2010

A primeira razão porque você vai comprar um iPad é estar lendo este post! Se simplesmente achasse ele um dispositivo totalmente supérfluo, nem teria chegado aqui!
Mas concordo que a pergunta "Será que preciso de um iPad?" ronda a cabeça do geek mais geek. A Apple afirma estar criando um novo segmento que fica entre o computador/notebook e o smartphone. É um nicho que está sendo desbravado. O engraçado é que o conceito de tablet há muito que vem sendo testado...sem sucesso.
A Microsoft bem que tentou. A versão Windows Tablet PC Edition para notebooks com tela sensível cuja tela poderia ser virada por cima do teclado nunca despertou o desejo dos nerds. Não era apenas uma questão de falta de "charme", mas o aparato não se mostrava como uma inovação necessária.
Veja, sem o iPhone o iPad jamais existiria. Ao literalmente reinventar o celular (não existia nenhum smartphone no mercado que se aproximasse da usabilidade e funcionalidade do telefone da Apple), Steve Jobs e Cia nos mostraram que um aparelho de tela pequena poderia ser uma grande janela para a Web, para divertimento e produtividade. Mesmo quem nunca havia usado um Mac se surpreendeu e se encatou pela facilidade de uso da interface. Pois é justamente essa "prova" que viabilizou a percepção do iPad como um aparelho útil.
Mais do que tecnologia e usabilidade, a Apple soube perceber que o iPhone precisava expandir sua funcionalidade através de aplicativos de terceiros. E mais, a própria App Store se mostrou um negócio muito rentável. Hoje, qualquer novo sistema operacional para smartphones precisa conquistar desenvolvedores que criem aplicativos para a plataforma.
Em outras palavras, a potencialidade de um sistema operacional para dispositivos portáteis depende da variedade de programas disponíveis. Se a loja de aplicativos oferece pouco, o sistema fica fechado em si mesmo.
O sucesso da App Store da Apple deu lastro para o iPad. Mais do que um grande iPhone (que não faz ligações!), como foi apelidado inicialmente, o iPad é hoje visto como um computador portátil que oferece recursos de produtividade e lazer. O portátil oferece mais espaço de trabalho que um iPhone e pesa menos que um notebook. Para Steve Jobs, os netbooks são um conceito errado: são computadores baratos, mas muito ruins.. É por isso que a Apple o apresenta como um novo segmento da informática.
O iPad é fino, leve e tem uma ótima tela. O sistema multi-touch -- que permite que se use mais de um dedo simultaneamente para fazer scroll, girar imagens, etc -- e os grandes ícones e menus viabiliza o uso preciso e rápido do sistema. Mesmo que você nunca tenha usado um iPhone, assim que o iPad cair na sua mão você vai desenvolver uma grande intimidade com ele.
O iPad simplifica o que a computação complicou nos últimos tempos. Para que tantos itens em menus se você nunca usa aquela quantidade de funções? Os aplicativos para iPad são, em sua grande maioria, bonitos e intuitivos. Esqueça vírus e travamentos frequentes. Ah, e você vai esquecer também que o aparelho usa bateria... pois ela duuuuraaaaa! Enfim, o iPad recupera o prazer da informática.
Além disso, o iPad tem joguinhos viciantes. Roda filmes em tela cheia (ótimo para viagens mais longas). Funciona como livro e revista digitais. E, claro, é muito estiloso.
Sim, o preço é mais caro que nos Estados Unidos. É sempre assim. Mas o melhor é que você pode parcelar em 12 vezes sem juros e pode aproveitar a garantia nacional. Ei, se eu te convenci, cuidado com este link! Depois não diga que eu não avisei!




