Quando um cão resolve interagir com a TV o resultado costuma ser curioso. É o caso do vídeo abaixo, que mostra o esforço de um dálmata para se enturmar com a cachorrada do desenho "A Dama e o Vagabundo". Para mim, o bicho foi tão convincente na imitação que poderia faturar uns ossos como dublador da Disney:
Você já se pegou com uma baita vontade de deixar o seu cão igualzinho a um urso panda? A um cavalo? Ok, um búfalo então, pode ser? Não? Tudo bem, eu entendo: o bicho está bem assim, da forma que a natureza o produziu. Mesmo assim, na falta do que inventar, alguns malucos resolveram inovar na tosa de seus cães, produzindo resultados inusitados. Confira nas imagens abaixo, captadas por Ren Netherland, fotógrafo especialista em pets:
Panda
Dromedário
Cavalo
Capitão Jack Sparrow (Piratas do Caribe)
Búfalo
Pavão
Caracol Psicodélico
A idéia aqui foi deixá-lo igual a um frango. Não deu certo.
Jogador de Futebol Americano
Fada Madrinha
Como eu sempre digo: saúde é o que importa. Se, além das tintas e cortes bizarros, oferecem isso para a bicharada, tudo bem.
Fonte: Mail Online

Imagine você em um futuro não muito distante, entrando na seção de carnes de um supermercado qualquer. Dentre as opções disponíveis, você acaba levando 500 gramas de uma genuína picanha, produzida pelo laboratório "New Age Meat Solutions Inc". No caixa, enquanto seus dedos alisam aquele pacote de carne, vem um pensamento na sua cabeça, imaginando o absurdo que era antigamente, quando existiam açougues, aqueles locais onde, veja só, os animais eram mortos.
Idéia meio viajante, não? Pois bem, pra PETA, uma conhecida organização de defesa dos animais, nem tanto.
Tendo como base os últimos avanços da biotecnologia, vide os representados pelas células-tronco, a PETA anunciou nessa semana um concurso que premiará em um milhão de dólares o primeiro cientista que conseguir, até 2012, produzir em laboratório uma carne de frango que seja comercialmente viável, tanto na qualidade quanto na quantidade. Isso mesmo, carne in vitro. A idéia aqui é estimular o desenvolvimento de uma espécie de carne do século 21, que não envolva o abate de animal algum para que se alcance os pratos.
Além de poupar a vida de bois, porcos, frangos etc, o domínio dessa nova tecnologia traria também benefícios ecológicos ao provocar, teoricamente, o fim das criações de animais para abate, responsáveis, segundo alguns estudos, por boa parte da poluição em nosso planeta. Consideram-se também as vantagens para a saúde pública, onde esse novo produto seria mais seguro em comparação com as carnes geradas pelos meios mais "tradicionais", onde são maiores as condições para o surgimento de inúmeras doenças infecto-contagiosas.
Mesmo assim, segundo reportagem do jornal The New York Times, muitos ativistas não apóiam a idéia da carne in vitro, pois, segundo eles, essa continuaria sendo um alimento capaz de causar doenças cardíacas, diabetes, obesidade e alguns tipos de câncer. O sabor de uma carne suculenta, mesmo que vinda do laboratório, não compensaria as perdas na saúde, alegam.
Mas seria a carne in vitro uma piração saída da mente de vegetarianos que comeram brócolis alucinógenos? De modo algum. De fato, existem centros de pesquisa dedicados a tornar isso uma realidade do dia-a-dia. Um deles fica na Holanda, na Universidade de Utrecht, de onde o professor Bernard Roelen, um dos cientistas envolvidos no tema, avisa: mesmo com grandes investimentos, é praticamente impossível que a meta proposta pela PETA seja atingida antes de 2012.
Bem, se um dia criarem uma picanha in vitro tão saborosa quanto a original, maravilha, serei um dos que deixarão definitivamente de lado aquela outra, gerada pelo boi. Quem sabe em algum churrasco de 2030. Agora, deve ter por aí um povo que não está simpatizando nem um pouco com essa possibilidade, como aquele representado pela ABCZ que, definitivamente, não veria graça alguma em manter o boi apenas como animal de companhia...
E por falar nisso...
New Harvest: site de uma organização sem fins lucrativos, dedicada a promover o debate a respeito de alternativas para a carne convencional. Dentre essas, o desenvolvimento da carne in vitro.

Bem, eu já comentei por aqui a respeito de mansões para cães. Nessa mesma linha de produtos para pets da elite, descobri que a grife Ralph Lauren também possui modelos de roupas para que cão algum faça feio no eixo Paris-Roma-Nova York. Como, por exemplo, o modelo acima, uma exclusivíssima capa de chuva, vendida sob a pechincha de US$ 125,00 (algo em torno de R$ 210,00).
Caro milionário-adorador-de-cães, se você acha que o seu bicho anda meio triste por passear com as mesmas roupinhas na mansão dele, talvez seja hora de renovar o closet dele. Uma boa pedida seria conferir os demais modelos da coleção pet outono-primavera da Ralph Lauren. Você pode comprar online ou então aproveitar o fim de semana pra conferir ao vivo mesmo, em alguma loja de Nova York. Se precisar de consultoria veterinária para isso, estamos aí!
À primeira vista, pode parecer engraçado ver um cão ou gato caminhando sobre uma esteira, com parte do corpo submersa na água. Material perfeito para uma dessas reportagens toscas no estilo "uau, vejam só, agora os bichos estão recebendo tratamento de gente. Show de bola, hein?" Mas, no caso do exemplo aqui, estamos falando de hidroterapia, uma das alternativas que mais podem auxiliar na recuperação de animais com problemas ortopédicos. Ou seja, algo totalmente justificável na rotina veterinária, não significando de modo algum frescura ou bizarrice a preencher a pauta dos shows de variedades.
Comum há mais tempo no treinamento e reabilitação de cavalos, esse tipo de fisioterapia vem conquistando o seu espaço também na recuperação de cães e gatos. Através de exercícios na água aquecida - em piscinas ou em equipamentos específicos - o animal debilitado tem a oportunidade de movimentar seus músculos e articulações de maneira mais confortável, sem aquele impacto que aconteceria em terra firme, minimizando eventuais dores que poderiam surgir no processo. Ao mesmo tempo, a água oferece uma resistência ao animal, estimulando-o a se exercitar.
Além de ser um bom auxiliar na recuperação de animais com problemas ortopédicos - como displasia coxofemural, hérnias de disco, artroses e pós-cirúrgicos relacionados -, a hidroterapia pode ser útil também em outras situações, como no reestabelecimento do equilíbrio locomotor em alguns pacientes com problemas neurológicos. Pode ser uma boa pedida também para pets obesos que precisam, além de uma alimentação controlada, queimar as calorias através de exercícios.
E dependendo dos exercícios recomendados pelo veterinário, é possível que o tratamento se dê em casa mesmo, como demonstrado no vídeo abaixo:
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E se o bicho for desses que têm a Síndrome de Cascão, com horror à qualquer coisa que lembre água? Bem, o medo pode ser domado aos poucos, fazendo com que o animal vá entrando gradativamente em contato com a água. Depois de tudo isso, quando ele estiver caminhando bem melhor - tomara! -, é bem capaz que o mesmo aceite melhor a hora do banho, sem aqueles escândalos habituais...
E por falar nisso:
Vídeo - Programa Pet & Cia: nessa matéria, a veterinária Luanna F.F. Gomes fala sobre os benefícios da hidroterapia em pets.
Hidroterapia em Cães : artigo do veterinário Renato B. Miracca, publicado no site "Vida de Cão".
Vídeo - Hidroterapia em Cavalo: aqui, temos um eqüino caminhando em uma esteira, com parte do corpo submersa na água.
Hydro Physio: empresa inglesa, fabricante de aparelhos para hidroterapia veterinária. Nos links dessa página, estão as imagens de alguns modelos à venda. Tentei encontrar alguma empresa parecida aqui no Brasil, sem sucesso.
Canine Hydrotherapy Association: site de uma associação inglesa dedicada exclusivamente à hidroterapia canina. Reflete, de alguma forma, a popularidade desse tratamento por lá.
Vídeo - Camarão na Esteira: se você tem um camarão de estimação e acha que ele anda muito preguiçoso, talvez seja a hora de fazê-lo se exercitar um pouco, como mostrado aqui...