20 de Agosto de 2004
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OITO MADRUGADAS ATRÁS
Um sonho me teve, oito madrugadas atrás. Fui para a cama acordar e dormi sobressaltado por volta de cinco da manhã, graças ao silêncio feito lá embaixo pelo ladrão que se furtou a aparecer aquela noite. Percebi que o silêncio só podia vir do gazebo no jardim; um silêncio alto de dormir boa parte do quarteirão. Constrangi-me: e se fosse – como há duzentas e oito madrugadas – sua abrupta ausência, meu amor? O esperado susto aquietou meu coração. Impetuosamente não abri a porta que dava para o jardim, afinal minha insuspeita era fundada: você estava lá – só não via quem tinha olhos. Voltei ao quarto e deitei-me, mas descobri que o sol nascia e eu não teria mais tempo de acordar aquele dia. Os sonhos sabem que nós, os insones sonâmbulos, lhes somos tíveis.
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Comentários:
Xô ir lá sonhar que vou faturar os 14 milhõezinhos acumulados na Mega-Sena...rs
Beijo, almirante
Bom fim de semana procê, viu?
..... mudando de assunto: podia dar uma olhada no template... demora um tico pra abrir, e o scroll lateral é chatinho pra ler textos tão bons. Ou será que isso só acontece comigo?
abs
Será que os não-sonhos dos morcegos são assim?
Brilhante!
Abraços zuretas.
;o
[]´s
Vc tem msn? quero falar contigo
bjos
:-p
http://senhordaminhavida.zip.net
Beijos
Acho que era.
Fui para a cama acordar...
Belo início de um sonho non-sense, da mais pura inventiva almirântica.
Valeu!!!
Abração
Fernando Cals

















