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O bom humor não é meu forte e ganhei o apelido (da Suphia Loren, eu não sei como se escreve esse nome dos infernos!) de Aracy de Almeida Fashion. Uó. Mas olha como minha vida não é fácil. Depois do trabalho oficial (fazendo o quê não é da sua conta) vou para o segundo turno por pura obrigação de dar pinta. Entro, aceno, finjo que conheço e não conheço um monte de gente (faz parte do teatro) e me sento linda e de cabelo chanel na primeira fila do Fast Fashion. Agora digam se eu mereço:
-- Amiga, eu tava aqui quando ele passou.
-- Sééééééério?
-- SÉRIO.
-- E aí?
-- Amiga, eu tenho certeza de que ele olhou pra mim. Parou ali no meio e me fitou. (Juro que a diaba disse FITOU |-|).

-- Sééééééério?
-- SÉRIO.
-- E aí?
-- E aí nada, né? Eu ia fazer o quê? Me jogar lá no meio? Tá doida? Ia dar bafo. O cara é casado.
-- Grandes merdas. A mulher dele nem tá aqui. Perdeu a chance de ir lá atrás.
-- E como é que eu ia chegar lá, amiga?
-- Ah, sei lá.
-- Mas... foi um momento só meu. Foi mágico. Posso até ter vacilado... Mas foi um momento só meu.
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Aprendam com ela: ADOWRO GENTE COM EXCESSO DE AUTO-ESTIMA!

Paulo Zulu te despreza. Eu acho eh poco!
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