?).
Acredito que "Carandiru" foi a pior adaptação que já vi no cinema, mas acho interessante que ressaltaram algo que o livro já grifava: que havia três versões daquela mesma história, e aquela condizia apenas com a contada pelos bandidos. Como era de se esperar, o roteiro tentava a todo tempo nos fazer cair em paixão pelos mesmos. Para mim parece óbvio que Tropa nada mais faz que contar a mesma história sob a ótica policial, ótica esta sempre ignorada por nossa sociedade. Se na cabeça dos policiais eles são mocinhos e os bandidos são... bandidos... não entendo como você pode chamar o filme de maniqueísta se o mesmo cumpre bem seu papel de nos transmitir esta visão. Se alguém é maniqueísta, esse alguém talvez seja a classe policial retratada.
Você diz que minhas comparações foram injustas (não acho), mas só as fiz justamente por achar injustos seus argumentos. Se "ideais tortos" fossem motivos para a gente deixar de gostar de algum filme, uma boa parcela de tudo de mais maravilhoso que o cinema já nos proporcionou deveria ser jogado no lixo. E tenho certeza que este rigor ideológico que você aplica a Tropa você não aplica a outra produções das quais as idéias devem rimar melhor com seus próprios ideais.
Quanto ao "obrazinha", aí é opinião sua e de fato respeito. Contudo, a própria repercussão que o filme está gerando faz com que sua opinião não faça parte do que se entende por "senso comum". Não que ela perca crédito com isso. Só não acho justo considerá-la uma verdade absoluta, como a maneira que você a colocou me fez crer que assim você pensa.
17.02.08 @ 23:46
Marlos, posso ser bem sincero? Eu não me importo com Tropa de Elite. Ele nem é um filme ruim. Meu problema é com o tipo de cinema que ele representa. O cinema que se vende pela polêmica e suposta denúncia, como Crash, Babel e coisas afins. Acho feio uma obra ter que beber nisso para se vender para o público. Acho perigoso, mesmo sem defender pontos de vista, associar assassinatos à prática de justiça. O brasileiro vive num país completamente injusto com sua população. É muito fácil fazer leituras equivocadas porque não se tem a capacidade de ser imparcial perante as coisas. Meu texto original sobre o filme: http://www.interney.net/blogs/filmesdochico/2007/10/09/tropa_de_elite_1/
18.02.08 @ 00:25
Roger
Gostei muito do "Tropa", mas não tem como negar que ele acaba reduzindo a figura do traficante e da classe média de maneira muito simplista.
De acordo com o que é mostrado, todos na favela têm relação com o tráfico e todo mundo da classe média é alienado e não quer saber de nada além de maconha e pó.
Não achei o filme fascista, longe disso. Acho que, como o Padilha disse, não é necessário colocar um comentário em off dizendo que a tortura é ruim quando alguém enfia o saco na cabeça de uma pessoa e enche ela de porrada; isso era pra ser repudiado por princípio. Acontece que a grande maioria não percebeu isso e adotou o Nascimento como herói. Daí você ouve em todo lugar "Pede pra sair", "Seu fanfarrão", "Bota na conta do Papa", etc, etc... Mas ninguém parou pra pensar no filme.
De acordo com o que é mostrado, todos na favela têm relação com o tráfico e todo mundo da classe média é alienado e não quer saber de nada além de maconha e pó.
Não achei o filme fascista, longe disso. Acho que, como o Padilha disse, não é necessário colocar um comentário em off dizendo que a tortura é ruim quando alguém enfia o saco na cabeça de uma pessoa e enche ela de porrada; isso era pra ser repudiado por princípio. Acontece que a grande maioria não percebeu isso e adotou o Nascimento como herói. Daí você ouve em todo lugar "Pede pra sair", "Seu fanfarrão", "Bota na conta do Papa", etc, etc... Mas ninguém parou pra pensar no filme.
18.02.08 @ 00:30
Diego, o Mala
Forçou totalmente a barra na comparação com Crash e Babel.
Polêmica pode ser almejada, mas não é o filme sozinho que vai alcançá-la. Se existe polêmica, é porque alguém a repercute. Você é um dos responsáveis por isso. Dá corda para ela postando, com certo rancor, sobre a vitória do filme em Berlim! Não se exclua.
E ainda quero entender como é que o filme pode associar assassinatos à "justiça" se os policiais que praticam esses crimes - Nascimento, Matias - se encontram visivelmente perturbados. Como é que alguém pode admirar o Nascimento, que só consegue viver porque se entope de remédios? E a trajetória do Matias não me parece retratada no filme de maneira positiva. O que eles conseguem com aquilo? Vingança pessoal e só.
Quer ver o filme como fascista? Então reclame da mesma coisa em dezenas de outras produções adoradas - a começar por O Poderoso Chefão, como foi citado aí. Afinal, tá pra nascer filme que trate bandidos perigosos com mais carinho do que esse.
Ou isso ou peça para o Padilha fazer um disclaimer da próxima vez: "Atenção! O filme que você vai ver agora tem um narrador/protagonista fascista. Mas eu sou um pai de família bonzinho e não concordo com o que ele faz. Repare como a vida dele não melhora em nada com o banho de sangue mostrado" ou algo assim.
Polêmica pode ser almejada, mas não é o filme sozinho que vai alcançá-la. Se existe polêmica, é porque alguém a repercute. Você é um dos responsáveis por isso. Dá corda para ela postando, com certo rancor, sobre a vitória do filme em Berlim! Não se exclua.
E ainda quero entender como é que o filme pode associar assassinatos à "justiça" se os policiais que praticam esses crimes - Nascimento, Matias - se encontram visivelmente perturbados. Como é que alguém pode admirar o Nascimento, que só consegue viver porque se entope de remédios? E a trajetória do Matias não me parece retratada no filme de maneira positiva. O que eles conseguem com aquilo? Vingança pessoal e só.
Quer ver o filme como fascista? Então reclame da mesma coisa em dezenas de outras produções adoradas - a começar por O Poderoso Chefão, como foi citado aí. Afinal, tá pra nascer filme que trate bandidos perigosos com mais carinho do que esse.
Ou isso ou peça para o Padilha fazer um disclaimer da próxima vez: "Atenção! O filme que você vai ver agora tem um narrador/protagonista fascista. Mas eu sou um pai de família bonzinho e não concordo com o que ele faz. Repare como a vida dele não melhora em nada com o banho de sangue mostrado" ou algo assim.
18.02.08 @ 01:49
Diego, o Mala
Não podemos nos esquecer de Pulp Fiction, aquele filmeco que transformou assassinos cruéis em ícones da moda e da cultura pop!
18.02.08 @ 01:51
Tiago · http://superoito.wordpress.com
Concordo com o Diego. A crítica americana foi bem rasa nessa comparação com "Rambo". É o típico caso do crítico que se coloca acima do filme (muito fácil de acontecer, no caso, quando trata-se de um filme brasileiro etc). Eu queria ver se eles falariam a mesma coisa de "O gângster", que tem no personagem do Crowe praticamente um irmão do capitão Nascimento. E, no mais, é no mínimo divertido ver o Tropa (um filme "de direita", dizem) consagrado por um cineasta "de esquerda" como Costa Gavras. Tá na hora de rever conceitos, acho.
18.02.08 @ 07:23
Chico Fireman · http://www.interney.net/blogs/filmesdochico
O Bope me cerca. Eu me rendo; não posso com eles.
Mas, na verdade, por que é isso tudo mesmo?
18.02.08 @ 08:35
Diego, o Mala
Ué, você deu pano pra discussão. Não é pra discutir?
18.02.08 @ 10:43
Diego, o Mala
Costa-Gavras sobre a decisão do júri, ao Estadão:
"Havia pessoas contrárias a Tropa de Elite no júri, mas nada que não se pudesse resolver pelo diálogo. Conversamos muito e, no final, o senso comum prevaleceu. É um filme muito forte, muito importante. Ajuda-nos a compreender a sociedade brasileira, e não apenas esta. Corrupção e violência são pragas que avançam em todo mundo. Com as especificidades de cada lugar",
"Havia pessoas contrárias a Tropa de Elite no júri, mas nada que não se pudesse resolver pelo diálogo. Conversamos muito e, no final, o senso comum prevaleceu. É um filme muito forte, muito importante. Ajuda-nos a compreender a sociedade brasileira, e não apenas esta. Corrupção e violência são pragas que avançam em todo mundo. Com as especificidades de cada lugar",
18.02.08 @ 12:14
Daniel Brazil · http://www.danbrazil.wordpress.br
É um equívoco comparar Tropa de Elite com filmes de gângsters ou faroestes. O Poderoso Chefão não fala de políticas de Estado, de violência institucional. É a isso que costumeiramente chamamos de fascismo, graças ao pouco saudoso Mussolini e seus "camisas negras". O Tropa arriscou entrar por este caminho, de uma forma que parece endossar uma política de segurança altamente discutível.
Diminuiu a violência no Rio, depois da criação do Bope? Ou ele só sacia o "desejo de vingança" bronsoniano de boa parte das pessoas?
Diminuiu a violência no Rio, depois da criação do Bope? Ou ele só sacia o "desejo de vingança" bronsoniano de boa parte das pessoas?
18.02.08 @ 15:41
Diego
Mas isso não faz parte da discussão que o filme levanta? Linhas borradas entre bandidos e policiais, Estado e crime? Não é exatamente o que acontece no país?
18.02.08 @ 21:14
Pra mim o filme não lança discussão alguma. Para mim ele "se faz" apenas registrando o negócio. E como não toma posicionamento literalmente, ele termina parecendo defender o que, supostamente, está apenas registrando. E como temos um protagonista em primeira pessoa, isso é catapultado. E como o brasileiro médio, sem instrução, acha que matar é algo super justificável, ele compra o discurso. Então, "Tropa de Elite" é nocivo, sim.
18.02.08 @ 22:10
Diego, o Mala
O problema é do brasileiro médio, não do filme. A ordem, então, é nivelar por baixo?
Clube da Luta fez o louco sair atirando no shopping?
Pulp Fiction faz gente sair por aí matando?
Quando é exibido na TV, o Resgate do Soldado Ryan faz aumentar o número de voluntários do exército?
Trainspotting fez um monte de gente começar a usar heroína?
É, Padilha. Disclaimer da próxima vez!
Clube da Luta fez o louco sair atirando no shopping?
Pulp Fiction faz gente sair por aí matando?
Quando é exibido na TV, o Resgate do Soldado Ryan faz aumentar o número de voluntários do exército?
Trainspotting fez um monte de gente começar a usar heroína?
É, Padilha. Disclaimer da próxima vez!
18.02.08 @ 23:14
Nenhum dos filmes que vc citou teve a intenção que o próprio Padilha diz que teve: mostrar como o sistema corrompe a todos. Já está faltando argumento.
18.02.08 @ 23:58
Tiago · http://superoito.wordpress.com
Mostrar como o sistema corrompe a todos é o olhar pessimista do Padilha em relação ao Brasil. Isso é uma coisa.
A outra é acusar o filme de se nocivo, etc. Ainda acho que vc menospreza o público, como se ele fosse babaca o suficiente para não poder ser submetido a discursos mais ou menos complexos sobre qualquer coisa. Alguém precisa "proteger" o público dos supostos males do cinema? Acho que não.
A outra é acusar o filme de se nocivo, etc. Ainda acho que vc menospreza o público, como se ele fosse babaca o suficiente para não poder ser submetido a discursos mais ou menos complexos sobre qualquer coisa. Alguém precisa "proteger" o público dos supostos males do cinema? Acho que não.
19.02.08 @ 07:25
Daniel Brazil · http://www.danbrazil.wordpress.br
Lembram dos filmes e reportagens encomendados pelo governo Bush para justificar o bombardeio ao Iraque? Ocultavam a morte de mulheres e crianças ("danos colaterais inevitáveis") e mostravam só os "bandidos" sendo mortos. Qualquer pessoa minimamente dotada de senso crítico via a manipulação, mas serviu para que milhões de americanos (os Simpsons?) votasse novamente em Bush Jr.
O que é o estilo "Tropa de Elite" de mostrar a realidade, senão ocultar as mulheres e crianças baleadas pelos Rambos brasileiros do Bope?
O que é o estilo "Tropa de Elite" de mostrar a realidade, senão ocultar as mulheres e crianças baleadas pelos Rambos brasileiros do Bope?
19.02.08 @ 10:23
Diego, o Mala
Pra quê argumentos numa discussão que já parte do pressuposto de que é preciso nivelar as coisas por baixo?
19.02.08 @ 22:55
Marlos Ápyus · http://www.apyus.com
Olá Chico, demorei a voltar por aqui e nem sei se tem mais alguma valia minhas palavras neste momento. Mas finalmente entendi melhor seu ponto de vista com sua resposta. Acompanho suas resenhas desde Crash e Babel, e sei que posso acrescentar neste caldo Closer que os precede, talvez até os documentários do Michael Moore, e, mesmo não rimando com meus sentimentos, sua crítica ao filme (ou a estes filmes) passou a me fazer mais sentido depois de sua resposta lá em cima.
Em meus anos de faculdade de jornalismo vi bastante essa discussão sobre se a mídia mexe ou não com a opinião público. Metade da academia defendia que a Globo decidia em quem o povo iria votar, outra metade defendia que o povo só votava naqueles com os quais concordassem. Eu sou mais desse segundo time, mais por fé do que por ter obtido resultados científicos de alguma experiência laboratorial, admito.
Mais filmes "denuncistas" como estes ainda vão surgir. Provavelmente você não irá curtir, provavelmente eu irei. Mas na paz, respeito bastante sua opinião. E viva a liberdade de expressão.
Grande abraço.
Em meus anos de faculdade de jornalismo vi bastante essa discussão sobre se a mídia mexe ou não com a opinião público. Metade da academia defendia que a Globo decidia em quem o povo iria votar, outra metade defendia que o povo só votava naqueles com os quais concordassem. Eu sou mais desse segundo time, mais por fé do que por ter obtido resultados científicos de alguma experiência laboratorial, admito.
Mais filmes "denuncistas" como estes ainda vão surgir. Provavelmente você não irá curtir, provavelmente eu irei. Mas na paz, respeito bastante sua opinião. E viva a liberdade de expressão.
Grande abraço.
26.02.08 @ 21:31
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