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XAVECO ARTE: RECEITA para um ENCONTRO À DISTÂNCIA (Parte II de II)

11 de Setembro de 2009

02:09 Relacionamentos

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Any solemn phase / and you belong to two times at once / / my radio's my heart / we live as one / two ways at once // I know the waves I form / I know the way I won't become
John Frusciante

Num relacionamento à distância, estamos impossibilitados de usar a maior estratégia de sedução e realização, que é a simples interatividade direta entre os corpos. Conscientes dessa condição, e bem sabidos do que o professor Jan nos disse no capítulo anterior, vamos colocar nossa criatividade em prática para atingir o maior número de conectividades possíveis.

Em primeiro lugar, vamos entender todas as nossas necessidades e o que nos impede de realizá-las. Encontrar seu parceiro, dividir pequenos prazeres e segredos, disparar risadas e olhares. Coisas simples, mas que parecem impossíveis quando pensamos nos diversos dígitos que vêm antes daquelas duas letrinhas terríveis, KM.

O que vou sugerir agora, de uma forma bem didática, é uma das muitas maneiras de transformar as limitações geográficas numa boa desculpa para o desenvolvimento de novas formas de ENCONTRO, para que relações desse gênero vivam de maneira mais saudável.

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01 – AS REGRAS DO ENCONTRO

. Defina um horário:
- A escolha do horário é imprescindível: pense sempre no momento em que ambos podem estar bem tranqüilos, longe de qualquer interferência externa, como os possíveis outros moradores da casa, visitas inesperadas ou telefonemas fora de hora. Se vocês moram no mesmo pais, o mais recomendável é que o encontro seja no final da noite.

. Como marcar o encontro:
- Como as possibilidades de surpreender são grandes, use e abuse dessa vantagem. Assim, nada de fazer a proposta via MSN ou telefone, correndo o risco da idéia se perder no meio de tantas outras conversas. Prefira um e-mail, ou até mesmo uma carta, contando a sua vontade e propondo o encontro, o dia e a hora, os ingredientes e o modo de preparo, nessa ordem.

O recomendável é que essas instruções sejam passadas aos poucos, para que ele se acostume com a idéia e queira cada vez mais. Dessa troca de mensagens pode surgir mais um jogo, no qual você condiciona que, para obter uma nova instrução, é necessário responder a determinada pergunta no final de cada mensagem. Dê preferência para perguntas que fujam da nostalgia e trabalhem exclusivamente com o tempo presente, como por exemplo, “Como você gostaria de me ver vestida agora?” ou “se você fosse preparar um jantar hoje a noite, como seria?”

02 – OS INGREDIENTES

Leve em conta que todos os ingredientes abaixo devem constar para os dois, para que a sincronia seja a mais perfeita possível.

. No Computador:
- Conexão banda larga.
- MSN ou Skype (pois são programas de comunicação instantânea que dão suporte a vídeo).
- Webcam
- Microfone
- Caixas de som ou fones de ouvido (principalmente para quem não mora sozinho em casa)
- Tocador de música (que pode ser o Windows Media Player, o Winamp ou qualquer outro. Eu recomendo o Foobar, pois ele é bem leve e não compromete tanto a transmissão de dados)
- De 5 a 10 Canções em formato MP3

. Ao Seu Lado
- Frutas, pois elas são coloridas, leves, cheirosas, lúdicas e gostosas...
- Água, vinho, cerveja, cigarro, chocolate, ou ilícito de sua preferência.
- Abajour, para dar um clima de luz de velas (e por que não as velas?)
- Caderno e caneta (de preferência uma marcadora, ou pincel atômico)

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03 – MODO DE PREPARO

Inicialmente, a preocupação maior é na hora de organizar as músicas que vocês vão ouvir, na mesma ordem, no mesmo instante. Para isso, a escolha do repertório e do seu compartilhamento deve ser feito com um ou mais dias de antecedência. Nesse caso, dê preferência ao e-mail para disponibilizar as informações necessárias.

. Músicas: Organização e Distribuição

- É um processo cuidadoso. Pense sempre que é como se vocês estivessem num mesmo espaço, e que a música servirá de trilha sonora para ambos. Escolher canções que façam referências à história de vocês é uma garantia da qual você não deve abrir mão. Contudo, surpreender é sempre um combustível eficiente para uma noite perfeita. Arrisque umas duas ou três (ou mais) canções inéditas, sabendo que elas vão agradar o seu parceiro. A introdução de novas canções no repertório de um casal é uma evidência do progresso da relação.

- Reúna as músicas que você escolheu, compacte tudo num arquivo .zip, e utilize um site de Uploads para disponibilizar esse arquivo .zip para ele. Recomendo o Rapid Share (aqui você encontra um TUTORIAL para fazer o Upload e o Download). Envie essas informações a ele e peça que faça o mesmo.

- É imprescindível que as canções sejam executadas na mesma ordem e na mesma hora. Para isso, nas instruções para o encontro, especifique como será essa ordem. Uma sugestão é que elas sejam executadas alternadamente entre as tuas escolhas e as dele.

. Outros ingredientes

- Não há maiores segredos com o restante dos ingredientes. Certifique-se de que sua conexão, os programas e os periféricos estejam funcionando perfeitamente. Quanto às comidas e bebidas e o restante de coisas ‘ao redor’, disponha-as na sua mesa de forma a facilitar o seu alcance.

. Recomendações

- Criem contas particulares no MSN / Skype. Assim, vocês podem conversar sem o risco de um amigo ignorar o seu sinal de OCUPADO.

- DESLIGUE o telefone celular, e deixe o telefone fixo fora do gancho.

04 – MODO DE CONSUMO

. No horário marcado, e com tudo organizado, comecem tocando as músicas (já devidamente organizadas) e não troquem palavras, fiquem se contemplando, perceba os olhares dele, provoque sorrisos, proponha um brinde. Mais de um, até, pois é uma noite a se comemorar, é uma noite em que regras estão sendo quebradas, e a realidade de vocês, com vocês, está sendo comemorada.

. Para não atrapalhar a música e dar uma nova forma à comunicação de vocês, pegue o papel e a caneta e escreva ou desenhe, o que bem entender: emocione, atice, quebre as pernas... Isso o surpreenderá e fará com que faça o mesmo por você. Faça isso em pequenas doses ao longo do encontro, e vá observando as reações físicas dele.

. O resto é com vocês... 

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Para finalizar, tenho duas sugestões.

1 –
Peça para que ele conte a aventura para alguém da confiança dele, e que essa pessoa te envie um e-mail relatando o segredo. E que você faça o mesmo.

2 – Escreva um post sobre a noite num blog secreto e peça para que ele faça o mesmo nos comentários. Esse blog também pode servir de confessionário, ou mural de recados.

O importante é que ambos saiam felizes dessa experiência, cientes de que a distância também possibilita coisas boas, e que estejam dispostos a descobrirem e praticarem mais.

Ah, os casais que não moram tão longe assim também podem aproveitar essa idéia para trabalharem novas formas de se relacionarem.

. Aceito sugestões
. Quem tentar e puder me contar, vou adorar ouvir. :p

Comentários (18) |

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Comentários, Trackbacks:

ai.
PermalinkPermalink 13.03.07 @ 10:10


Comentário de: K- Email
Sem comentários. Somente gostaria de deixar ciente que me parece uma idéia genial.
Não namoro à distância, mas nada mal tentar isto quando estivermos distantes.

Keep going!


RESPOSTA:
Patrick, acredito que essa estratégia que ofereço no texto seja de fácil execução com o casal vivendo próximo. É uma forma de despertar novos sentidos, novas formar de amar, coisa que nunca é ruim quando se está com quem queremos. Novamente, não canso de dizer o quanto me faz feliz a tua presença aqui. Ouvi comentários aqui na Atos que você é o substituto perfeito do Milton, e considerando a genialidade deste, não discordo. Mas acrescento ai e muito a tua persona.

abraços e continuemos.
PermalinkPermalink 13.03.07 @ 10:31


Comentário de: Elis Marchioni Email · http://elismarchioni.multiply.com
Namorei à distância numa época que não existia internet e foi deveras complicado. Eu no Brasil e ele na Suécia, as cartas demoravam uma eternidade para chegar. Acabamos terminando por carta. ;o(


RESPOSTA:
Nossa, Elis, a coisa era ainda mais complicado, ou até impossível. Pois nos destituímos de praticamente tudo. Se mesmo com toda a tecnologia ainda é difícil manter algo assim (e daí vou comentar isso melhor lá na réplica pra Sandra). Ao menos teu marido hoje tem poderes e sabe voar, embora não precise, pois ele está sempre perto.
beijo.
PermalinkPermalink 13.03.07 @ 10:48


Comentário de: Yvonne Email · http://bloggente.blogspot.com
Ian, obrigada pelo e-mail. Querido, achei tudo muito lindo e interessante, mas não consigo imaginar como seria um namoro à distância. Nunca passei por uma situação dessa e não sei o que eu poderia fazer para tornar o relacionamento prazeroso. Eu acho incrível quem consegue ser feliz longe da pessoa que ama. Vou acompanhar os comentários para ver o que as pessoas pensam sobre o assunto. Beijocas
PermalinkPermalink 13.03.07 @ 12:09


Comentário de: Sandra Email · http://sandrapontes.com/
Já passei por algo, assim, como diria??? Apesar de morarmos perto, não podíamos nos ver muito. Utilizávamos o recurso de telefone, MSN, torpedo, e-mail... Mas eu vou ser sincera: não foi lá essas coisas. Apesar de nos falarmos, conversarmos, nada se compara ao toque, sentir o calor, a textura da pele. Sentir o roçar do lábio na testa, na nuca. Entrelaçar os dedos enquanto a conversa rola, sentir o perfume, misturado ao da pele... Trocar os copos, colocar uma fruta na boca.
O ser humano (e o amor que ele sente) precisa de carinho, de contato físico, de troca.
Achei legal sua sugestões, mas vai chegar uma hora que isso vai cansar ou, o que é pior e certo, não vai mais satisfazer.
Você e a outra parte vão querer mais... E aí é que vai complicar (ou desandar, mesmo!), na minha opinião.

Beijo
PermalinkPermalink 13.03.07 @ 13:01


Comentário de: Marina Santa Helena
Posso responder à Sandra? Posso, né?

Sandra,

Sentimos muiiito a falta de toque, deves fazer idéia. Mas, o mais importante num encontro desses é não deixar nostalgia e pensamentos ruins tomarem conta do clima.

Como diria o senhor meu marido: amor não se sente, se pratica.

O mais importante em encontros como esse é termos a certeza de que nem mesmo a distância pode evitar essa prática.
Temos é que fazer o possível para que as afinidades só se confirmem, seja através de um simples olhar ou das músicas escolhidas.
Sei que uma hora cansa, mas a nossa sorte é que não teremos que esperar muito.

Beijinhos
PermalinkPermalink 13.03.07 @ 14:53


Comentário de: Sandra Email · http://sandrapontes.com/
Marina...

Concordamos que essas soluções são paliativas devido à distância. Mas se juntarmos "tempo X tamanho da distância X disponibilidade financeira", aí complica... Você mesma escreveu "mas a nossa sorte é que não teremos que esperar muito". Eu pensei em casais que moram em estados diferentes, separados por grande distância, e que podem se encontrar duas, no máximo três vezes por ano, por não poderem bancar passagens, hospedagem e um monte de outras coisinhas.
Acho que estas aplicações que o Ian definiu são válidas. Não desmereço ou discordo, mas... desde que não sejam a longo prazo ou perpétuas.

Beijos
PermalinkPermalink 13.03.07 @ 15:37


Oi,

Sei que nãop tem nada a ver com o post, mas li um comentario seu no Plastic Surprise e achei isso aqui sobre a Amanda do Trem da Alegria:
http://ofuxico.uol.com.br/Materias/Noticias/2007/01/39582.htm

Valeu...
PermalinkPermalink 13.03.07 @ 18:10


Comentário de: Solange A. Email · http://ardeamor.com
Nossa, não ficou faltando uma sugestão! Realmente este post virou um guia para quem está passando por isso.

Eu fiquei 4 meses separada do marido, ele já estava na California e eu ainda em SP. Utilizei todos os recursos citados do post e quando cheguei aqui, nunca mais liguei o msn, skype, etc. E pretendo nunca mais ligar nada disso pra me comunicar com alguém.

A falta de toque é a parte mais difícil da coisa. Mas se há encontros esporádicos, então podemos dizer que é a compensação.

Se o amor é verdadeiro e se há determinação de ambas as partes, então não haverá prazo de validade no relacionamento. Vamos lembrar que o amor é infinito, quando se é real. A distância pode até ser apenas uma etapa difícil na vida de um casal, mas ninguém promete que mesmo um casal de namorados que mora na mesma rua, não terá dificuldades na vida conjugal. Oras, nada nessa vida há regras. Vivemos como podemos e da melhor forma possível.

Felizes são aqueles que amam! Amém! O amor é o presentinho mais agradável que ganhamos do céu!

Beijos aos dois



RESPOSTA:
Solange, no texto anterior, até brinco com a suposta existência de uma organização não governamental dedicada aos casais sem recursos que passam por essa situação. Acho que só quem viveu sabe que é muito pior do que muitos só imaginam.

No comentário anterior, que fiz respondendo às mensagens que Marina e Sandra trocaram, eu digo que essa distância é como uma doença que precisa ser tratada, e minha receita funcionaria como um remédio para fortalecer uma relação cujos laços são frágeis. E concordando contigo, também acredito que um amor pode ser esterno sim, contudo muitas vezes ele corre o risco de não ser praticado, e aí ele simplesmente vai 'existir'.

É preciso que os casais entendam qual é a melhor opção para viverem essa situação da melhor maneira (outra observação que faço no texto). Porque é preciso amar sim . É o maior exercício para a alma.

beijos / beijos
PermalinkPermalink 13.03.07 @ 19:14


Comentário de: Viva Email
Realmente uma excelente receita para tentar minimizar a saudade. Acho que não é o caso de se discutir se namorar à distância é bom ou não. Todos concordamos que não é o ideal. Mas, com criatividade se pode superar muitos obstáculos. Como você disse, Ian, esses recursos também podem ser usados por quem namora "de perto", apenas pra variar. Pode fazer parte daquele seu outro post sobre os presentinhos.
Me lembre de te contar sobre algumas surpresinhas que eu preparei para meu amado.

PS: esse post nos faz sentir até uma pontinha de inveja da Marina por ter um senhor marido como você ;).



RESPOSTA:
Sim, Viva, acertou na mosca!!! a idéia é também propor que podemos usar de criatividade para fazer dos nossos relacionamentos algo mais divertido, e fugir das obviedades, que muitas vezes são a ruína dos casais (vide o que a Karla diz aí embaixo). Eu, mesmo com minha esposa aqui perto, não deixaria de propor joguinhos para que nossa relação se fortalecesse ainda mais.

E agora você me deixou CURIOSO!!! quero saber tudo o que já fez. Se chegar aqui bem antes do encontrão, podemos sentar e falar sobre presentes, o que acha?

beijos bons pra ti.


PermalinkPermalink 13.03.07 @ 21:52


Comentário de: karla nazareth Email · http://www.plasticsurprise.com
quando as pessoas vierem me perturbar por opinião do porquê seus relacionamentos são um fracasso, indicarei os links dessa série.
PermalinkPermalink 13.03.07 @ 23:10


Comentário de: Ana Marques Email · http://escritoserabiscos.blogspot.com
Ian,

eu e o Jan (meu marido) não tínhamos banda larga na época (ainda era raaaaaaaaaaaro e caaaaaaaaaaaaro). Falávamos depois da meia-noite porque era mais barato. Uma vez ficamos 3 semanas seguidas sem nos vermos porque era aniversário do filho dele e depois era aniversário da minha filha... (quase morremos!)

Agora mesmo sem grana, mesmo enfrentando 14 horas de ônibus, mesmo morrendo de saudade, mesmo com todos os problemas que a separação dele causou, mesmo com tudo ...

FOI BOM PARA CARAMBA!

Uma delícia!

Não troca essa história por nada na minha vida.

E estou feliz à beça.
Liga não, Ian. Logo, logo será a sua vez.
Tô torcendo por vocês!
E obrigada pelo e-mail com uma história tão (parecida e) linda.

Beijos!
PermalinkPermalink 14.03.07 @ 00:40


Comentário de: Ian Black Email · http://www.interney.net/blogs/enloucrescendo
RESPOSTAS aos comentários da MARINA e da SANDRA


Primeiro que eu ADORO quando os comentários viram escapam da solidão e começam a se relacionar um com os outros, uma discussão saudável cujo resultado é melhorarmos ainda mais o nosso entendimento, com tantos pontos de vistas muito bons.

Entendi bem a colocação da Sandra, e ela ainda foi suuuuuuuuuuper cruel colocando todas aquelas descrições deliciosas: Ai, Sandra, tocar, sentir calor, a textura da pele, o roçar dos lábios na testa e na nuca (e em todos os lugares imagináveis, mesmo que impossíveis)... ui, é até melhor parar por aqui, porque sabemos muito bem o quanto essas ações são incomparáveis a qualquer um dos itens da minha receita. Definitivamente não há como viver sem (e principalmente sem a PERSPECTVA disso).

E daí conjugo isso com o comentário da Marina, que vem mais como um complemento do que uma discordância, porque se a receita é superior em algum instante, é no seu caráter não-nostálgico, que é comparável ao mendigar, reutilizando o que outrora proporcionou o verdadeiro prazer. Bob Dylan disse, em algum lugar que não sei qual, que A NOSTALGIA É A MORTE, e há muita razão nesse argumento. Por isso, executar o que sugiro é uma forma de dar um sopro de vida numa coisa extremamente frágil, que daí conecta-se diretamente com sua tréplica, fazendo uma relação entre TEMPO, DISTÂNCIA, DISPONILIDADE FINANCEIRA e por que não colocarmos o TESÃO acumulado, que quando começa a transbordar não escolhe direção? Tudo isso são doenças das mais brabas...

E no que muito bem relembrou minha doce esposa, embora o sentir seja o princípio, sem a prática, ele não funciona. E essa prática vai além de querer agradar o outro, mas também evidenciar o que você sente. É aquela coisa de amar o seu amor pela outra pessoa. E numa relação à distância, talvez essa seja uma das maiores soluções, uma espécie de vitamina, ou sendo ainda mais radical, um coquetel para manter a coisa o mais viva possível.

Mas, para finalizar de uma maneira que concordante para todos nós, uma relação à distância sem perspectiva de solução é um suicídio emocional. Como bem disse Marina, nossa escolha foi motivada pela consciência de que esse hiato seria breve. Ambos vieram de relacionamentos à distância e sabíamos muito bem o que NÃO QUERÍAMOS, e daí a citação do Frusciante no começo do texto vem bem a calhar: I know the waves I form / I know the way I won't become.

os devidos beijos para cada uma de vocês, mulheres.


PermalinkPermalink 14.03.07 @ 02:37


Comentário de: Anna Email
Acho que a primeira grande questão é: vale a pena?
Se a resposta for afirmativa, que mal há?
E ainda acho que essas 'dicas' do Sr Ian não valem somente para namoros à distância. Talvez sejam mais importantes nesses casos, mas até pra manutenção das amizades é importante.
Ou seja, Marina, a gente vai usar a webcam quando vc for embora da nossa pequena cidade. E dane-se se esse livro de comentários é do Ian! :]

Beijos pros dois q eu tanto gosto.

Anna.
PermalinkPermalink 16.03.07 @ 00:00


Comentário de: Ana Paula Email
Namoro à distância... Longa distância... Adorei as dicas, vou experimentar! Beijo.
PermalinkPermalink 18.03.07 @ 20:42


Comentário de: Mirian Bottan Email · http://substantivolatil.com
Mais tarde vou estudar isso de cabo a rabo.

auhauhauhauhauhauhauahuah
PermalinkPermalink 11.12.07 @ 15:49


Comentário de: Sedutor · http://asdasd
Isso er maior cara de pal de vcs, vão cassar alguma coiza pra vcs fazerem seus nigem vão casar uma mulher para trepar com vcs, a esquesi que mulheres que võa querer vcs seus otarios fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiia
PermalinkPermalink 22.03.08 @ 17:36


Comentário de: carlinhos
fera!!!! ja fiz varias vz issu e da certo vc tem q usar recursos e truques qua a maioria das gatas naum resiste uma dica coma um chocolate qndo a web estiver ligada ehh infalivel ainda mais se vc naum oferecer rsrsrsr
PermalinkPermalink 09.04.08 @ 21:52


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