Os leitores daqui já devem estão cansado de saber que eu ando sem tempo pra nada, complemente afastada do mundo exterior (té, agora eu exauri o assunto). Acho que o último grande causo midiático que abalou o meu dia foi do cara que matou um seqüestrador, rendeu outros e saiu todo fino do cativeiro.

Pois é, ando longe do mundo e, por conseqüência longe da TV. Fato que não permite saber qual a figurante do momento na novela das 8 ou qual nova porcaria midiática para entreter o espectador babão nos intervalos do Fantástico. Mas hoje, quando finalmente consegui 5 minutos de vazio mental e pude sintonizar um canal qualquer, dei de cara uma nova dimensão de degradação humana. Era um comercial com aquele ator que parece o Tom Hanks dançando a música do Scatman John, sabe? Aquela do Pipopó póropo.

Colocaram o cara para dançar um break, fazer um triplo mortal carpado, posar com um cartão de banco e daí a aparece a ex-paquita em atividade Letícia Spiller. E ela (pasmem) também dança um break transado, faz um triplo mortal carpado, posa com um cartão de banco e pronto…

(…)

Vim correndo escrever esse post porque continuo aqui sem entender. Tô passada. Pelamordedeus, me diz quanto pagaram pra esses dois dançarem ridiculamente uma música sucesso da balada no início dos anos 90. Porque ainda não entendi. Era pra ser legal? Era pra eu dançar um break maneiro em casa? Era pra eu me identificar e ir correndo doidinha pra abrir uma conta no banco? Era pra eu vibrar no intervalo do Globo Repórter e dar um mortal?

 

Puta que pariu Itaú, não fode.

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