De Primeira: Futebol, Futebol e Futebol

RSS

Foto ilustrativa

Fev 17

Exclusivo: o livro de René Simões sobre o Coritiba

por Equipe De Primeira22h48

por Napoleão de Almeida

René Simões marcou época no Couto Pereira. Mais do que devolver o time à Série A nacional, o técnico resgatou o orgulho coxa-branca. René deixou uma ótima imagem e muitos amigos. Entre eles, esse escriba*, que recebeu de René dois capítulos do livro sobre a campanha do Coritiba na Série B 2007.

Atualmente técnico da Seleção da Jamaica, René tem escrito o livro nos intervalos da preparação do novo time. Ele mandou a todos, em especial os coxas, um enorme abraço e disse que se o livro demorar a sair, é em função do trato que ele quer dar à obra, que ainda não tem nome.

Vou apresentar dois capítulos. No primeiro, René conta os bastidores do acidente com o meia Juninho e o jogo contra a Lusa, em São Paulo, no primeiro turno. Divirta-se.

Próxima batalha: Portuguesa x Coritiba

No retorno aos treinos na quarta feira, dia após o jogo do Avaí, recebi a notícia de que o Juninho, volante, havia batido com o carro e estava hospitalizado. É claro que sempre nessas horas as notícias crescem e todos são rotulados como bêbedos, irresponsáveis, e outras coisas mais. Na reunião que sempre fazíamos com o grupo no vestiário antes do treino, explodi com o grupo, pois achava inaceitável termos esse tipo de problema, dias após ao acidente de um jogador do Atlético, onde teve vitima fatal no carro dele. Falei para eles: no dia seguinte ao acidente do jogador do Atlético tivemos uma conversa sobre o uso de bebidas e direção, cuidados e noites que pudessem comprometer a imagem de vocês e de todo o trabalho e, hoje, tenho essa noticia? Fiquei louco.

Tentei saber a que horas foi o acidente e as circunstâncias. As respostas não estavam todas lá, busquei através de amigos as respostas oficiais e as obtive, todas. Houve um erro de comportamento dele, do Juninho. A primeira providência que ouvi do clube é que o contrato do jogador seria cancelado. Tive uma briga feia, pois só eu sabia dos fatos reais, todos estavam com hipóteses; até mesmo os que estavam com as hipóteses corretas, eram só hipóteses. Não aceitei e foi uma discussão feia. Ninguém sabia exatamente o que estava acontecendo com o jogador e sua família. Queria resolver primeiro o problema do ser humano, depois resolveria o do profissional e seu erro ou acerto, seja lá o que fosse.

Acabei o treino e no caminho para minha casa resolvi visitar o Juninho, soube que ele estava no Hospital Evangélico. Pedi ao nosso ajudante de ordem, o preparador físico Denis, sempre prestativo em tudo, que me acompanhasse até o hospital. Ao chegar lá, a primeira surpresa era a fila de espera para poder entrar no hospital. O guarda, gentilmente nos chamou no canto e nos deu a senha para entrar, esperamos nossa vez e entramos. Levei um choque, não deveria, mas levei com as condições da enfermaria. Mesmo as condições sendo, numa análise mais apurada, bem melhores do que as dos hospitais públicos do Rio, me assustou o quadro. O problema é que vivemos num pais em que a saúde ainda não é prioridade, assim como a educação. Tenho certeza de que com o desenvolvimento do Procon e nossa capacidade de cobrar pelo que pagamos e temos direito, esta situação vai mudar.

Minha primeira pergunta ao Juninho era por que ele estava na enfermaria se todos no Coritiba tem plano de saúde da Amil?! Ele falou que o Dr.Valmir tinha estado lá pela manha e disse-lhe que providenciaria a troca para o quarto. Disse-lhe que ficasse tranqüilo, pois eu não sairia de lá antes que ele fosse removido para um quarto particular. Desci, fui à administração do hospital e me informaram que nada podia ser feito naquela hora da noite, vinte horas.

Deus é sempre bom comigo. Tenho uma amigo, Dr Paulo, para mim Bigode; jogamos pelada aos sábados e ele é da diretoria da Amil. Liguei para ele e no mesmo instante ele ligou para o Dr.Motid Domit, falava comigo e com o Dr.Domit ao mesmo tempo. Imediatamente o Dr.Domit me ligou, expliquei a situação para ele. Por obra divina, apesar da hora, ele ainda estava no escritório da Amil. Não havia nenhum pedido de transferência para o Juninho, ele me informou. Meu amigo, o que faremos então, perguntei?! Ele, imediatamente ligou para o hospital e fez tudo pelo telefone, em menos de meia hora estávamos, eu, Denis, Hugo (do time e muito amigo do Juninho) e a esposa do Juninho dentro de uma suíte.

A transformação do Hugo no dia seguinte foi enorme, era outro jogador no treino e passou a ser titular. Mantivemos o Juninho no elenco, claro que depois de tratá-lo e de ensaboá-lo com uma boa admoestação sobre o que tinha feito. Não recebeu o salário no mês seguinte, passou um grande aperto. Só viu a cor do dinheiro quarenta dias depois, tudo lhe foi pago, mas o aperto serviu-lhe como uma punição. Ele era muito querido pelo grupo e isso fortaleceu o nosso espírito de família. Primeiro o ser humano, depois o profissional.

A Portuguesa, na minha opinião, tem a torcida mais aborrecida do futebol brasileiro. Eles nunca estão satisfeitos com nada. Por ser um clube de colônia, as brigas são inúmeras. Falo isso, mas jamais deixarei de retribuir o carinho, a coragem e a competência do presidente da lusa por muitos anos, Dr. Oswaldo Teixeira Duarte (OTD). Foi um homem que deu impulso à minha carreira me tirando do modesto e querido Mesquita da Baixada Fluminense, e me colocando no vice-campeão paulista de 1985. Foi uma honra trabalhar com ele e num clube tão tradicional e tão querido por todos. Aprendi muito com a experiência e rabugice dele, serei eternamnte grato in memorian. Ao chegar em São Paulo fiquei mais preocupado do que já sou ao ouvir os comentários de um de meus olheiros em São Paulo, ex-jogador e com ótimo olho para ver jogadores e times.

Ele me disse: Vi o jogo da Portuguesa e depois do Marilia, seu time não tem chance contra eles, são melhores e mais organizados dentro de campo. Isto era mais de meia noite, véspera do jogo com a Lusa. Passei uma noite ruim, super preocupado, será que eu estava vendo errado? Escutei tudo o que ele me dizia e só perguntava, pedia explicações, ouvia muito e falava pouco. Falou dos nossos laterais, já sabíamos, falou da nossa criação, de nossa saída de bola e do baixo poder do ataque em finalizar, e na falta de posse de bola lá na frente para defesa respirar. Já sabíamos e eram essas posições que pedíamos ao clube e procurávamos. Um lateral, um meia de criação e um meia defensivo com boa saída de bola, e um centroavante de oficio, com poder de parede (finalizar, fazer tabelas e segurar a bola no ataque). Depois desse jogo onde confirmaríamos quase tudo o que ele disse e já sabíamos, a luz amarela acendeu.

Preleção

- Cuidado com as constantes faltas deles, param sempre o terceiro passe consecutivo, não permitem evolução e contra ataques. Bater o mais rápido possível a falta, quem vem de trás pega a bola e cobra a falta, os da frente se preparam para recebê-la e surpreender a defesa. O Diogo, centroavante, tem que ser marcado individualmente no lado que cair para jogar. Atenção nas descidas dos laterais, fechar a porta sempre com um homem do meio ajudando o lateral correspondente do nosso time.

- Marcação dois, ou seja, os dois centroaavantes marcam da intermediária para trás e se projetam nos passes errados do adversário.

- Fechar a diagonal da defesa para o ataque, evitando que os defensores liguem os atacantes da lusa rapidamente. Eles jogam com uma ligação de trás para frente muito rápida, passam pouco pelo meio campo.

- Dobrar a marcação nas laterais, eles atacam muito por aqui. Saí com o Anderson Lima na lateral para fechar melhor as laterais do campo.

Está na hora de acabarmos com essa história de time de pijama, temos condições de jogar em qualquer lugar e sairmos vencedores. Chegou o dia, SHOW TIME.

Campeonato Brasileiro da Série B - 17ª rodada

Portuguesa de Desportos 3 x 1 Coritiba
Data: 07/08/2007, terça-feira
Horário: 20h30
Local: Estádio do Canindé, em São Paulo (SP)
Renda: R$ 34.525,00
Público: 2.949 pagantes

Portuguesa:
Tiago; Bruno, Marco Aurélio e Halisson; Wilton Goiano, Dias, Raí (Alexandre), Preto (Miltinho) e Leonardo; Clayton (Joãozinho) e Diogo.
Treinador: Vagner Benazzi

Coritiba
Vanderlei; Anderson Lima, Henrique, Leandro e Douglas Silva; Careca (Jeci), Rodrigo Mancha, Pedro Ken e Caíco (Dinei); Keirrison e Anderson Gomes (Hugo)
Treinador: René Simões

Gols: Diogo (POR), aos 9 do 1º tempo; Diogo (POR), aos 21 do 2º tempo; Marco Aurélio (POR) aos 34, do 2º tempo; Hugo (CFC), aos 38 do 2º tempo;

Cartões amarelos: Rodrigo Mancha, Careca (CFC), Halisson, Dias, Rái, Diogo (POR)

Árbitro: Willian Marcelo de Souza Nery/RJ
Assistente 1: Marco Aurélio dos Santos Pessanha/RJ
Assistente 2: Ronaldo Cristino Kenupp/RJ
4º Árbitro: Guilherme Cereta de Lima/SP
Observador: Dionízio Roberto Domingos/SP

Nada poderia ser pior durante todo o ano do que nossa atuação neste jogo. Não tínhamos Gustavo e Henrique Dias para o jogo. Saí com Keirrison e Anderson Gomes na frente. A bola não parava lá na frente, a defesa não respirava, o meio ficou sem saber o que fazer e foi sufoco o tempo todo, não demorou e eles fizeram um a zero.

Nosso meio não dava três passes, não pela falta que eles normalmente cometem, mas por nossa deficiência técnica neste jogo. Mexi no time e não adiantou, coloquei o Hugo - apesar de segurar mais a bola, o jogo foi uma triste sucessão de erros infantis nos gols deles. O Hugo fez um gol e gostei da atitude dele. Talvez ele estivesse começando a ser um jardim com flores.

Minha preocupação aumentou e meu cargo balançou. Nestas horas existem especialistas em fazer com que você saiba que não está seguro. Que poderá perder seu cargo a qualquer outra derrota. Trabalhei com poucos assim, mas agora eu tinha o meu especialista em fazer isso. Eles tentam com que você fique inseguro e abra a guarda para que eles se projetem e tomem conta de tudo. É uma covardia, pois dirigir qualquer grupo ou time sem colocar a cara para bater nas derrotas é muito fácil e cômodo.

Teríamos quarta, quinta e sexta para digerir, corrigir e fazer algo diferente para enfrentarmos o Marília, segundo colocado, 4 pontos à nossa frente e invicto no seu campo, onde seria o jogo. Foi impossível dormir naquela noite.

Nesta fase da vida, minha preocupação não é mais com o emprego, já não preciso dele para sobreviver financeiramente, mas é o amor pelo futebol, o respeito pela profissão e tem também o lado humano, nunca é bom falhar. Como vencer é questão de decisão, decidi que venceria. Não sabia como, mas tinha que tomar aquela decisão,entregar os pontos jamais. Fiquei longe de quem tem conversa ruim, nesta horas fico muito cego e às vezes bem grosso com esse tipo de pessoas.

Próximo capítulo: Marília x Coritiba

*Agradecimentos especiais à jornalista Ruthe Précoma.

21 comentários
EsportesFutebolLivrosSérie BFutebol ParanaenseJornalismo


Posts similares:
A última chance
Virada lusitana
O Caminho dos campeőes

(Os comentários abaixo exprimem a opinião dos visitantes, o autor do blog não se responsabiliza por quaisquer consequências e/ou danos que eles venham a provocar.)

Atalho pra o formulário

Comentários:


Comentário de: Jones Rossi Email

Parabéns pelo furo, Napo.

PermalinkPermalink 18.02.08 @ 15:39



Comentário de: Andre

Sensacional! Irei comprar este livro com toda a certeza...

PermalinkPermalink 18.02.08 @ 20:17



Comentário de: joão bongiovi

Grande René! A torcida coxa retribui o carinho, com muita saudade!
Parabéns pelo livro e boa sorte com a seleção da Jamaica! Torcemos pelo seu sucesso!

abraços!

PermalinkPermalink 18.02.08 @ 20:18



Comentário de: durval ferreira da costa

ja havia ouvido sobre o livro que RENE SIMOES está escrevendo sobre o CORITIBA, porém como sempre fui um fã do trabalho do RENE até mesmo antes dele ser tecnico do coxa, gostaria muito de entrar em contato com ele através de email, ou que ele entre em contato comigo através do meu email durvalfercosta@hotmail.com, muito grato se for possível, e parabens pela matéria.

PermalinkPermalink 18.02.08 @ 20:21




O Napo vai encaminhar seu e-mail, Durval.

PermalinkPermalink 18.02.08 @ 23:06



Comentário de: Fabricio Grzelak

Interessante, mas acho que o Coritiba já viveu momentos melhores para escrever um livro, o de 1985 por exemplo. Os campeões de 1985 nunca são lembrados pela diretoria Coxa.

PermalinkPermalink 18.02.08 @ 23:08



Comentário de: Equipe De Primeira Email

Durval;

Não fui autorizado a passar o e-mail, mas vc pode me mandar um e-mail que eu o encaminho e, a partir dali, ele pode te responder diretamente.

napoalmeida@yahoo.com.br

PermalinkPermalink 18.02.08 @ 23:08



Comentário de: Felipe Lessa Email

seria melhor escrever sobre os reggae boys...

PermalinkPermalink 19.02.08 @ 09:43



Comentário de: Nathalia

Boa Rene
adorei o trecho do seu livro !

PermalinkPermalink 19.02.08 @ 21:53



Comentário de: Ricardo

Parabens Rene e muito mais sucesso por onde passar, nós torcedores do COXA sabemos oq vc passou por aqui, trabalhar com muitos dirigentes e cunhados da vida remando na direçao contraria, pensando somente nos seus egos e interesses pessoais, imagino eu que nao foi nada facil pra vc

Mas a comissao tecnica e elenco conseguiram superar tudo isso com uma bela dose de conhecimento tecnico e pricipalmente de conhecimento do ser humano, blindando o elenco dos (se Deus quiser) extintos parasitas do Alto da Glória

Espero ancioso pelo lançamento do seu livro e quem sabe um retorno ao Alto de tantas Glórias

Um abraço em nome da maior torcida do estado, mais vibrante e mais apaixonada torcida do Brasil

Coritiba Eternamente

PermalinkPermalink 19.02.08 @ 22:33



Comentário de: Aru Sfair

René, a torcida alviverde será eternamente grata a vc e seu trabalho em 2007.
Sucesso e bençãos, vc merece!

PermalinkPermalink 19.02.08 @ 23:15



Comentário de: Lauro Katsumi

Rene
O que te diferencia da grande maioria dos profissionais do mundo do futebol é a sua capacidade de trabalhar com o ser humano, sem perder o foco no resultado do negócio. Isso chamamos de competência. Hoje muitos profissionais que tanto lhe criticaram em 2007 se calam, simplesmente para não admitir que você estava certo.
Grande abraço e Deus lhe acompanhe.

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 08:31



Comentário de: Felipe Lessa · http://www.interney.net/blogs/deprimeira

Aos Coxa-brancas...

http://www.minhascamisas.com.br/wordpress/2008/02/20/breve-reflexao-sobre-a-decencia/

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 18:43



Comentário de: Diego

Preparem-se, vem um ótimo livro por aí!

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 09:34



Comentário de: gilberto alves de oliveira

Admiro muito o trabalho do Sr. Renê Simões. É uma pessoa especial e um técnico extraordinário. Tenho certeza de que será considerado em futuro bem próximo um instrutor de futebol tão bom quanto foi Telê Santana. A sua humanidade me parece que o distingue dos técnicos já consagrados pela imprensa, ou melhor, pelos que gostam de futebol como o esporte mais atrativo do mundo.É fácil falar dele, embora não o conheça pessoalmente. Parece-me e deve ser um homem de muita fé. Só uma pessoa assim transmite tamanha aceitação do seu trabalho. Não tem arrogância. Mas transforma o ambiente. É carismático. Se eu fosse um Sheik ou um rico Russo, chamaria Renê e o contrataria por 5 anos e diria fique a vontade. Comande do modo que quiser o meu time principal e outras categorias, porque "eu confio plenamente em você". E tenho certeza que haveria notável acréscimo, porque ele tem bala na agulha e merece toda a confiança, porque conquista os que trabalham a seu lado. Só precisa que não o atrapalhem: as "vaidades dos cartolas". Esses sim, um mal necessário, mas cheios de orgulhos do cargo e a espera de aplausos. Que vá! Renê, permita-me chamá-lo assim, jamais me enganei a respeito de pessoas especiais. Não tenho nenhum compromisso com a humildade, nesses casos. Deus que o ajude sempre, em todos os momentos de sua vida, porque você deu certo e nós agradecemos por isso. Gilberto

PermalinkPermalink 01.12.08 @ 23:30



Comentário de: Ga

Pessoal,

Como consigo um autógrafo do René Simoes! Comprei seu ultimo livro - Do Caos ao Topo, uma odisséia coxa branca -
Quem puder me ajudar, agradeço!

PermalinkPermalink 12.01.09 @ 23:09



Comentário de: JOÃO LUÍS PACHECO MARINHO

SR. RENÊ SIMÕES,
Não fique inventando, lance logo o Mariano e o João Paulo. Nunca
mais faça estas substituições Conca e Leandro Bonfim. Contra
o Caxias você acabou com nosso meio de campo. Desloque o
Wellington para a cabeça da área no lugar do Jaílton. Está na ho-
ra de dar uma chance para o Xandão.

PermalinkPermalink 06.02.09 @ 11:27



Comentário de: luciorenatokowalski

oi rene quero voce de novo no alto dfa gloria sou coxa ea nossa torcida toda quer o sr.um abraço lucio

PermalinkPermalink 22.04.09 @ 18:51



Comentário de: Osvaldo Ribeiro

Rene me mande um E-mail vou te dar umas dicas do coritiba do qual conheço bem sou treinador de futebol trabalhei no Atlético departamento amador e fomos campeão de aspirantes em 1977 depois fui para o colorado como supervisor departamento amador e tive uma passagem pelo coritiba junto com Hélio alves no departamento amador como estáqgiario, meu telefone é 9628-2317 celular e casa 3364 2347 curitiba quero te passar umas dicas do coritiba profissional torço por voce eu tenho uma foto de uma palestra que voce feis no J.Malucelli boas vindas Osvaldo Ribeiro.

PermalinkPermalink 24.04.09 @ 10:23



Comentário de: Osvaldo Ribeiro

Rene me ligue fone 041 9628-2317 casa 3364-2347 quero te passar algumas dicas sobre o Coritiba boas vindas abraço Osvaldo Ribeiro Treinador.

PermalinkPermalink 24.04.09 @ 10:27



Comentário de: Celso Faustino

Oi Rene, foi uma gratíssima surpresa poder mandar este recado para vc de admiração primeiro pelo amigo, pelo homem honesto,pelo profissional competente que me inspira em algumas atitudes que as vezes preciso tomar e pelo profesor que me repreendeu em um momento de minha vida que apesar de me pejudicar na quele momento da minha vida dentro do futebol me fez entender que a brincadeira não pode ocorrer no momento de trabalho e esta é uma marca que levo dentro da minha vida profissional graças a vc.Quero te desejar muito mais sucesso do que vc já conseguiu em sua vida pessoal e profissional e se houver possibilidade faça contato ou deixe uma forma mais informal para que possamos conversar pois queria estar mais perto deste amigo que tanto me enssinou mesmo acho eu sem saber. Celso Faustino (ex: Somley "e ppr falar nisto o Otto faleceu", Olaria). Um grande abraço. prof_celsof@hotmail.com

PermalinkPermalink 09.01.10 @ 15:12



Deixe seu comentário:

Seu endereço de email năo será exibido nesse site.
Sua URL será exibida.

Contato

blogdeprimeira@gmail.com

Busca

Twitter

InterNey Blogs