Campeonato Paranaense - 2ª rodada
por Felipe Lessa01h55
Corinthians 1 x 2 Atlético
O fato de respirar o ar do estádio mais puro da capital paranaense não foi suficiente ao Corinthinhans, que até chegou a estar vencendo. Adriano Gabiru, depois de renegado no Atlético, planejou sua doce vingança abrindo o marcador. Na condição de quem quer moer o dono do pacote de bolacha que não veio na cesta de natal, ele foi pro pau contra o clube que o revelou para o estrelato. Estava dando certo e a glória era questão de minutos. No entanto, Gabiru passou a se jogar e fazer manha. Perdeu, meu camarada. Enrolou tanto que Henan e MADson foram os únicos a rolar de alegria nas ribanceiras do ecostadium.
Iraty 2 x 2 Roma Apucarana
A gripe pegou feio o time do Iraty. Na noite que antecedeu o jogo, teve jogador que precisou ir ao hospital tomar soro pelo resfriado. Na base da vontade e sacrifício, porém, o time entrou em campo. Logo sentiu dois baques, aplicados por Warley e Paulo Sergio. Porém, não lembrava o time da capital do boné é que o treinador do Azulão é capaz de fazer o mais apático dos jogadores bailar. E no ritmo da influenza de Gilberto Pereira, Willian e Bruno empataram pro Iraaatchim!
Coritiba 3 x 1 Paranavaí
Ganhar de um time medroso e sem ambições foi apenas um dever pro Coritiba. Afinal, diante do Paranavaí, o Couto Pereira pareceu tão imenso quanto o Maracanã pra qualquer time pequeno que disputa a Copa do Brasil. No primeiro gol, feito por Pereira de cabeça, a zaga parecia não ter combatido o jogador coxa por estar admirando o Alto da Glória. No mesmo ritmo, Marcos Aurélio marcou mais dois, fechou a tampa do caixão.... e mesmo assim ainda houve tempo pro Tático, que descontou pro Vermelhinho, comemorar no cemitério. Que loucura.
Rio Branco de Paranaguá 2 x 0 Paraná
Nada pode parar o Leão de Walmir Gomes. Nem mesmo o Paraná, que já nasceste gigante, mas saiu do Caranguejão rastejando como um frágil passarinho. Negreiros, o rei das baladas parnanguarás, abriu o placar. Eduardo Sales terminou de depenar a gralha. “Solta o Leão!”, gritava a torcida.
Cascavel 0 x 1 Operário de Ponta Grossa
Lisa, o lateral direito, esteve em campo no Olímpico Regional. O Operário de Ponta Grossa sapecou a Serpente em Cascavel. O gol foi uma pintura, ao menos astuta, de um fantasma que vagou entre dois cascavelenses na pequena área e mandou a bola com categoria para o fundo das redes. Pois é, mas o gol não foi de Lisa. Ele nem sequer participou da jogada. Cambará é o nome da fera. Coisas do futebol.
Arapongas 1 x 2 Cianorte
O Arapongão entrou em campo com banca, pois havia derrotado o Atlético. Mas sentiu o mesmo drama do Londrina e do Engenheiro Beltrão em 2010. Foi obrigado a estrear sua trajetória no Waldemiro Wagner, em Paranavaí. Tragédia! Assim como o Tubarão e o Caçula, estrear o ano na casa do Vermelhinho não deu certo. No campo neutro, Thiago Santos abriu o placar pro Leão do Vale, Wellington empatou pro Arapongas, mas Alexandre deu números finais a favor do “visitante”.
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