Categoria: Amizade
PROGRAMA DE MACHO É COISA DE GAY

Todos combinaram de se reunir na casa do Luis Augusto, mais conhecido como Sapão. Dia de jogo, perfeito: cerveja, uns salgadinhos e Corinthians x Itumbiara na tela da TV. Pra variar, o único que não se empolgou com a idéia foi o Tadeu. O Sapão resolveu perguntar a razão do furo, já esperando por uma desculpa qualquer do amigo. Daquela vez, a resposta foi, no mínimo, intrigante:
- Futebol é coisa de gay. - disse o Tadeu, com uma naturalidade desconcertante.
- Tá, quem disse isso? O seu namorado? - devolveu o Sapão, rindo, certo de que o amigo estava brincando.
- Eu tô falando sério. Futebol é coisa de gay, bicha, baitola, chibungo, essas coisas. Me dei conta disso, dias atrás.
- Peraí, Tadeu. Já que começou, agora vai ter que explicar isso.
- Cara, é evidente. Não sei o que é pior: ver os outros jogando ou praticar esse esporte. Coisa mais gay, um bando de homens correndo atrás de uma bola, vez ou outra se agarrando, com a desculpa de que estão competindo por algo... Sei... Pra mim, não passam de um bando de bibas, loucas pra uma possuir a outra ali mesmo, no gramado. Ou, no caso de quem assiste pela TV, no meio da sala. GAY!
- Ok, quase todo o Brasil é gay então. Inclusive as mulheres que gostam de acompanhar o jogo.
- No caso das mulheres, as que gostam disso, na verdade, rola aquela tara de ver dois homens juntos. Isso é comum.
- Tadeu, Tadeu... você é um figura... Façamos o seguinte: aparece lá em casa, toma umas com a gente, que, depois do jogo, vai rolar uma sessão de truco, sem hora pra acabar. Fique tranquilo, que eu garanto a sua segurança lá. Ninguém vai te agarrar. Fechado?
- Porra, Sapão. Truco? Coisa mais gay!!!
- Como???
- E não é somente truco. Qualquer jogo de baralho. Aquela coisa da pessoa desmunhecar na hora de distribuir as cartas... O leque que formam com as cartas todas alinhadinhas, cobrindo parte do rostinho, escondendo o joguinho.... Putz, muita baitolagem isso... Muita!
- Certo, então, se o cara esmurra a mesa e berra TRUCO! é coisa de viado?
- Nossa, e como! Pra mim, o grito de TRUCO! nada é mais é do que o desabafo do enrustido que não consegue assumir a sua condição. Sabe essas bichinhas escandalosas? Então, é isso. Se tem murro na mesa acompanhando então... Nossa, toda vez que isso acontece, eu vejo purpurina ao redor do cara. Muito, muito gay isso.
- Tadeu, o que você fumou, cara? Pelo jeito, era do bom, hein?
- Sapão, eu apenas resolvi me abrir... Cansei de ficar dando desculpas pra não comparecer a esses programas gays que vocês fazem.
- Falou o cara que gosta de acompanhar balé. Muito macho você.
- Ué, balé é programa de macho. Aqueles movimentos sutis que o bailarino faz ao redor da bailarina... Os dois realizando uma dança que, no fundo, nada mais é do que a dança do acasalamento, do macho que fica tentando impressionar a fêmea, para que ela, depois de um tempo, se jogue nos braços dele. Cara, não tem coisa mais primitiva do que isso. O macho querendo conquistar a fêmea. Isso sim é coisa de macho. MACHO!
- Ah, tá... Então você acha isso muito mais macho que ficar numa mesa de boteco, bebendo cerveja com os amigos, sei...
- Beber cerveja com os amigos? Num boteco? "Ai, a minha cervejinha tem que estar gelada! Estupidamente GE-LA-DA!!!" GAY!
- GAY???
- Isso, GAY!!! Sapão, essa coisa de encher a cara de cerveja, rodeado por outros caras, convenhamos, hein? Porra, sair de casa pra relaxar ao lado de outros machos? O povo vai pra sauna gay com esse esse mesmo propósito. Aprenda uma coisa: o boteco é a sauna gay dos enrustidos. Nele, rola tudo que a baitolagem gosta: futebol na TV, truco, cervejinha gelada, dominó...
- Peraí, Tadeu! Alto lá! Dominó???
- Meu caro, essa coisa de ficar encaixando pedaços iguais... Não te diz nada, não? É uma manifestação do inconsciente de que o certo é unir coisas do mesmo gênero. Sacou agora? Mais gay do que isso, impossível!
- Cara, assustador. Você tem sérios problemas. Você enxerga homossexualidade em tudo, incrível!
- Meu amigo, incrível é essa mania de vocês, homossexuais, não assumirem de vez, apesar de todos os indícios.
- Peraí, "vocês" o quê? Agora você tá me chamando de gay? Na minha cara? É isso? - ele pega o amigo pela gola da camisa
- Calma aí, bichona! O que foi? Vai me dar um beijo agora? Não é assim, não, biba!
O Tadeu apanhou tanto do Sapão, mas tanto, que foi parar na emergência do Pronto Socorro, cheio de ferimentos que o fizeram parecer vítima de um atropelamento. O mais estranho daquele episódio todo foi o fato dele não ter reagido ao espancamento, em momento algum. Ao ser questionado disso, o Tadeu dava sempre a mesma resposta, com um ar convicto de macho:
- Reagir??? Coisa mais GAY!
MEGAN FOX COVER

- Carlão, você ficou ontem com a Leninha! Com a Leninha! Não só ficou como transou com ela também!
- Ué, quem disse isso pra você?
- A Gabi, minha noiva. Você se esqueceu que ela e a Leninha são bem amigas?
- Entendi...
- E aí?
- E aí o quê, Geléia?
- Detalhes, Carlão. Detalhes! Manda! Do início ao fim. E pode demorar bastante no meio.
- Geléia, você já sabe o suficiente, mais até do que deveria saber.
- Ué, você leva pra cama aquele mulherão, que é quase um clone da Megan Fox, e não quer compartilhar a experiência com os amigos?
- Compartilhar? Pra quê? O que rolou entre eu e ela não diz respeito a mais ninguém.
- Olha, vou tentar entender. A experiência deve ter sido tão fantástica, tão além do comum, que você ainda não tem palavras para descrever. Só deve ser isso.
- Eu posso descrever sim, em detalhes, com todas as palavras muito bem colocadas, com o verbos bem conjugados e...
- Tá, então desembucha aí! Vai logo! Olha aqui, já tô tremendo de ansiedade. Fala!
- Eu não. Importa o que eu vivi ontem à noite. O que ficou comigo. Não o que eu poderia contar para os outros.
- Ok, ok... Eu pago, ok? Me fale o seu preço. O valor do seu aluguel? Olha aqui, eu faço um cheque, agora!
- Você não entendeu...
- Se quiser, a gente vai junto ao banco. Retiro o que você quiser!
- Calma, por quê tanto desespero assim para saber da transa alheia?
- Carlão, não é uma mera transa alheia. Você conheceu a intimidade de uma deusa! De todos os caras que ficaram com ela até hoje, você foi o mais próximo de mim.
- Sim, somos amigos de infância. E daí?
- Então, um amigão meu fica com aquele monumento e não fico sabendo de detalhe algum?
- E nem vai saber, Geléia. Você me conhece. Eu jamais fui de contar esses detalhes pra ninguém, seja lá quem for. Por quê seria diferente agora?
- Cara, eu imaginei que seria diferente com a Leninha. Ela seria a exceção. Se fosse comigo...
- Lá vem...
- Se fosse comigo, eu faria de tudo pra documentar esse, esse... evento! Tiraria fotos, filmaria e até chamaria testemunhas para acompanhar tudo ali, na hora, só para comprovarem que, sim, eu transei com a Leninha!
- Você fez isso com a sua noiva?
- Rapaz, a Gabi não é a Leninha. Mesmo assim, quando começamos a sair, eu contei tudo pra você. Tudo!
- Ué, contou por que quis. Eu nunca fui de perguntar nada.
- Ok, desisto. Sabe como você está agindo? Como um astronauta que esteve em Marte e agora fica de bico calado. Você chegou no máximo que um homem pode alcançar em termos de mulher e fica aí, regulando informação. Grande amigão você, hein?
- Se você quiser nivelar a nossa amizade por aí, paciência. Quer saber? Use a sua imaginação. Isso! O que aconteceu foi o que você imaginou. Pronto! Seja feliz assim.
- Uau... então quer dizer que ela tem um detalhe bem ali, embaixo, que...
- Exatamente!
- Sendo que, quanto aos seios, eles...
- Isso mesmo!
- E que, nas preliminares, ela simplesmente chegou em você e...
- Por aí, Geléia. Por aí!
- E que vocês, num dado momento, fizeram aquela posição, em que ela precisa...
- Fizemos.
- Aí, no fim, ela disse pra você que... que...
- Sim, disse.
- E depois, ela também...
- Também, por incrível que pareça, Geléia.
- UAU!!!
- E então? Foi bom pra você?
- Demais, Carlão... Demais... E pra você?
- Não é da sua conta.
- Pô...
DEPOIS DAQUELE CONGA LA CONGA
- Que papelão ontem lá no barzinho, hein, Serjão?
- Como assim? Você tá falando do quê?
- Ainda pergunta?
- O que eu fiz?
- Você não tirava os olhos da bunda da minha namorada!
- Ah, peraí...
- Vai negar agora?
- Ué, eu tenho culpa se a Helô bebeu e resolveu subir na mesa, para dançar Conga la Conga, da Gretchen?
- Ah, essa é a desculpa que você resolveu usar?
- Pôrra, Beto! O barzinho inteiro estava olhando pra bunda da Helô, rebolando ali em cima.
- Tá, mas você é meu amigo.
- E daí?
- E daí que deveria me respeitar, não olhando pra bunda da minha namorada, pô!
- Você queria que eu fizesse o quê? Que eu ficasse encarando os olhos dela?
- Ah, sei lá, que saísse fora naquele momento. Que fosse pra um canto afastado da gente, já que a tentação era grande na hora. Questão de ética.
- Olha quem fala... Com a Naná, a minha ex-namorada, você não era tão ético assim. Toda vez que você a via, seus olhos só faltavam rolar pra dentro do decote dela.
- Opa, alto lá! Era diferente. Ninguém mandava ela usar aqueles decotes imensos, ainda mais com aqueles seios enormes. Alto lá! É diferente!
- Ué, é quase a mesma coisa o que acontece comigo em relação à Helô: ninguém manda ela usar aquelas calças minúsculas, ainda mais com aquela bunda perfeita.
- Ei! Pelo jeito, ontem não foi a primeira vez que você olhou pra ela daquele jeito.
- Ué, claro que não.
- Que decepção... por essa eu não esperava.
- Acorda, Beto! A sua namorada tem um corpão, paciência. Gente fina, mas com um corpão, fazer o quê? E eu não sou cego, infelizmente. Conforme-se.
- Não precisa ser tão direto assim, Serjão!
- Vamos abrir o jogo. Os peitos da Naná. Duvido que você não fantasiava horas a respeito deles. Ainda mais que você estava sem ninguém na época. Tudo bem, eu vou entender. De fato, eram lindos e generosos. E expostos daquele jeito, naqueles decotes que ela gostava tanto de usar...
- Sim. Rapaz, agora eu lembrei daquele feriadão, em que toda a turma foi para a praia... Minha nossa! Ela ali, do seu lado, de biquini... Nunca tomei tanto banho frio quanto naqueles dias.
- Então, tá vendo? Acontece exatamente a mesma coisa quando eu vejo a Helô. Ontem, rapaz, fui embora tremendo pra casa, com uma vozinha na minha cabeça que não parava de dizer: "Calma, ela é a namorada do seu amigo! Calma!". E ela lá, nos meus pensamentos, dançando Conga la Conga em cima da mesa, sem parar.
- Ok, ok, entendi. Deixe os detalhes de suas impressões com você, certo? Mas a Helô tem outras qualidades além da bunda, sabia? Ela tem um lado cultural bem interessante.
- Ah, é? Não parece...
- Ela, por exemplo, adora ler. Pra você ter uma idéia, ela leu em uma semana "O Idiota", do Dostoiévski.
- Olha, que coincidência! Eu também!
- Ela tem todos os filmes do Woody Allen em casa e...
- Cara, não me diga! Eu tenho toda a coleção dele também! Que fantástico!!!
- Sei...
- E teatro? Não me diga que ela também gosta das peças do Antunes!
- ...
- Beto?
- Eeer... você viu o jogo do Coringão ontem?
O URUBU BÊBADO E AS CHUVAS DE PNEUS CARECAS
O Bruno tinha uma mania de falar tudo na base de indiretas. As conversas com ele exigiam um exercício de adivinhação:
- É... se eu fosse feito de açúcar, seria bem arriscado sair mais tarde hoje.
- Como assim, Bruno?
- Ah, esse céu... As sementes que estão na terra devem estar gostando do que vem por aí. Bom pra elas.
- O céu. Sei. Você tá falando das nuvens carregadas?
- Isso, os vendedores de guarda-chuva terão uma tarde boa.
- Olha, não seria mais fácil você dizer algo como "é, parece que vai chover, não?".
Por incrível que pareça, tinha gente que gostava dele. O Júlio era uma dessas pessoas, talvez pelo fato de sempre ter sido fã de jogos com enigmas. Segundo ele, os diálogos com o amigo estimulavam os neurônios, pois cada resposta forçava o desenvolvimento de uma interpretação. Perfeito.
- Júlio, que tal a gente brincar de ser reprovado no teste do bafômetro?
- Opa, cervejinha? Demorou!
- Isso, naquele canto que rima com pororoca.
- Fechado, no Boteco do Joca!
E os dois iam se entendendo, até o dia em que o Bruno fez um comentário que incomodou o amigo:
- Rapaz, não é por nada não, mas tenho reparado que tem urubu bêbado ciscando no seu quintal. - as sobrancelhas arqueadas tornavam mais grave ainda o anúncio.
- Sério???
- Sério. E, ó, se eu fosse você, trataria de fazer uma plástica nas minhas orelhas, pois pode chover pneu careca à qualquer momento, entende?
- Não brinca! Cara, obrigado por me avisar! Vou ficar de olho.
- Opa, disponha!
Ele passou dias preocupado com o aviso do amigo. Não pelo conteúdo da mensagem em si, mas pelo fato de não ter entendido coisa alguma dela. Daquela vez, ele não fazia a mínima idéia do que o amigo tentara dizer. De qualquer forma, tinha certeza que devia ser algo bem grave, conforme denunciara a expressão dele. Na hora do aviso, ficara tão assustado com aquele semblante que não teve coragem de pedir mais explicações. Travou. Bem, quanto a isso, melhor continuar ignorante, concluiu.
Todo encontro passou a ser uma tortura:
- Julião, tomou alguma atitude quanto aquilo? Tenho reparado que o urubu continua lá, lindão no seu quintal, cada vez mais de pileque...
- Pode deixar, que eu tô de olho. Esse urubu não perde por esperar...
- É melhor agir logo, que você já tá com uma cara de quem ficou naquele temporal de pneu careca. A orelha então... xiiii... vai precisar de uma plástica maior do que eu imaginava.
- Cara, eu já disse. Tudo sob controle, mesmo!
- Quem avisa amigo é, hein?
Com o tempo, passou a evitar o amigo, que não parava de alertá-lo para o perigo que o circundava. Não, era melhor viver enquanto podia, despreocupado com as surpresas do destino. Tinha uma família perfeita, com a esposa ideal e os filhos saudáveis e espertos. No emprego, tudo ia bem, demais até. Nem queria imaginar o quê de ruim poderia estar acontecendo paralelamente ao mundo perfeito dele. Urubus bêbados, chuvas de pneus carecas, a plástica na orelha? Nada seria capaz de atrapalhá-lo, seja lá qual fosse o significado de tudo isso.
No entanto, depois de alguns meses, tudo começou a desandar, sem explicação. A esposa o abandonou, os filhos não quiseram mais saber dele e o emprego se foi. Desamparado, foi chorar as mágoas no ombro do amigo das antigas, que não parava de falar:
- Olha aí, tá vendo? Eu avisei. Não fez nada! Agora fica aí com esse orelhão feio, com a testa toda marcada por pneus carecas, enquanto que o urubu tá em coma alcoólico lá no seu quintal. Em coma alcóolico, Julião! Como você deixou que as coisas chegassem nesse ponto, rapaz??? Eu te avisei, pôrra!!
E ele, teimoso, continuava não querendo entender coisa alguma. Tudo que ele sabia era que sentia um medo danado do tal urubu estirado lá no quintal dele, em coma alcóolico. Em coma alcóolico!!! Tem idéia da gravidade disso? Pois é...
Olá! Já que provavelmente você não vai fuçar nos arquivos deste blog, que tal pelo menos conferir os 3 posts abaixo?
- Tudo Pelo Futuro
- Eu, o Náufrago
- Biiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!
PAPO, CONVERSA, BATE-PAPO, DIÁLOGO ETC
Eu nunca escrevo pensando em chamar a atenção de uma multidão. Muito pelo contrário. Crio meus posts imaginando que estou num diálogo com duas ou três pessoas bacanas, no máximo. E pretendo continuar nesse estilo, pois sou assim também no dia-a-dia, avesso a discursos para multidões. Das reações positivas daquilo que faço, sempre preferi levar mais em consideração aquelas vindas das pessoas pelas quais tenho afeição, dos amigos mais presentes à moça especialmente querida. Isso explica uma sensação de dever cumprido quando parte dessa elite particular vem me dizer que gostou de ler um determinado texto meu. Afinal, o principal propósito dos meus textos é esse: agradar as pessoas com as quais eu simpatizo, mesmo que isso venha a contrariar um bocado de gente. Meu blog se justifica por aí.
Tudo bem, reconheço que nem sempre consigo atingir esse, digamos assim, nível de excelência. Como em todo bate-papo, existem momentos em que os assuntos não encontram sintonias que se identificam. Sabe quando falamos empolgados sobre algo, sem perceber que a outra pessoa está segurando um bocejo? Então, pode acontecer algo parecido por aqui, por que não? Mas, sem problemas, basta que a conversa tome um outro rumo no post seguinte. A não ser que eu resolva fazer qualquer bobagem para atrair audiência, sei que o risco de voltar a agradar quem realmente me importa é alto. Basta que eu continue considerando a existência daquele diálogo que sempre rendeu boas lembranças.
Não estranhe o tom meio intimista desse post, totalmente desvinculado do habitual. É que dessa vez me deu uma vontade danada de encarar esse espaço como se eu estivesse em casa, chinelão de dedo e bermuda, não fazendo absolutamente nada. Totalmente off line, desconectado de qualquer obrigação. Sem me cobrar por originalidade alguma, apenas curtindo a vida, papeando com você que veio até aqui me visitar. Bem, se eu te conheço e um sorriso surgiu aí nesse nesse momento, ótimo. Ponto pra gente. Se eu nunca te vi na vida, igualmente. Bem, agora fique à vontade, que eu vou zanzando por aí, sem destino definido, me desviando da multidão.
E obrigado pela visita, mais uma vez.
Olá! Já que provavelmente você não vai fuçar nos arquivos deste blog, que tal pelo menos conferir os 3 posts abaixo?
- Em Busca do Suco Sem Atalhos
- Inútil Paisagem
- A Assombração dos Melhores

