Por Marina Santa Helena

18 de Fevereiro de 2009

Carnaval: uma explosão de sensualidade

por Marina Santa Helena | Filed under: Moda

Gosto dos G.R.E.S. Mas em Fevereiro, tenho que suportar o stress...

Olá, foliões do meu Brasil. Estamos naquela época do ano que produz a maior quantidade de bebês, doenças venéreas e ressaca moral EVER. Sim, meus queridos, estamos no carnaval, sujeitos à bundas purpurinadas e à malandragem malemolente. Considerado um momento de sonho, fantasia e embriaguez para alguns, ou dias de infâmia para outros, o carnaval está aí para o que der e vier. Se você é flamengo e tem uma nêga chamada Tereza, melhor para você. Se quer chafurdar na alegria movida à cuicas, Ivetes e catuabas selvagens, a sarjeta é o limite. Tudo é divino maravilhoso nesses cinco diazinhos mágicos, em que nosso Brasil varonil se refestela em samba, suor e cerveja.

A liberdade é a palavra de lei no carnaval. E não se espante se encontrar seu chefe vestido de gueixa do Pelourinho, ou mesmo se aquela sua prima meiga e virgem aparecer bêbada-drogada-prostituída. É carnaval.

Agora você me diz: "Creeedo,, menina, quanto amargor com a pobre da manifestação cultural."

Pois é, é porque vocês não moram na esquina da Vai-Vai. Não estão ouvindo os empolgantes ensaios desde setembro, com aquela batucada fenomenal fazendo os vidros de suas janelas pulsarem (sinceramente, não consigo distinguir quando muda a música).

E, para tentar acalmar todo esse rancor que ronda meu coraçãozinho, vou comentar aqui no Chiqueiro Chique uma das coisas que mais me doem nessa época:


Os trajes das senhoritas passistas (ou seja lá como for o nome dessas criaturas). Por que tanto glitter, meu Deus? Por que tanta putisse? Sério...não entendo. E não venham me dizer que é porque essas daí são mulheres-frutas, que isso é "pra ficar gostosa", entrar no clima do carnaval, sair na playboy ou whatever.

NÃO, né? Você não precisa sair pelas ruas mostrando o fundo do útero para parecer sexy ou para dar aquele toque carnavalesco ao look. Too low.

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Agora, para tentar remediar a ofensa que fiz às suas retinas com essas imagens bárbaras, selecionei quatro looks super coloridos, para passar o carnaval em grande estilo. Vá à praia, fique na cidade, se embriague, faça o que for. Desde que não faça de si mesma uma ode ao movimento piryguetístico.




19 de Setembro de 2007

Na quebradinha

por Marina Santa Helena | Filed under: Moda

Fernanda de novo por aqui, mostrando todo a sua desenvoltura como Miss Sorriso 2007, na passarela da sede municipal de Cangaíba.

fern-gis

E Gisele, com o mesmo modelón, mas, no caso, ela entendeu que se tratava de um desfile da Colcci.

Fê, volta na próxima encarnação. Quem sabe você consiga.

18 de Setembro de 2007

Ipanema Gisele Bündchen

por Marina Santa Helena | Filed under: Consumo

Gisele na nova campanha das sandálias Ipanema que levam seu nome, linda como sempre. Se na última campanhaela aparecia com o corpo coberto de tatuagens, nessa ela dá o ar da graça envolvida por um vestido de água.

Elegante, digna, e … pelada. Usando apenas as sandálias e água. Para quem não gostava nem de desfilar de biquini tá ótimo (começo a pensar que o problema pode ser a derrière).

Consciência ecológica? Hum…para mim não passam de mais algumas cifras na conta bancária da Gi e mais um calçado horroroso no mundo.

gisele

Podem admirar à vontade, mas comprem havaianas, tá, meu povo?

11 de Setembro de 2007

Romantiquinho

por Marina Santa Helena | Filed under: Relacionamentos

Meu amigo, você conseguiu descolar aquela ghata? Ah vai fazer um rolê romântico com ela? Humm…vai ver o pôr do sol? Mandou bem, hein garoto! A pyrigue… digo, a mocinha tá na sua.

curintia

Agora, assim, conselho de amiga: NÃO ME VESTE UM AGASALHO DA GAVIÕES DA FIEL, COM MEIAS PRETAS E BERMUDA FLORIDA.

Pelamordedadá.

Acaba com todo o encanto, toda a magia da coisa.

11 de Setembro de 2007

Independence Day

por Marina Santa Helena | Filed under: Vergonha Alheia

gordanoazeite

Dias e mais dias se sucedem sem um mísero Carnaval, Corpus Christi ou coisa que o valha e eis que chega até nós o glorioso, o digno, o patriótico, o cívico feriado de 7 de setembro. As escolas põe as criancinhas pra marchar, é dia de festa em Brasília. Mas, muito além disso é a classe médiaque clama por indepedência, é tempo de tirar a barriga faminta de feriados da miséria.

Ônibus de piquenique lotados, famílias com obesidade mórbida e adoradores do tunning correm em direção ao litoral como se não houvesse amanhã. Os jornais noticiam: este é o maior congestionamento do ano, 250 mil pessoas paradas nas rodovias paulistas.
E eu, incauta que sou, não ia à praia desde dezembro e também caí na ilusão da paz e tranquilidade à beira-mar.

E foi assim, com um misto de ousadia e ingênuidade, Ian e eu catamos as tangas, o Cenoura e Bronze, o pandeiro, o Blondor, os cds de funk, o frango e a farofa e rumamos em direção à praia.

Conseguimos facilmente realizar o percurso de 120km em 4 horas. Moleza.
Aí chegamos e logo de cara nos deparamos com cenas violentas:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=vHzAbZjxQTA]

Paz e tranquilidade para que? Quando você pode ter forró e gordura saturada.


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