Quarta, Novembro 28
[piaf - um hino ao amor]

Observação rápida: se era para fazer um filme norte-americano, por que Olivier Dahan não ofereceu o projeto a Hollywood? A única coisa realmente notável neste filme, que reproduz todos os cacos das biografias musicais que assolam as telas nos únicos anos, é a interpretação de Marion Cotillard, realmente espantosa. De resto, são lugares comuns e um filme sobre uma cantora que se foca em cenas, mas se esquece da música.
Piaf - um Hino ao Amor 

direção: Olivier Dahan.
La Môme, 2007.
Com Marion Cotillard, Sylvie Testud, Pascal Greggory, Emmanuelle Seigner, Jean-Paul Rouve, Gérard Depardieu, Clotilde Courau .
Para o Alfred: atriz.
posted by Chico Fireman at 16:20:30 | 5 comentários
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Comentários
Chico,
permita-me discordar. Mas gostei de "Piaf". E a dor e a música permeiam a grande maioria das cenas do filme, costurando a não-linearidade e as elipses do roteiro de uma maneira (se não nova, é verdade) no mínimo envolvente. Desnecessário reafirmar a "possessão" de Marion Cotillard: ela é a própria Edith!
Abração
permita-me discordar. Mas gostei de "Piaf". E a dor e a música permeiam a grande maioria das cenas do filme, costurando a não-linearidade e as elipses do roteiro de uma maneira (se não nova, é verdade) no mínimo envolvente. Desnecessário reafirmar a "possessão" de Marion Cotillard: ela é a própria Edith!
Abração
29.11.07 @ 19:06
Ah, e a cena em que ela ouve "Non, je ne regrette rein" é emoção na veia. Apropriadíssima!
29.11.07 @ 19:08
Alexandre Inagaki · http://pensarenlouquece.com
Concordo que o filme deixa a desejar. Mas ele se salva graças a uma atuação assombrosa de Marion Cotillard. E há pelo menos duas seqüências dignas de indicação ao Alfred: o plano-seqüência que, muito coerentemente com a proposta do filme, segue religiosamente a personagem de Piaf no momento em que ela sofre uma grande perda a ser exorcizada no palco, e o final catártico ao som de "Non, Je Ne Regrette Rein", que me fez compreender perfeitamente porque o Luiz Carlos Merten saiu em prantos de sessão (e eu também).
29.11.07 @ 21:08
O plano que vc citou realmente é muito bom, Ina, meu preferido. E eu esperei o filme todo pra ouvir "Non, Je Ne Regrette Rien", Demas, mas mesmo assim o filme fica, a meu ver, no mesmo patamar de "Ray" e "Johnny & June". Achei muito pouco.
29.11.07 @ 22:24
Marie · http://jesuismarie.blogspot.com
Esse eu achei: estupendo!
Hahahahahahahaha.. Nunca vi duas pessoas mais divergentes do que a gente!
Beijo!
Hahahahahahahaha.. Nunca vi duas pessoas mais divergentes do que a gente!
Beijo!
30.11.07 @ 22:02
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