Sobre Washington, Atlético e Fluminense
por Ana Carolina Moreno15h33
Por Napoleão de Almeida
A partir deste 21 de maio, uma sensação de Déjà Vu toma conta de torcedores de Atlético e Fluminense. A história dos clubes – que têm como mascotes dois cartolas – é divida por muita rivalidade desde a história do rebaixamento dos tricolores em 1996 e a quase morte do goleiro Ricardo Pinto, ex-Flu e eterno ídolo do Furacão.
Mas um nome faz questão de unir, nem que por um segundo, as duas torcidas, ao longo dos anos: Washington.

Em 1983, Washington fez miséria no Atlético e por pouco, por um gol apenas, não foi campeão do Brasil. Parou no Flamengo de Zico, que atropelou o Santos. À época, foi a melhor campanha do Furacão. Washington partiu para o Rio e de novo ao lado de Assis, conseguiu o que não havia feito pelo rubro-negro no Tricolor: foi campeão brasileiro em 1984. Washington assistiu a rivalidade criada entre os times como a exceção que comprova a regra: é atleticano e fluminense, marcado na história dos times.

A vida se repete. E nos ensina muito via futebol.
Em 2004, desacreditado e quase morto, um outro Washington chegou à Baixada. Passou um ano recuperando o Coração Valente que tem. Fez miséria no Atlético, se tornando o maior artilheiro da história dos Campeonatos Brasileiros, com 34 gols. Por pouco, por dois pontos, não foi bicampeão brasileiro pelo Furacão. Partiu para o Japão e retornou ao Brasil encabulado, para defender o Fluminense, clube rival àquele que prometeu voltar. Mas na noite de 21 de maio, Washington ganhou uma nova paixão.

É impossível que esse guerreiro, que conquistou caxienses, ponte-pretanos, paranistas, atleticanos e japoneses, agora, não tenha colocado o Fluminense em seu coração. O amor pelo Atlético segue, tenho certeza. Foi no Furacão que ele encontrou o que precisava para seguir vivo e jogando. Mas a vida o levou ao Flu. E a partir dessa semi-final de Libertadores, Washington dividiu-se pra sempre entre Flu e Atlético, não tenho dúvidas. E o torcedor tricolor também já adotou Washington.
Se a escrita se mantiver, a América terá em breve um campeão de três cores.

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Comentários:
E o Choco e o Raul que foram tirados do CT do coxa, com promessa de casa para a famílio. Até hoje o Nino, pai do Raul, está esperando o dinheiro.
Quem lembrou do Dr. Costantino Costantini, Argentino que torce pelo J. Malucelli.
por favor...
ELE VAI MARCAR SUA PASSAGEN NO FLUZÃO COM O TITULO
DA LIBERTADORES E DO MUNDO