Arquivos para: Fevereiro 2009
CADA QUAL COM SEU CARNAVAL

Salvador. Em uma hora de micareta, um amigo já tinha beijado quinze, outro, vinte, e assim por diante. E ele nada, contabilidade zero. Alegou razões de higiene pra não sair compartilhando tanta saliva por aí. Mas o maior motivo mesmo pra boca não ter buscado beijos foi a ausência daquela que tinha a única saliva que valeria a pena provar nesse mundo. E que naquele momento estava numa fazenda no interior de Minas, beijando quem também odiava carnaval, como ela. Mas imaginando, enquanto os lábios dançavam, Chico Buarque no aparelho de som, que aquela boca bem que poderia ser de um outro alguém, que agora estava em Salvador, certamente beijando todas na micareta.
Seguindo a tradição dos domingos de carnaval, a turma de sempre saiu desfilando pelas ruas daquela cidade, todos vestidos de mulher. E como todo evento que se preze, não poderiam faltar as fotos. Nesse ano, ao fazerem pose pra uma delas, ficaram mais tempo aguardando pelo clique definitivo, pois o fotógrafo encarregado se atrapalhara com a máquina. “Um momento... já vai sair, vão sorrindo aí!”. Enquanto isso, compondo o quadro de farra da pose, o Betão continuava no colo do Nelsinho, sorrisos cada vez mais forçados pela demora. Mas um momento, o que era aquilo? Por acaso o Nelsinho estaria levando um drops no bolso? Mas ele não tinha bolso, estava só de cueca por debaixo daquela minissaia fajuta... E aquele negócio crescendo, crescendo... Mas ele não havia confessado ontem, pros amigos mais chegados, que nem o Viagra vinha resolvendo o caso dele???
Quando saíram as fotos, não havia como não reparar na cara de angústia do Betão, ali no colo do Nelsinho, felicíssimo. Sabe-se lá porque.
Pela primeira vez em muitos anos, ninguém viria com aquelas brincadeirinhas sobre ele ser candidato a Rei Momo. Foi o carnaval mais aguardado de toda a sua vida. Já haviam passado pouco mais de seis meses após a sua cirurgia de redução de estômago. Comparando-se com a silhueta do carnaval anterior, ele estava um palito, quase um refugiado etíope. Ao fim da noite de terça-feira, na saída do baile mais tradicional da cidade, estava feliz mas ao mesmo tempo com aquele sentimento estranho, meio incomodado. Ninguém reparara nele. Deixara de ser especial naquela festa, o centro das atenções. Agora era apenas mais um qualquer na multidão. Melhor assim.
Desastre de carnaval. Cinqüenta camisinhas, intactas, na quarta-feira de cinzas. O mesmo número que ele comprara na sexta-feira anterior, pouco antes de embarcar pra praia. Todos haviam dito que seria uma orgia total, mulherada no cio em busca de homens livres e desimpedidos, como ele. Cinqüenta camisinhas, intactas. E, pra piorar, ele era bem religioso, desses que seguem a quaresma à risca, quarenta dias sem os tais prazeres da carne. No caso dele, será que o padre não daria uma licença especial? Cinqüenta camisinhas, intactas!!!
Ps: E, já que estamos falando de carnaval, leia também: "ARCEBISPO PERNAMBUCANO CRIA ALTERNATIVA À PÍLULA DO DIA SEGUINTE".
CEMITÉRIO DE COISAS
Eu nunca fui de me apegar a objetos, por mais úteis que eles fossem para mim. Isso é válido mesmo para os que poderiam me trazer boas lembranças. Depois de um tempo, simplesmente olho para aquela coisa já meio empoeirada, largada num canto e me pergunto: "Existe ainda alguma possibilidade disto ser usado por mim?" No caso de uma resposta negativa, me livro do troço sem dramas, repassando pra outra pessoa - se eu perceber que ainda tem alguma utilidade ali - ou jogando no lixo mesmo. Guardar à toa, jamais.
No entanto, existem pessoas que não se desfazem de suas coisas de maneira tão fria e pragmática. Ficam guardando uma série de quinquilharias inúteis até que boa parte da casa se torne uma espécie de "Museu do Eu Mesmo." Qualquer coisinha, por mais inútil que seja, remete a uma lembrança peculiar:
- Esse aqui não é um palito de fósforo qualquer. Me lembro como se fosse hoje: eu, numa tarde linda de primavera, acendendo um cigarro pra ela, com esse palito. Aliás, por onde andará aquela ingrata?
No entanto, nem todos podem se dar ao luxo de acumular tudo que vão adquirindo pela vida. Afinal, chega um momento em que não há mais espaço para isso. Nem todos têm o privilégio de morar em casas enormes, apartamentos de luxo, essas coisas. Assim, os menos afortunados sempre terão momentos em que precisarão decidir sobre o que fazer com parte daquela tralha bonitinha mas ordinária. Não deve ser fácil pra muita gente transformar em entulho determinados objetos que ainda possuem um valor sentimental. Alguns, se pudessem - ou melhor, se tivessem espaço para tanto - enterrariam seus pertences queridos, com lápide e tudo. Isso mesmo, em um cemitério de coisas.
Seria curioso se existisse um cemitério nesses termos. Até já imagino como seriam as visitas das pessoas, saudosas por aquilo que um dia fez parte da vida delas, intensamente:
- Difícil de superar a perda, não? - um homem tenta se aproximar de uma mulher, que chora sem parar diante de uma lápide.
- Pois é - ela tenta conter um pouco os soluços - ele era um celular tão bonzinho!!! As primeiras conversas que tive com meu marido foram através dele. Até que um dia... simplesmente deixou de funcionar. O rapaz da assistência disse que não tinha mais como consertar... - ela enxuga as lágrimas, enquanto acaricia o seu celular atual.
- Nossa, muito triste isso...
- E você? Veio visitar quem, digo, o quê? - a mulher tenta puxar papo também.
- Um tênis meu... Nossa, como eu adorava esse All Star! Era perfeito pro meu pé. Cada caminhada que eu dei com ele... - o homem solta um suspiro, de queixo já tremendo - Eu fui remendando com fita adesiva até onde pude. Até que chegou num ponto em que... não era mais possível salvá-lo. - ele lamentou, enquanto mirava melancolicamente para uma lápide escrita "Aqui jaz o meu querido All Star Vermelho / 1985 - 1989"
- Tem mais Coisas suas por aqui? - pergunta a mulher
- Ah, sim. Logo ali, estão enterrados os meus Playmobills, a minha coleção de gibis da Turma da Mônica, o meu primeiro walkmen, o... o... Nossa, é tanta Coisa! Tanta Coisa! - ele não aguenta e cai num choro convulsivo, que faz a mulher voltar a chorar também, feito um bebê. Coisas da vida.
Do meu lado, eu não teria razões pra reservar uma sepultura nesse cemitério. Afinal, pra mim, se algo deixou de funcionar e não tem conserto, vai direto pro lixo. Bem, menos aquele videocassete que está no armário do meu quarto. Sabe como é, eu vi muitos filmes ali. Alguns, na companhia daquela menina que tinha tudo pra ser a mulher da minha vida. Eita, poeira boa!
Momento Auto-Merchand: aproveitando a atual onda de trotes imbecis e violentos, que tal conferir o post "Zezé, o Calouro", escrito por mim no ano passado?
ACORDO ORTOGRÁFICO SOFRE NOVA REVISÃO

Se depender dos responsáveis que zelam pela sua integridade, a língua portuguesa ainda ficará um bom tempo no divã em que foi colocada. O mais recente capítulo desse drama aconteceu no início dessa semana, quando a Associação Brasileira dos Ortografistas Brasileiros (ABOB ) conseguiu entrar no STF com um pedido de liminar que provocou a suspensão imediata do novo acordo ortográfico. "As mudanças não traduzem a realidade do povo brasileiro." afirmou Geremias Chiavenatto, presidente da associação.
Além de invalidar as regras que já estavam em vigor, a ABOB instituiu uma série de alterações que revolucionarão a língua portuguesa de uma maneira sem precedentes na história moderna. No documento que detalha as mudanças - intitulado "Português do Povo Para o Povo" - são inúmeros os exemplos que rompem com a rígida formalidade que até então caracterizava a nossa ortografia. Como no caso do emprego da crase, que, com as novas regras, será facultativo, de acordo com a vontade de quem estiver escrevendo. "É o fim da paranóia com a crase. Daqui por diante, a pessoa só a colocará quando o coração mandar. Se for em todos os 'as' que ela encontrar pela frente, ótimo. Agora, se quiser abolir esse traço da sua vida, sem problemas!", explica um entusiasmado Chiavenatto. O mesmo raciocínio vale para o uso do hífen e da vírgula.
Palavras que antes eram consideradas erradas - tanto na grafia quanto na fala - passarão a ser oficialmente incorporadas no novo vocabulário. Portanto, a pessoa que escrever "asterístico" estará tão correta quanto aquela que fizer uso de "asterisco", por exemplo. Segundo o documento da ABOB, toda e qualquer palavra que de alguma forma já existe no vocabulário popular passará a constar como certa, numa espécie de anistia ortográfica. Dessa maneira, órgãos oficiais poderão resolver seus "pobrema" e "excessões" ao redigirem seus requerimentos, sem que isso comprometa suas "pretenções" gramaticais.
Mas o ponto mais controverso é o relacionado ao uso do "mim". Nesse sentido, Chiavenatto é enfático: "A partir de agora, 'mim' vai poder fazer tudo. Acabou essa ditadura do povo teoricamente letrado ficar corrigindo os outros nesse sentido. Convenhamos, 'mim' é algo que há anos vem sendo incorporado como sujeito nas milhões de frases que são ditas todos os dias por esse povo sofrido, batalhador e que merece respeito. Confesso que pra mim aceitar o uso do 'mim' foi difícil no começo. Mas, depois, a gente se acostuma. Sim, mim pode fazer o que bem quiser da vida, de cabeça erguida."
O documento com todas as mudanças já está disponível no site da ABOB. Nesse, o leitor perceberá um detalhamento que não poupou nem o popularíssimo e polêmico "cu", que, segundo as novas regras, passará a ser finalmente escrito com o acento agudo - "cú". A população terá o prazo de um ano para se adaptar ao novo formato da língua portuguesa, que entrará oficialmente em vigor no dia 29 de fevereiro de 2010. Até lá, espera-se que "todos percam a vergonha e passem a abraçar essa língua maravilhosa, flexível e dinâmica que é o português genuinamente brasileiro, sem frescurites elitistas que só oprimem o cidadão comum.", concluiu o presidente da ABOB, visivelmente emocionado.
Fonte: Folha da Manhã Ensolarada
DEPOIS DAQUELE CONGA LA CONGA
- Que papelão ontem lá no barzinho, hein, Serjão?
- Como assim? Você tá falando do quê?
- Ainda pergunta?
- O que eu fiz?
- Você não tirava os olhos da bunda da minha namorada!
- Ah, peraí...
- Vai negar agora?
- Ué, eu tenho culpa se a Helô bebeu e resolveu subir na mesa, para dançar Conga la Conga, da Gretchen?
- Ah, essa é a desculpa que você resolveu usar?
- Pôrra, Beto! O barzinho inteiro estava olhando pra bunda da Helô, rebolando ali em cima.
- Tá, mas você é meu amigo.
- E daí?
- E daí que deveria me respeitar, não olhando pra bunda da minha namorada, pô!
- Você queria que eu fizesse o quê? Que eu ficasse encarando os olhos dela?
- Ah, sei lá, que saísse fora naquele momento. Que fosse pra um canto afastado da gente, já que a tentação era grande na hora. Questão de ética.
- Olha quem fala... Com a Naná, a minha ex-namorada, você não era tão ético assim. Toda vez que você a via, seus olhos só faltavam rolar pra dentro do decote dela.
- Opa, alto lá! Era diferente. Ninguém mandava ela usar aqueles decotes imensos, ainda mais com aqueles seios enormes. Alto lá! É diferente!
- Ué, é quase a mesma coisa o que acontece comigo em relação à Helô: ninguém manda ela usar aquelas calças minúsculas, ainda mais com aquela bunda perfeita.
- Ei! Pelo jeito, ontem não foi a primeira vez que você olhou pra ela daquele jeito.
- Ué, claro que não.
- Que decepção... por essa eu não esperava.
- Acorda, Beto! A sua namorada tem um corpão, paciência. Gente fina, mas com um corpão, fazer o quê? E eu não sou cego, infelizmente. Conforme-se.
- Não precisa ser tão direto assim, Serjão!
- Vamos abrir o jogo. Os peitos da Naná. Duvido que você não fantasiava horas a respeito deles. Ainda mais que você estava sem ninguém na época. Tudo bem, eu vou entender. De fato, eram lindos e generosos. E expostos daquele jeito, naqueles decotes que ela gostava tanto de usar...
- Sim. Rapaz, agora eu lembrei daquele feriadão, em que toda a turma foi para a praia... Minha nossa! Ela ali, do seu lado, de biquini... Nunca tomei tanto banho frio quanto naqueles dias.
- Então, tá vendo? Acontece exatamente a mesma coisa quando eu vejo a Helô. Ontem, rapaz, fui embora tremendo pra casa, com uma vozinha na minha cabeça que não parava de dizer: "Calma, ela é a namorada do seu amigo! Calma!". E ela lá, nos meus pensamentos, dançando Conga la Conga em cima da mesa, sem parar.
- Ok, ok, entendi. Deixe os detalhes de suas impressões com você, certo? Mas a Helô tem outras qualidades além da bunda, sabia? Ela tem um lado cultural bem interessante.
- Ah, é? Não parece...
- Ela, por exemplo, adora ler. Pra você ter uma idéia, ela leu em uma semana "O Idiota", do Dostoiévski.
- Olha, que coincidência! Eu também!
- Ela tem todos os filmes do Woody Allen em casa e...
- Cara, não me diga! Eu tenho toda a coleção dele também! Que fantástico!!!
- Sei...
- E teatro? Não me diga que ela também gosta das peças do Antunes!
- ...
- Beto?
- Eeer... você viu o jogo do Coringão ontem?
GELÉIA DE BANANA SANTA GERTRUDES

ATENÇÃO, ESSE É UM POST PAGO. O PROSSEGUIMENTO NA LEITURA E SUAS EVENTUAIS CONSEQUÊNCIAS SÃO DE SUA INTEIRA RESPONSABILIDADE
Ok, eu aceito. Tenho mais de 18 anos e quero continuar!
Não aceito. Tenho princípios e estômago fraco.
Eu andava meio deprimido ultimamente, incomodado com as notícias negativas que a humanidade produz no seu dia-a-dia. Das últimas bombas jogadas na Palestina ao mais recente assassinato em São Paulo, eu sentia um vazio de proporções inéditas na minha alma. Pra piorar ainda mais o quadro, me veio uma carência afetiva absurda, que só aumentava a cada lembrança dos amores que eu tive, todos longe de mim, cada qual agora com seus respectivos maridos, noivos, namorados, amantes, o que for. O meu amargor era tamanho que fui capaz de responder com uma careta medonha a um sorriso inocente que recebi de uma linda e inocente criança, bem no meio da rua. Justo que eu, que sempre adorei crianças. Pois é, meus amigos, eu não estava nada bem.
Semana passada, com meus pensamentos cada vez mais afogados em visões do apocalipse, resolvi sair de casa para comprar litros da pinga mais vagabunda. A sobriedade não me interessava mais, concluí. Assim, ao entrar no mercado aqui perto de casa, fui caminhando determinado na direção da seção de bebidas. No entanto, algo me chamou atenção no meio do trajeto, na prateleira onde estavam as geléias. De todas as opções ali, eu vi vários potes LINDOS que, não sei explicar como, pareciam emitir uma energia que até então eu NUNCA havia presenciado na minha vida. Algo que me provocou um sorriso de imediato, sabe? Foi como se o sol tivesse aparecido no meio de uma tarde cinzenta e feia. Intrigado, me aproximei e vi impresso naquele rótulo - de MUITO BOM GOSTO - a seguinte inscrição: "GELÉIA DE BANANA SANTA GERTRUDES". Hum... geléia de banana? Interessante. Resolvi levar um pote pra casa. As bebidas? Não peguei nenhuma. Até me esqueci que eu chegara ali por causa delas. Como diria o meu querido e saudoso bisavô Nhô Neco: "Deus escreve certo por linhas tortas". Graaande Nhô Neco! Esse era o cara!
Mas, ao chegar em casa, me deparei com uma questão: eu nunca fui fã de geléias. Pra piorar, banana está longe de ser a minha fruta preferida. Então, me questionei, por que eu resolvera comprar aquele pote de GELÉIA DE BANANA SANTA GERTRUDES? O meu ânimo estava bem melhor ao lado daquele pote, isso era bem visível. Mas isso não era justificativa para que eu começasse a consumir algo que, em outras ocasiões, eu jamais mandaria goela abaixo. Meio confuso, decidi deixar de lado meus preconceitos, abri o pote e passei um pouco de geléia numa fatia de pão de forma. Rapaziada, na primeira mordida, eu acho que vi Deus! Tô falando sério! Que coisa DELICIOSA! Que geléia ESTUPENDA! Em menos de meia hora, acabei com o pote e fui correndo para o mercado comprar o restante da GELÉIA DE BANANA SANTA GERTRUDES que ainda tinha na prateleira. Meus amigos, eu renasci pra vida.
Agora, sou uma pessoa feliz e bem resolvida, dessas que conseguem gargalhar diante de toda e qualquer notícia a respeito de alguma tragédia que aconteceu no mundo. Quanto aos amores que tive e me deixaram lembranças tristes? Isso é passado, daquela época que ainda não existia a magistral, deliciosa e incomparável GELÉIA DE BANANA GERTRUDES. Nesse sentido, o meu astral melhorou tanto que eu já estou flertando com umas gatinhas no msn.
Tão pensando o quê? A coisa não é fraca aqui não! Agora, tenho energia e disposição de sobra, garantida pela exclusiva fórmula nutritiva da GELÉIA DE BANANA SANTA GERTRUDES. E você, vai ficar de fora dessa festa também? Claro que não, né? Então, CORRA para o supermercado mais próximo e garanta hoje mesmo esse néctar dos deuses em seu paladar!
Ah, e eu fiquei tão FELIZ, mas tão feliz com a GELÉIA DE BANANA SANTA GERTRUDES que resolvi - de coração, alma e sentimento - ajudar a divulgar uma campanha bem divertida e alto astral que o pessoal da GELÉIA DE BANANA SANTA GERTRUDES está fazendo. Trata-se do Primeiro Festival de Dancinhas Super Legais da GELÉIA DE BANANA SANTA GERTRUDES . É bem simples, basta você bolar uma dança bem transada, registrar em vídeo, colocar no youtube e divulgar isso no seu blog. E a brincadeira só terá sentido se você deixar claro que aquela dancinha bacana que você fez é em homenagem à GELÉIA DE BANANA SANTA GERTRUDES, combinado? Genial, concorda? E no vídeo abaixo, você já pode ver o primeiro dançarino ilustre que resolveu participar dessa corrente super transada. Nada mais, nada menos que o nosso querido KIKO:
Pessoal, fico por aqui, pois agora eu vou produzir o meu vídeo. Com o ânimo que só a maravilhosa GELÉIA DE BANANA SANTA GERTRUDES pode oferecer, é claro! ![]()

