Tradição
por Equipe De Primeira18h08
Por André Pugliesi
Sou um tradicionalista da bola. Convicto. Vejo todas as alterações no futebol com extrema desconfiança - sejam lá de que área ou qual amplitude alcancem. A princípio, não gosto. Por exemplo: numeração acima de onze nas camisas. Abominável. Vinte e cinco? Noventa e nove? Nada a ver. O goleiro reserva é o doze e assim consecutivamente, até o sexto bancário que fecha com a 17. E na linha não precisa nem falar.
Outro fenômeno, mais recente, tem me incomodado. Que onda é essa de jogador usar munhequeira? No início entendi como um arranjo de esparadrapo visando proteger alguma correntinha que não poderia sair do punho. De repente virou bagunça. Repare como agora é moda entre os boleiros. Bom, não tem nem muito o que falar, basta resumir no português correto das arquibancadas... trata-se de uma tremenda viadagem.
No mais, até quando a Rede Globo vai insistir na pegadinha de trocar o Léo Batista pelo Tadeu Schimidt na apresentação dos gols do Fantástico? Já perdeu a graça...
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