03.08.09

Jogando conversa fora com as Bibas, AFFFF

Falta do que fazer uma bagaça! Essa semana Capuccino (que soy yo e que adoro falar na terceira pessoa), gastei neurônio e alguns bytes com Las Bibas From Vizcaya. Vejam o que saiu desse momento de ócio. (Quase nada que preste!).

Antes do show vocês fazem uma chuca ou só pensam em trabalho?
SÓ PENSAMOS EM TRABALHO. MAS FAZER A CHUCA É COMO ESCOVAR OS DENTES, OU SEJA OBRIGAÇÃO DIÁRIA OU EDI CARIADO!

Dúvida cruel 1: a Lady GaGa é animal, vegetal ou mineral?
FECAL … mas como eu gosto algumas merdas…

Dúvida cruel 2: como gongariam o Sarney?
Pagaria pra minha prima Dayenne Rayovackk montar um escândalo no Senado dizendo que além de ter um caso com ele, ele é passivo e curte DP … ENFARTARIA e tudo resolvido.

Três coisas que QUASE todo mundo gosta e vocês acham o UÓ!
U2 (sim o do Bono), vodka e boy saradão com cordão de prata no pescoço.

Qual cafuçu da novela das oito vocês levariam para uma deserta: o Raji, o Bahuan ou a vaca do Tony Ramos?
Sorry, je sui desolée.. não temos tempo de ver novela… (Adendo da Caps, vulgo eu: COMO ASSSSSIMMM???)

O Roberto Carlos, os Menudos e o Luiz Caldas convidaram vocês para regravar uma música deles. Quais vocês escolheriam?
PODE SER OS TRÊS… adoramos eles… “a flor do desejo e do maracujá.. eu também quero beijar…” kkkk (ia ser ISSSSSSSSSCANDALO!)

A quem vocês dariam atendimento VIP: Bob Esponja, Patrick ou Lula Molusco?
AO BOB, CLARO!

Qual estilista fodástico teria a honra de fazer o figurino das trocas de roupas do show de vocês?
a VIVI … WESTWOOD.

O que vocês fariam se topassem com o ET de Varginha na esquina?
Perguntava onde tá o ET DE NEQUINHA.

Uma mensagem cafona para Brasília…Brasília, amo todos vocês, vocês são lindos…! kkkkkkkkkkkkkk

* Detalhe: as Bibas ameaçaram jogar meu nome na macumba (e eu não tô podendo!) se eu não publicasse os links delas. Por Vizcaya, entrem lá:

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Categorias: Humor @ 19:36:00 - Comentários - #Link


28.07.09

Orgasmos Músicos

Eu sou meique viciado em música. Sabe aquele lance de sentir que o iPod é a melhor invenção de todos os tempos? Mais que a camisinha e o macarrão de copinho? Pois é, sou eu. Adoro ficar azeitando as tags no iTunes e, nos tempos áureos em que a internet bombava de kbps’s na minha humilde choupana, baixava mermo tudo quanto era de álbum (caso você seja da PF, entenda isso como uma piada).

Mas, se tem uma coisa que não gosto é de fuder ouvindo música. E, quando digo fuder, estou sendo específico quanto ao momento do nheco nheco, até porque Love and Happinnes, do Al Green, makes me feel honry e acho que a voz do Marvin Gaye, até cantando música política, nos faz querer tirar a roupa. Porém, contudo, todavia, entretanto, acho mesmo que música só deve ser usada pra fazer clima.

E, se a gente pensar que, normalmente, encontramos as soul mates da noite em bares, boates ou shows, consequentemente vai existir música no meio. Então, ter “a nossa música”, comprar um vinhozinho e bebê-lo ao som de Lenny Kravitz, até mesmo dançar agarradinho em festas de amigos, pra provar que ainda é um casal, tudo isso aí é permitido.

Mas embalar o entra-e-sai, querendo que o peru dance ao som da melodia ou até tentar acompanhar aquele verso enquanto morde a boca de tesão tira, e muito, a atenção da coisa em si. E sexo requer atenção, pelo menos para que o que tem que ser colocado, seja colocado no lugar (apesar de que eu não conheça ninguém que quis penetrar o ouvido de alguém, ou coisa do tipo).

Música é algo tão legal, tão único, que fica complicado misturar. Mais ou menos a mesma coisa que faço quando vou à um show de alguém que curto muito e não bebo nada alcóolico porque quero prestar atenção à cada instantezinho do bagaça. Então, caso um dia eu transe com você, deixe sua bag de cd’s, seu iPod, seu pen drive musical em casa.

Na hora do “vamo vê”, gosto é de ouvir gemidos. Tanto por prazer quanto por vaidade.

@rafaelcampos
luisrafaelc@gmail.com

Categorias: Comportamento, Música, Sexo, Humor @ 13:41:51 - 2 Comentários - #Link


22.07.09

Seres feios, estranhos e comíveis

Eu sou uma pessoa comprometida com várias coisas, seja um puxadinho que resolvi adquirir numa área que “será muito valorizada daqui há uns anos”, como disse a corretora, seja com um belo coração apaixonado e completamente arriado por mim [óbvio!]. Marréclaro que isso não é suficiente.

O que pensar daquele desejo consciente pela pessoa mais tosca do seu trabalho? Uma pessoa estranha, que se veste estranho, fala estranho, usa produtos estranhos no cabelo e, mais que tudo, é estranha a maioria das coisas que você diz gostar. Mas me dá tesão. Claro que não vou adentrar aqui nos devaneios do que o amor faz você não querer simplesmente por amar, até porque eu acho é pouco se você não entende isso.

O que, realmente, me assusta é pensar que aqueles modelos que a gente monta na cabeça de pessoa ideal são completamente imbecis diante da nossa capacidade inata de transar. É aquela coisa que não se resume a peitos, bundas e pernas, nem a olhos amendoados ou sorriso de marfim. É sim aquele desejo sem sentido, por algo que, até então, não seria alvo a não ser com uma garrafa de tequila no corpo, caso especial que permite qualquer deslize.

Tem certos desejos que são conscientes, mesmo que não sejam declaráveis: você olha para a pessoa e, mesmo ela não passando em nenhum dos pré-requistos básicos [e olhe que eu sou facinho, facinho de preencher esses detalhes], você quer, loucamente, levá-la pra cama. Obviamente, e aqui faço minha defesa, na maioria das vezes a consciência também é suficiente para que você saiba que vai fazer apenas sexo mágico: você come e a pessoa desaparece.

A vontade mesmo é só de saciar aquela coisa estranha, até para que, teoricamente, ela não aconteça de novo. Daí, aquela coisinha magrinha, sem graça e com aquela coisa sebosa no cabelo volta a ser apenas uma coisinha magrinha, sem graça e com aquela coisa sebosa no cabelo. E você volta a sentir desejo pelo povo que aparece nas propagandas da Abercrombie.

@rafaelcampos
luisrafaelc@gmail.com

Categorias: A @ 14:47:32 - 6 Comentários - #Link


17.07.09

Thriller Pocotó

Inveja Comotition da Semana
(siacostumem! Toda semana vai ter uma!)

Eu sicontorço de inveja de nego que ganha dinheiro com ideias (PQP, ideia sem acento é o fim!)que eu poderia ter tido, mas que por manezice fui incapaz de pensar. Faturar com a morte do Michael Jackson, por exemplo? Por que, meu deuso? Por que não fiz um caixa 3 às custas dele?
Se o infeliz do pai do Michael (não adianta reclamar, porque eu já costurei o nome do véio da boca do sapo), fatura, por que a dona Mari Kasurinen, não pode?

O Michael Jackson pocotó que ela fez tá vendendo feito água. Já que navegar na internerd é muito mais divertido do que trabalhar, clique aqui meu filho pra trocar uma ideia (sem acento) com a mulher e seje feliz.

Categorias: Comportamento @ 14:33:40 - 7 Comentários - #Link


14.07.09

Cadê as namorada?

Encontros em família têm a capacidade cintilante de te fazer repensar todas as decisões da sua vida, seja o seu emprego de jornalista que, na cabeça deles, está completamente ameaçado com as decisões recentes, seja porque sua vida amorosa anda mais intocada que atos secretos do Senado.

No meu caso, que moro longe de casa há 10 anos, isso sempre vai ganhando contornos mais macabros, já que as escolhas que fiz passam longe do combo direito+medicina e a minha trajetória de futuro promissor é encoberta por aquele bafo de cerveja do dia seguinte.
Daí que esse foi mais um belo fim de semana em família, aproveitando as férias do tio rico que visita a plebe na cidade do interior.

De cara, aquele nariz torto para a tatuagem na perna, com o bom conselho direcionado: “Fique só com uma mesmo, meu filho”. O tempo que você leva para explicar que aquela é a terceira só faz com que se crie um maior faniquito moralista e você acha melhor manter um sorriso amarelo como arma, pensando que a discórdia familiar por conta de pinturas em seu corpo é desnecessária.Mas, claro, quando muita parentada se reúne, a coisa sempre pode piorar.

Se esses parágrafos introdutórios não foram suficientes [ou você é daqueles que vive num pote de margarina para ter uma família perfeita], o almoço continuou e, entre uma garfada e outra, surge aquela pergunta famigerada, que transforma fogo em gelo e faz com que sua cueca entre na bunda de tanta audácia contida: “E as namorada?”.

Não sei você, mas eu não faço idéia de como responder à isso. Tendo ou não tendo alguém, não conheço muita gente que fica discutindo isso com os tios. Ainda mais quando você sabe que o combo direito-medicina é importante e, ao ter deixado o teu brilhante futuro para trás fazendo jornalismo, pelo menos um bom partido você tem que arranjar.

Parece frescura [e no fundo é, mas quem se importa?] ficar nervoso com as perguntinhas sinuosas dos parentes, porém sempre dá um certo receio de encarar aquele parte da família que tem mais grana que você. No fundo, no fundo, a caretice não permite que a grana deixe de parecer o item mais importante e, somado à falta do combo direito-medicina, isso ainda fica mais longe e ganha ainda mais importância quando seu primo está pensando em casar porque já tem seu próprio escritório.

Na verdade, eu nem sei bem o porquê disso me incomodar. Vai ver são aqueles traumas de infâncias que a gente sempre cria pra ter justificativas no mundo adulto, mas ainda me é uma experiência traumática ouvir “E as namorada?” sem tremer um pouco no que tudo isso contém. No fim, respondi: “Tão em Teresina” e tasquei uma dentada no pernil que teimava em esfriar enquanto eu pensava no que dizer.

@rafaelcampos
luisrafaelc@gmail.com

Categorias: Comportamento, Cotidiano, Relacionamentos @ 12:18:10 - 6 Comentários - #Link















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