André Fiori, faça um blog!
29.05.07
Quem acompanha nosso blog desde os primórdios deve conhecer o André Fiori, afinal, ele é um dos nossos comentaristas mais assíduos.
Mais que um simples comentarista, o André é jornalista e revisor competente, de texto límpido e opinião forte. Além de ser amigo pessoal da gente - foi ele quem indicou nosso Cintaliga em uma coluna da revista Universo Masculino, lembra?
Acontece que os comentários do André não são simples comentários. Pela extensão e pelo teor os comentários dele são posts e dos bons! Por isso tivemos a idéia da campanha "André Fiori, faça um blog!", afinal, um blogueiro de primeira linha como ele está perdido em nossa humilde caixa de comentários e apesar de ser uma honra para nós contar com ele seria também um enorme egoísmo não dividir tamanha personalidade e criatividade com você.
Então, participe! Para o bem da blogosfera brasileira, seja mais um a bradar "André Fiori, faça um blog!" Seremos as madrinhas, claro.
Pra comprovar que nossa campanha é seriíssima, a seguir, um Top 5 dos comentários do André aqui no Cintaliga! ![]()
JANELA DA ALMA - Sugeri este texto para um fulano que insiste em acreditar que tudo é culpa do sistema machista e patriarcal (assim como temos comunistas que põem no capitalismo corrupto a culpa pela topada que deram com o dedão do pé em uma pedra em um bosque). No caso, o cara quer porque quer me convencer de que a Cicarelli foi totalmente usada nessa história do bloqueio do YouTube (em resposta a uma hipótese que levantei de que a ex do Ronaldinho possa ter feito uma sofisticada manipulação em que Tato Malzoni possa ter sido boi de piranha). Pô, e falamos do ser mulher, condição que nada tem a ver com qualquer tipo de deficiência, mas que como qualquer condição, não é salvo-conduto para qualquer outro lance, como ser chata, manipuladora, etc.
Pior de tudo é ser acusado de coisas das mais diversas simplesmente por abordar algo que envolva alguém de um grupo que supostamente seria alvo de preconceito de todos os homens, agravando ainda mais se forem heterossexuais, caucasianos e crentes em uma fé abraâmica. Pô, sou homem, heterossexual, caucasiano e cristão (aliás, configuração que creio sofrer mais preconceito que muitos tidos como discriminados por aí, mas nem por isso estou impedido de ser ter amizades e em certa altura até esquecer do que possuem entre as pernas. Assim como não me impeço de ter contato e ser amigo de homossexuais (aliás, creio que o homem heterossexual que é amigo de homossexuais, principalmente se esses forem do sexo masculino, é visto com uma desconfiança daquela tanto por homens quanto mulheres). Assim como não me impeço de ter contato e ser amigo de judeus(ias) muçulmanos(as), wiccanos(as), ateus(éias) e por aí vai.
Sabe qual foi a pessoa que vi se posicionar mais contra cotas contra negros? Uma senhora retinta, muito inteligente e que faz pós em assistência social. Ainda sobre esse assunto, meu pai conta que na empresa em que ele trabalhava, uma multinacional, lá pelos idos dos anos 60 ou 70, contrataram um cara baseando-se em seu fenótipo. Meu velho conta que o cara era mais preconceituoso que qualquer pessoa que lá houvesse e rodou em pouco tempo, fora fechar portas para qualquer outra ação afirmativa. O que foi ótimo para os afrodescendentes competentes, sendo que um ex-colega dele com raízes nessa parte do Velho Mundo hoje encontra-se em cargo altíssimo, é bastante competente e muitíssimo simpático.
Sinceramente, cada vez mais tenho a convicção de que quando se coitadiza algum setor da sociedade, integrantes mais malandros desse setor irão se aproveitar da vista grossa e do relativismo a que submetem o coletivo em que se enquadram para levar vantagem em tudo e, caso flagrados fazendo uma merda qualquer, apelarão para o setor ao qual pertencem e acusando quem fez o flagra de opressor e outras. Um exemplo simples de coitadização está na maneira como tratamos nossos menores infratores. Aliás, há uma belíssima quantidade de malandros que sacaram serem inimputáveis e estão fazendo barbaridades. Outro exemplo de pessoas que lucram com a coitadização a eles dirigida está o governo de Israel, que insiste em acusar de nazista e anti-semita qualquer um que a ele se oponha.
Outra coisa que não suporto é, como disse a colega que dá aula para crianças portadoras de síndrome de Down, querer dizer que um filho deficiente é uma bênção para os pais que o têm. Caramba, todo filho, independente de como for, pode ser uma bênção, assim como pode ser uma maldição se trilhar um caminho errado e fazer seus pais chorarem.
Uma vez conversei com a Pat a respeito de assassinatos em periferias pela perspectiva de quem conhece um pouco que seja as bocadas da vida e não usa óculos de lentes cor-de-rosa. Na maioria absoluta das vezes, o(a) assassinado(a) estava envolvido(a) em umas fitas podres nas quais poderia se envolver qualquer um, independente de classe e lugar geográfico em que o domicílio em que assiste estivesse.
Ah sim, em tempos: Lampião, assassino de mão cheia e chefe de quadrilha, era caolho. Há famiglie mafiose cujo capo está em uma cadeira de rodas. Será que o fato de serem deficientes é salvo-conduto para fazerem o que fazem ou fizeram?
JORNALISMO:MUITO MAIS QUE UM DIPLOMA - Se a Pat é contra. Contra, contra e contra, eu sou a favor. A favor, a favor e a favor.
Primeiramente, levemos em conta que aqui é Brasil, terra com tecnologia de ponta em malandragem e avançados estudos da lei de Gérson. E o Brasil não é só São Paulo. O Brasil só é Sudeste mesmo para a CBF que quer reduzir o Brasileirão para 20 clubes, esquecendo-se que o Brasil é maior que toda a Europa ocidental. Se alguém aqui ainda acredita que o jornalismo das antigas era melhor, que leia "Cobras Criadas", ótimo livro de Luiz Maklouf de Carvalho. Duvido que continuem com a mesma opinião.
Vale lembrar que em tempos não-diplomados, tínhamos apuradores analfabetos, gente que conseguia o registro de jornalista para ficar isenta de Imposto de Renda, fora carteiradas diversas. Sim, para quem ainda piamente acredita que só existia um ataque de clones de Cláudio Abramo, que tire os óculos com lentes cor-de-rosa, jogue-os no chão e pisoteie-os. Se possível, passe com um rolo-compressor em cima dos mesmos para tirar quaisquer tentações de levá-los para consertar. "Acorda, sangue-bom, aqui é Capão Redondo, tru, não Pokemon" (Racionais).
A outra é a trajetória normal dos ofícios e seus fazeres. Lembremos que dentes e mais dentes foram estragados pelos dentistas práticos. Para um bom profissional da área, havia uma infinidade de açougueiros. A outra é a contínua especialização dos ofícios e a divisão dos mesmos em outras especialidades. Em outras épocas, filósofos e cientistas eram uma coisa só, o mesmo valendo para astrônomos e astrólogos. Alguém aqui ainda se arrisca a dizer que hoje são ofícios indistinguíveis?
Não podemos pensar em casos individuais ou localizados, mas sim na média de uma profissão. Pode haver ANALfaburros (caixa alta proposital) funcionais na faculdade da Patrícia ou da Luciana? Sim, assim como houve na minha. Um exemplo simples e constatado na construção civil: pedreiros com segundo grau completo são mais eficientes no trabalho que os iletrados. Pode haver um iletrado eficientíssimo? Pode, mas isso não significa que ele será a regra, assim como pode haver um com segundo grau completo que seja uma anta completa. Estamos falando, isso sim de um coletivo. Pode haver Escolas Bases da vida no tempo do diploma? Pode, mas o número desses casos não se compara nem de longe aos ocorridos na tal época supostamente de ouro (repetindo: leiam "Cobras Criadas"). Lembremos também que, se a classe jornalística tem um ofício regulamentado, parte disso é por causa do diploma.
Lembremos que não é o fato de o diploma ser ou não obrigatório que significará que o ensino superior da área relacionada será melhor ou pior e que somente as faculdades boas é que sobreviverão. Ninguém precisa de diploma para ser empresário, mas nem por isso deixaram de existir péssimas faculdades de Administração. Todos precisam de diploma para ser advogado, mas isso não significa que só faculdades péssimas de Direito existam (elas existem e em alguns casos, seus alunos até conseguem a carteirinha da OA. O ensino superior não deixa de refletir o país. Se há uma multidão de ANALfaburros funcionais oriundos da aprovação automática e do pagou-passou nos graus abaixo, refletir-se-á no plantel médio de qualquer curso. E, claro, temos de levar em conta também a capacidade de escolhas das pessoas. Que há muito folgado no mundo, isso é verdade. E que enquanto tem gente pobre que vai para a faculdade, há alguns de seus iguais que ficam debochando e passam o dia inteiro jogando sinuca no bar.
É preciso pensar também no fato de que jornalista sempre ganhou pouco e que esses ganhos só aumentaram depois da obrigatoriedade do diploma. Sim, ainda há irregularidades flagrantes em nosso ofício, fora gente que trabalha de graça, mas isso já foi muito pior. Também temos de lembrar que o diploma ajudou a dificultar a entrada de legiões de apaniguados e outras picaretagens. Estamos no Brasil, lembremos.
Sobre multidões de ANALfaburros funcionais e oba-obas, isso nada tem a ver com diploma, mas sim com a fetichização de nosso ofício. Quando se fala de jornalistas, muitos logo pensam em Fátima Bernardes e William Bonner. Porém, esquecem-se de que a maioria dos jornalistas nem de longe chega a tal grau e do que é necessário para chegar a tal altura. Em parte, nós jornalistas também temos culpa, quando ficamos com aquela história de nos acharmos algo assemelhados a escritores, filósofos, escultures e outras afetações a quatro, sem saber que é isso que o patronato quer que nos achemos, em vez de sermos aquilo que somos: profissionais de um ofício regulamentado.
A outra parte que cabe a nós jornalistas é também termos maior união enquanto categoria e pararmos de ficar querendo que nosso igual de profissão vá se foder.
Voltando à questão do ensino do jornalismo em si, lembremos que comunicação virou ciência sim e que isso é importante. Quando sabemos o que envolve o trajeto emissor-receptor, isso nos ajuda muito a ter uma maior consciência do ofício. E isso é ótimo.
Outra coisa, e importante para as mulheres: o diploma lhes permite dar ainda mais argumento para serem contratadas por sua competência, e não seus corpinhos ou certas habilidades. Além disso, ajudou a sepultar e praticamente ir jogando pás contínuas de cal naquele conceito de que jornalista que era jornalista era aquele que se embebedava até cair, fumava desbragadamente e tinha o puteiro como lugar onde ia expandir o espírito. Será que as moçoilas aqui se sentiriam à vontade em um ambiente em que fossem vistas como algo semelhante a putas em vez de trabalhadoras de um ofício regulamentado? Posso até dizer que na atual situação do jornalismo, o sexismo pesa muito mais contra os homens do que contra as mulheres. Quem tiver dúvidas que veja nos 3.600 títulos brasileiros a porcentagem de femininos, masculinos e unissex e depois olhem os expedientes, dizendo para mim a quantidade de homens trabalhando em publicações femininas e a quantidade de mulheres trabalhando em publicações unissex e masculinas. Garanto que é muito mais fácil uma mulher ser admitida em uma revista de vale-tudo e, mais ainda, ser bem tratada e reconhecida por sua competência, do que um homem entrar em uma Cláudia e acontecer tal coisa.
Não vamos cair na utopia de que os blogs são a panacéia universal. Utopia, como diz a raiz grega da palavra é "u" (nenhum) topos (lugar). Querem ir para lugar nenhum? Creio que não. Pode ter caído a venda de revistas, é verdade, mas elas estão cada vez mais diversificadas. E, claro, perguntemos também se blogs tendem a ter o grau de apuração dos meios jornalísticos ou se estão muito permeados de opinião ou outros vícios.
Sobre eventuais colegas frescos da turma da Patrícia, como já disse antes, será mesmo que não existem coisas semelhantes em outras profissões? E, por fim, sobre esses que vêm com suas robotizações de "os incomodados que se mudem", em meus tempos de estudante na Unesp, sempre que falava do lixo que Bauru é (tanto em infra-estrutura quanto na cabecinha de ovo de boa parte de seus habitantes), também ouvia jeca-tatuzices parecidas, mas que em geral não saíam do tema "se não gosta daqui, que se mude". Assim fizeram Pelé, Mauro Rasi, Osíris Silva, Reali Júnior, Luciano Pires, Édson Celulari e tantos outros bauruenses que teriam muito a acrescentar a tal cidade, mas que foram embora sem sequer olharem para trás, sob o risco de virarem estátuas de sal. Poderia falar só de famosos, mas também conheço não-famosos que fizeram o mesmo.
EU SOU MUITO 77 - Quando falamos de mães de algozes, há um caso interessante que pode ser visto no seguinte artigo do Luciano Pires, cujo link passo abaixo e o qual destacarei aqui:
www.lucianopires.com.br/script/artigos/abre_artigo.asp?cod=7
História 1: Mariana Costa de Jesus, de 5 anos, morreu no Hospital Infantil de Duque de Caxias, no dia 15 de fevereiro, após ter sido estuprada e espancada pelo padrasto, Marco Antonio Nunes Gomes. Detalhe: ela foi levada ao hospital pelo próprio padrasto... O corpo de Mariana ficou abandonado uma semana no Instituto Médico Legal até ser reconhecido pelo bisavô, que disse à polícia que o padrasto da menina era um monstro que vivia na Favela do Lixão, em Duque de Caxias. Segundo o bisavô, Marco Antonio costumava espancar a menina. Algum tempo depois, a polícia encontrou o corpo de Marco Antonio abandonado na rua. Ele teria sido linchado pela população revoltada com o crime. E agora, o corpo abandonado no Instituto Médico Legal é o dele. Segundo a polícia, a mãe do acusado, revoltada com a morte da menina, se recusou a reconhecer o corpo do filho. Prefere que ele seja enterrado como indigente.
Sim, isso mesmo que leram: a mãe do algoz RECUSOU-SE a reconhecer o corpo do filho e preferiu que ele fosse enterrado como indigente.
Se há algo de que estou cansado ultimamente é de ver gente com automatismos quando a gente se indigna com tais crimes. E nesse ponto, o caso João Hélio acabou sendo um ponto de virada nessa história toda. Não dá mais para se fazer de robozinho e dizer que quem quer justiça para os facínoras seria fascista, tenha saudade da ditadura ou outros chavões. Assim como também perdeu a força o argumento ad lazarum ("fulano fez isso porque é pobre, porque é um coitadinho, vítima da sociedade, foi levado a isso por causa das condições precárias em que vivia e blablablá"). A partir de agora, até os que punham óculos cor-de-rosa tiveram suas lentes quebradas e a armação pisoteada...
FRATERNITÈ - OK, em parte parecerei advogado do diabo, mas é preciso levar em conta algumas variáveis. Eis que Luciana fala que os machões não tiveram virilidade para convidar alguma garota para dançar. OK, não saberei o que tocava na tal ocasião. Sendo Belém, suporei que seja um brega local, um zouk ou um merengue, só para ficar nos ritmos mais incorporados ao dia-a-dia do paraense.
Mas o ritmo em questão não importa. Importa sim a questão do convite. Como alguém com ampla quilometragem de forró, digo que esse é um momento nevrálgico da noite de gandaia, principalmente para quem vai sozinho (meu caso). E digo: se você abordar um grupo de garotas e a primeira recusar seu convite, pode acreditar que todas as outras irão recusar. Por isso, usa-se a estratégia de minoração de danos: espera-se alguém ser o boi de piranha da vez. Se um cara for lá e tomar no símbolo químico do cobre ao convidar uma manceba, esqueça. Outras variáveis que tornam um machão mais cauteloso ao convidar uma mulher para dançar: se ela tiver cara de enjoadinha, pode acreditar que se dançar contigo, o fará com a pior das vontades. Isso fora as otárias que váo para NÃO DANÇAR. E digo isso de experiência própria. Se alguém estiver no estado de São Paulo e quiser dançar forró, não o faça na cidade de Peruíbe, pois lá pode tocar forró que as fulanas em questão ao serem convidadas irão se mostrar verdadeiras fêmeas do gênero Bos para contigo e as possibilidades de tomar toco são muitíssimo mais altas que na capital da unidade federativa em questão.
A MULHER DE 30 ANOS - Viva, voltou a escrever. Bom, sobre resoluções de fim de ano, tomei as seguintes:
1) Ganhar um milhão de dólares neste ano com o suor de meu rosto
2) Catar a Gisele Bündchen
3) Comprar um apartamento de cobertura de 500 m² em Santo Amaro, de forma a ficar bem próximo de meu lugar de trabalho
4) Tentar fazer um pé-de-meia
5) Firmar-me ainda mais como jornalista
6) Ir dançar forró principalmente no Canto da Ema
7) Tentar manter meu peso e fazer algum exerciciozinho
Viajar para o Recife, se possuir grana
9) Tentar ver se arranjo alguma fulana para catar meus piolhos
Como um terço das resoluções é abandonado antes disso, não saberei por ora qual deles já esqueci. Também fico pensando se os outros dois terços serão fielmente cumpridos…
Sobre 12 kg que te apareceram do nada, estou achando que na realidade possam ter sido em decorrência de o Tuca ter te apresentado para a família dele, caso seja extensa. 3 kg em um jantar com os velhos, outros 3 em um almoço com a tia, mais 3 na casa da avó. Só ficariam sobrando mesmo 3 kg que podem ter sido obtidos em seu lar mesmo, mas dentro da oscilação normal de peso que todas as pessoas têm.
Sobre praticar esporte, creio que a opção mais interessante seja mesmo andar de bicicleta, até porque pouparia os caraminguás do estacionamento. Ponha uma corrente na dita cuja, conte com a simpatia do pessoal do Mackenzie e pronto, seu meio de transporte está seguro. Sobre subir escadas, pelo que sei, você sempre faz isso todo santo dia. Sobre caminhar, também não creio ser tão difícil. Em todo caso, há a opção de se tornar uma praticante de le parkour, adquirindo as técnicas já consagradas do esporte e mesclando-as com inovações criadas pelos dimenó para fugir da polícia…☺
Sobre ler mais, também se enquadra naquele contexto de economizar com o estacionamento. Ultimamente, em meu trabalho, tenho ido a maior parte das vezes de ônibus. Tanto que pedi no amigo-secreto do pessoal da faculdade dois livros do Fernando Morais, prontamente dados de presente. Fora que tenho um livro da Laís de Castro dado pela própria. Aquela senhora é muito simpática…
Sobre procrastinar tanto, comece pelos shows dos Jenniffers. Faz tempo que não te vemos por lá. Creio que o Tuca também gostaria de ouvir um pouco de rock e fazer um ligeiro intercâmbio artístico. Não que eu queira legislar em causa deles, mas. E como diria o Boça, veja bem, não é minha avó, mas supondo que ela fosse pega com uma submetralhadora UZI dentro da bolsa…
Sobre animais de rua, esse realmente é mais difícil. Fora que fico pensando como seria mesmo para abrigar esses bichos todos. Em todo caso, uma sugestão alternativa pode ser a de defender os pássaros urbanos nativos do Brasil, cada vez mais sem terra com tanta pomba e pardal pela cidade. Meu, faz um tempo que não vejo tico-tico dando saltinho por aí. Mas pardal, pelamordedeus, tem um monte…
Sobre alfabetização de adultos, há o Mova funcionando a pleno vapor. Um amigo meu era parte do tal movimento. Sobre parar com anti-socialidades, isso coaduna com o não procrastinar tanto anteriormente citado. Já sobre antidepressivos, é a velha história de sempre e, pelo visto, você mesma já está sabendo lidar de algum jeito.
PS: Lembra que te falei que não ia para tua casa no fim de ano? Pois bem, havia um motivo para tanta torração de paciência para cima de mim: as quatro filhas de uma de minhas primas vieram visitar a ala paulistana da família, de surpresa. Só minha velha e mais duas pessoas sabiam disso. Enfim, é isso que tenho a dizer.
Ele precisa ou não precisa de um blog urgente?
ANDRÉ FIORI, FAÇA UM BLOG! ![]()
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Proponho também que o Fiori receba o honorário título de "Cidadão Cintaliguense", pelos inúmeros serviços prestados a esse renomado blog.
Se precisar de bandinha pra cerimônia, eu ofereço a minha.
No mais, o Wordpress e cia aguardam por você, de domínios abertos, André!
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