14.07.11
Ele voltou
O Eclipse voltou novamente. Partiu daqui tão contente! Por que razão quer voltar?
Bom, esta citação boboca de Nelson Gonçalves foi só para testar o novo sistema. Espero que a gente volte a atualizar!
14.02.11
Música e a grande arte do encontro
Demoramos uns dois minutos para encontrar a mesa 76 no Teatro Rival, onde íamos ver o show do Guinga e da Mônica Salmaso, com várias participações do excepcional violonista Lula Galvão. As mesas, como se sabe, têm quatro lugares. E como eu e Marcele compramos só dois – compramos meio de súbito pela internet, não deu nem para começar a sondar mais companhia para fechar uma mesa de quatro pessoas – sabíamos que haveria dois lugares com pessoas que a gente não conhece. Normal. Parte do jogo.

Eduardo Lima com o mestre Guinga nos bastidores do Teatro Rival
Quando a gente encontra finalmente a mesa, estava lá um rapaz que parecia ter uns 16 anos – descobrimos que eram 20 anos, na verdade – magro, muito branco, entretido com uma câmera digital e um telefone celular. Ele levantou os olhos para nos ver, a gente fez um gesto apenas visual de “dá licença”, nos sentamos, e, para quebrar o gelo, eu comentei com a Marcele e virando para ele:
- A mesa é apertada, né?
Sim, a mesa é meio apertada, mas é tranquila de se sentar e apreciar o show. E foi sobre este assunto que, uns cinco minutos depois, o rapaz se identificou, depois de levantar o olhar de um dos seus gadgets. Quer dizer, ele se identificou não ainda pelo nome, mas pelo que ele pensava daquele momento. De certa forma, o que ele pensava daquele momento dizia muito mais sobre ele do que seu nome ou qualquer outra informação possível.
- Este show vai ser demais, né? Só gênio.
Vi logo que o rapaz não era do Rio. “Gênio”? É muito singelo, reconheço. Mas ao mesmo tempo, é definidor e apaixonado. E exato – Salmaso e Guinga são geniais mesmo, e ao fim do show eu pude constatar isso. Ele continuou falando, até que soltou:
O Guinga é meu professor. Venho para o Rio uma vez por mês ter aula com ele.
Como estávamos num show musical ficou claro para mim e para a Marcele que a aula em questão era de violão, e não de extração de molares (Guinga é dentista). O quarto ocupante da mesa chegou um minuto depois disso, um homem de cabeça raspada que devia ter a minha idade mais ou menos, óculos e com pinta de músico também. E era. Marcele tomou a iniciativa de pedir que todos se apresentassem, disse nossos nomes, e eles disseram. Édson, o quarto ocupante, e Eduardo, o rapaz que é aluno do Guinga.. Édson ainda nos divertiu ao dizer que, quando comprou o lugar na mesa, não haviam vendido nenhuma vaga ainda, portanto, ele na verdade é o primeiro integrante e nós éramos seus convidados.
Completos desconhecidos, todos. E no entanto a conversa fluía de forma impressionante. Falamos de música brasileira, de música negra, de rock and roll, mas, acima de tudo, o que me chamou a atenção foi a história de Carlos Eduardo Lima, um dos grandes violonistas do Brasil, que aos 20 anos estava ali na minha frente bebendo uma coca-cola em lata e mexendo em uma câmera digital, ansioso pelo início do show.
Eduardo conheceu Guinga durante um festival de música em Itajubá, sul de Minas Gerais. Contou Eduardo que, na ocasião, chegou de mansinho, sem botar banca para ninguém, e numa espécie de workshop/show do Guinga, viu um outro violonista também jovem subir ao palco e dar início aos trabalhos com a música “Lamento do Morro”, de Garoto.
Neste momento, Eduardo se emociona só ao mencionar a música, mexe os braços, gesticula, usa exclamações em profusão. Ama a música de Garoto como poucos. E relembra o sentimento de humildade que teve.
-Eu via aquele cara tocando e pensava, 'não, tou em outra, não tenho como tocar violão, não alcanço aquele cara'. Era bonito demais,
Até que, contou ele, encontrou com o Guinga em outro evento. Teve a oportunidade de contar para ele o que sentiu ouvindo “Lamento do morro” e, mais ainda, teve a oportunidade de tocar na frente de Guinga. Que ficou tão impressionado a ponto de convidá-lo para subir ao palco no dia seguinte.
- Para mim foi algo que não dá para descrever. Imagina, um ídolo seu te fazendo um convite desses.
Quem aguentou ler até aqui, é bom lembrar de novo: estamos falando de um sujeito de 20 anos que ouve Guinga, Garoto, Rafael Rabello, entre outras coisas. Voltemos ao texto.
Do episódio em Itajubá, começava a nascer essa amizade entre Guinga, de 61 anos, e Edu, então com 18, suponho. E Guinga se tornou o professor de Edu.
- É muito legal. Venho uma vez por mês, aprendo muito, mas muito mesmo, com o Guinga, e uso logo depois tocando na noite – conta ele.

Marcada no mapa a cidade de Santo Antonio do Pinhal, de onde Edu sai todo mês para vir ao Rio aprender violão
Eduardo sentiu uma apreensão enorme quando ouviu pelo alto-falante a frase “Fotografias só são permitidas com autorização expressa da produção”. É claro que ele não tinha autorização. Aliás, diga-se: Eduardo não era convidado do Guinga. Sequer avisou que ia aparecer. Ouviu apenas do mestre, dizendo meio assim distraidamente, que haveria o show com Monica Salmaso no Teatro Rival. Na verdade, Eduardo nem sequer havia comprado com antecedência.
- Cheguei aqui agora, comprei ingresso de estudante e me deram esta mesa – explicou.
Como ir ao show do professor e não poder registrar nem um momento? Pessoas nas outras mesas comentavam, “se não pode fotografar, filma”. Verdade. Filmar com a câmera não aciona o flash. Apesar disto, acho que foi possível para todos ter fotos do show. Diga-se de passagem que esta é uma regra meio anacrônica, não? “Ah, não queremos vocês fotografando porque não queremos que postem as fotos em suas redes sociais com 400 amigos cara, vai que eles se interessam pelo artista ou pelo teatro”.
Sim, eu entendo que deve ser por causa dos flashes. Mas, enfim, era só dizer que os flashes estão proibidos, não?
O show começou e Eduardo Lima parecia Gustavo de Almeida aos 12 anos em dia de gol do Zico. Só conseguia, ao fim das músicas, dizer “Que queisso!”, e aplaudir entusiasticamente. No fim, depois de diversas músicas fantásticas, fomos ao backstage. Eu dizendo, “Fala lá com ele”, quando Guinga apareceu. Havia várias pessoas, de mais idade, na frente, todas cumprimentando Guinga. Monica apareceu logo depois, muito simpática, fez fotos com Marcele – na verdade, “imagens”, eu apertei o botão errado. Mas nada de Edu se adiantar. Ficava ali, estático. Quando chegou a vez dele, o mestre o abraçou entusiasticamente. E falou da brancura do Edu, sempre brincando – como todo mundo sabe, Guinga é um cara muito engraçado. Falou sobre a praia que os dois foram na véspera, e disse que Eduardo havia queimado só as pernas. “Não me queima o filme, rapaz!”, brincou. Até que parou sério, no meio dos convidados, e disse, com muita atenção.
- Este rapaz aqui toca pra c(*).
Eu ainda tentei fazer uma foto do Eduardo ao lado do Guinga, e saiu essa que estou postando. Mas tá meio fraca. Quando perguntei para ele se não iria fazer alguma naquele momento, ele explicou que o Guinga estava atendendo muita gente e não queria atrapalhar. Mas sorriu e disse:
- Essa foto aí eu faço uma vez por mês.
No dia seguinte, Eduardo viajaria de volta a Santo Antônio do Pinhal, cidade do interior de São Paulo, perto de Campos do Jordão. Viajaria feliz, porque de quebra ainda fez uma foto ao lado de Mônica Salmaso, a quem admira. Fomos até o metrô, todos, e nos despedimos na estação Botafogo. Disse a ele que quando eu fosse em Campos do Jordão, iria querer ver um show dele. Aí ele me lembrou que tinha no YouTube uma música que ele fez pro Guinga. Postei o vídeo no meu perfil no Facebook, achei a música absolutamente maravilhosa, espetacular.
O que fez com que um cara do interior de São Paulo e um carioca da gema se encontrassem na vida e passassem a ter uma relação de mestre-aluno uma vez por mês? O que move uma pessoa a atravessar quatrocentos quilômetros uma vez por mês por causa de duas horas de aula de violão? O que fez com que Eduardo compusesse uma melodia tão espetacular para seu professor Guinga?
A resposta para todas essas perguntas, a gente sabe, é a música. Não tem MSN, Orkut, Blog ou Facebook. A música é a rede social mais perene, mais indestrutível. A história dos dois poderia ser um bom filme, um grande documentário sobre o poder da música, mas é apenas mais uma história real, que não lemos em jornais ou revistas, mas está aí.
Eduardo provavelmente vai ler isso aqui e concordar. E espero que ele guarde este texto aqui, pois acho que muita gente ainda vai escrever sobre Eduardo Lima, violonista e compositor. O Edu dos Pinhais. Boa sorte para ele e seu professor – os dois me ensinaram muito sobre a vida.
10.12.10
Eu mereço
Tuuuuu...
- Lavanderia, bom dia.
- Olá, eu tinha uma entrega de roupas que deveria ter sido feita ontem, e não foi...
- Ah sim, o senhor está onde?
- Aqui na av. xxxx, número xxx/xxx
- Sabe o que é, é que os edredons ainda não chegaram
- Ué, mas previram para ontem e hoje não chegaram ainda?
- Pois é. De tarde a gente vai levar aí.
- De tarde eu não estou.
- Então amanhã cedo.
- Amanhã só estou em casa a partir das 11h
- Ah, senhor, a gente fecha às 13h e só consegue entregar de manhã.
- 11h é manhã.
- É que 9h começa a ligar muita gente, pedindo para entregar.
- Bom, se ligar alguém que deveria ter recebido suas roupas lavadas na
quinta-feira e não recebeu, o senhor pode mandar entregar ao mesmo tempo que as minhas. Não antes.
- O senhor faz o seguinte, quando chegar do trabalho dá uma ligadinha para avisar a gente.
E assim ganho mais alguém a me reportar. Quando eu chegar da rua, viajar ou me ausentar, devo avisar à Marcele, a minha mãe e à lavanderia.
8.12.10
Praia de Botafogo
Há 30 anos, eu pegava no canto de uma primeira página de O GLOBO a manchete “Ex-Beatle John Lennon é assassinado”. Quando penso nisto, sinto exatamente o peso deste tempo que passou. Vem aquela vertigem, “o horror de saber que a vida é verdadeira”, como escreveu Fernando Pessoa um dia. Trinta anos. E aqueles dias parecem ter sido vividos só em função disso.
Se há um fato que marcou a minha geração – até mesmo para mim, que sempre gostou mais individualmente de George & Paul – este fato é o atentado cometido pelo sr. Chapman. Não me interessa se você, como eu, não é tão fã da obra solo de Lennon; o que importa é o sentimento daquela época. Houve uma segunda Beatlemania, muito mais forte do que a Michaeljacksonmania ocorrida ano passado. Os sentimentos iam mudando, evoluindo, à medida que as milhões de fichas iam caindo. Primeiro, a constatação súbita de que os Beatles realmente estavam finados, soterrando aquela esperança surda de que um dia se juntassem.
Depois, a sensação de perda de Lennon em si. E em seguida a vertigem de naquele momento constatar que um dia nenhum Beatle caminhará mais sobre a Terra. Quando perdemos George, em 2006, me lembro de balbuciar algo sobre isso com minha prima, Mariana. Foi um estranho telefonema. Ambos sabíamos o que o outro queria dizer, mas quase não dissemos. As mensagens foram trocadas. Ambos sabíamos que, de certo modo, voltávamos a 1980. Naqueles dias quentes (nem tanto como hoje) de dezembro, a gente de férias, as famílias se encontrando. O pai da Mariana, meu tio, indo instalar uma aparelhagem de som “moderna” no carro, um velho Marajó branco. Baita som: cinco caixas de som e um toca-fitas.
E compramos a fita, dupla, Beatles 1967-1970.
Entramos, todos, no carro, Mariana com sete anos. E ouvimos “Back in USSR”, o avião soprando, a voz de Paul rasgando o ar, e talvez naquela mesma ocasião o pai da Mariana tenha dito que “Across the universe” significava, para ele, “Adeus ao nunca”. Do alto dos meus 12 anos, eu, de fato, estava “curtindo” a morte de Lennon. Conhecendo os Beatles, comentando, aproveitando todo o “mood”. Eu que até então havia me contentado com meu compacto “Strawberry Fields Forever/Penny Lane”, de 45 rotações, que eu me divertia ouvindo em 33 – “Leeeeeet meeeeee taaaaaake yooooou doooooownnnnnn”.
Dias e dias se passaram, a gente curtindo este luto. Mas era incrível a velocidade da notícia em 1980: o Globo publicou em segundo clichê, uma matéria bem menor, para só então, horas depois, o Jornal Nacional falar no assunto. Curiosamente, nos fez chorar colocando imagens de Lennon com “Yesterday” ao fundo – uma música cuja gravação só tem o autor, ou seja, Paul McCartney.
E me lembro de duas frases, cujos autores eu não tenho certeza. Diante da TV, alguém disse “Tanta gente ruim no mundo e matam esse cara”, durante “Yesterday”. E outra, dias depois, em frente ao Cine Opera, numa banca de jornais da Praia de Botafogo, “Não é todo dia que morre um Beatle”. Depois da frase, todos compramos revistas com biografia de Lennon. Estávamos na mais triste das Beatlemanias. Mas curiosamente, esta adversidade aproximou a gente dos Beatles e toda a gente de nós mesmos. Talvez os próprios Beatles entendessem isso, já que meses depois gravaram a lindíssima “All those years ago”, com um videoclipe absolutamente maravilhoso, e cantada por George. Os Beatles, neste sentido, nos mostraram o peso do tempo perdido – Paul e John, se tivessem superado as brigas, talvez tivessem dado algo à humanidade entre 1970 e 1980. Bastou Lennon ser assassinado para George, Paul e Ringo gravarem uma música.
Isto pode ser alvo de críticas, sim. Podem até dizer que isso é comercialismo. Mas eu creio que entendo o que eles sentiram. Na morte, no fim, talvez precisemos de uma certa pajelança, enfim, de cantar para nossos espíritos. E deve ser por isso que Paul dedicou “Here Today” a Lennon no show de São Paulo. Sim, Paul também sabe que trinta anos se passaram, e eu também sei. E como todo tempo é morrer um pouco, precisamos de música, de arte para que a verdade não nos destrua.
Aqui, hoje. Mesmo que volta e meia nosso coração volte a 30 anos atrás, não ao Dakota, mas à Praia de Botafogo.
Here Today
Paul McCartney
And If I Say I Really Knew You Well
What Would Your Answer Be.
If You Were Here Today.
Ooh- Ooh- Ooh- Here To - Day.
Well Knowing You,
You'd Probably Laugh And Say That We Were Worlds Apart.
If You Were Here Today.
Ooh- Ooh- Ooh- Here To - Day.
But As For Me,
I Still Remember How It Was Before.
And I Am Holding Back The Tears No More.
Ooh- Ooh- Ooh- I Love You, Ooh-
What About The Time We Met,
Well I Suppose That You Could Say That We Were Playing Hard To Get.
Didn't Understand A Thing.
But We Could Always Sing.
What About The Night We Cried,
Because There Wasn't Any Reason Left To Keep It All Inside.
Never Understood A Word.
But You Were Always There With A Smile.
And If I Say I Really Loved You
And Was Glad You Came Along.
Ooh- Ooh- Ooh- For You Were In My Song.
Ooh- Ooh- Ooh- Here To - Day.
7.12.10
Novas ideias, antigas aporrinhações
O advento da Internet modernizou as facilidades e conveniências mas ao mesmo tempo deu novo verniz às aporrinhações que estas conveniências sempre trouxeram. Um exemplo disto é o "Atendimento On-Line" do Submarino. Não sei se é a lentidão no sistema, se é o tipo de regra do atendimento, só sei que foi muito difícil comunicar uma solicitação que eu vou resumir em TRÊS linhas:
NÃO CONSEGUI RECEBER O PEDIDO NA MINHA CASA POR FALTA DE HORÁRIO E QUERO QUE SEJA ENTREGUE NA CASA DA MINHA MÃE.
Segue o diálogo, no qual evidentemente protegi o nome do operador do sistema.
SUBMARINO:
Olá Gustavo de Almeida. Em que posso ajudar?
Gustavo de Almeida:
Olá
Gustavo de Almeida:
o meu pedido 172958463
Gustavo de Almeida:
recebi um email informando o que houve (eu já sabia)
SUBMARINO:
boa tarde
Gustavo de Almeida:
mas eu precisava saber o seguitne: como eu faço para informar ao Submarino um NOVO endereço de entrega do pedido 172958463
Gustavo de Almeida:
?
Gustavo de Almeida:
resumindo, queria fazer o reenvio do pedido 172958463 mas com um outro endereço, pode ser?
SUBMARINO:
Por favor, aguarde um instante, pois irei verificar.
Gustavo de Almeida:
ok
SUBMARINO:
qual o motivo da mudança de endereço?
Gustavo de Almeida:
as tentativas frustradas (3) me obrigam a incluir um endereço onde eu sei que terá gente para receber pelo menos um dia inteiro
Gustavo de Almeida:
eu cadastraria o da minha mãe para receber
SUBMARINO:
o endereço AVENIDA XXXXX, bairro XXXXX, o senhor se encontra neste endereço?
Gustavo de Almeida:
não no momento, mas este é o meu endereço cadastrado
Gustavo de Almeida:
eu quero incluir um outro endereço para entrega
Gustavo de Almeida:
já que neste não consegui receber
SUBMARINO:
o senhor não mora mais neste endereço?
Gustavo de Almeida:
moro
Gustavo de Almeida:
mas não consigo receber neste endereço, logo, quero cadastrar o da minha mãe.
Gustavo de Almeida:
se preferirem pode ser entregue no meu trabalho
SUBMARINO:
momento
SUBMARINO:
Por gentileza aguarde mais um instante, pois continuo verificando...
Gustavo de Almeida:
sim
SUBMARINO:
o endereço é no mesmo municipio?
Gustavo de Almeida:
é no mesmo bairro
SUBMARINO:
qual o endereço?
SUBMARINO:
rua, bairro, Cep municipio e estado
SUBMARINO:
ponto de referencia
Gustavo de Almeida:
Rua XXXXXX, numero 43434343 apto 343434343, CEP 20000000
Gustavo de Almeida:
Ponto de referência, depois do Restaurante XXXXXX
SUBMARINO:
municipio e estado
Gustavo de Almeida:
Rio de Janeiro RJ
SUBMARINO:
já encaminhei para o setor de entregas e peço que aguarde 2 dias úteis sobre seu pedido para posicionamento.
SUBMARINO:
Posso ajudar com mais alguma informação?
Gustavo de Almeida:
só uma última coisa: isto significa que vai demorar dois dias para o envio ou dois dias para decidir se vão fazer a mudança de endereço?
SUBMARINO:
2 dias úteis sobre a solicitação***
SUBMARINO:
e a data de entrega será enviado ao seu e-mail.
Gustavo de Almeida:
ok, obrigado
***Para esta resposta eu só podia dizer "ok, obrigado", já que não consegui saber se a operação foi concluída. Agora, experimenta atrasar a fatura do seu Cartão Submarino. Você vai se sentir igualzinho a Joseph K.



