2010
De que maneiras você busca informação na web? Blogs, Twitter, newsletters... ou a boa e velha navegação aleatória, clicando de link em link pra ver onde vai dar? Entre tantas opções, difícil não incluir o Google Reader, leitor de feeds mais lido no mundo, que otimiza a leitura ao agregar o conteúdo dos sites preferidos em um só lugar, nos libertando de ir em busca das atualizações.
Há quem diga que o Twitter irá substituir o GReader,
ainda que as ferramentas sejam diferentes em suas propostas. Com a popularização do passarinho azul, os leitores de feeds perderam audiência para o compartilhamento de links via tweets. Atento à esta ameaça, a partir de julho de 2009 o Google Reader ficou mais “social”, melhorando a função de “seguir” pessoas e receber seus itens compartilhados – no melhor estilo Twitter. Os botões Like e Share, que permitem que suas atualizações sejam vistas por outras pessoas que compartilharam o mesmo conteúdo, pode aproximar perfis com interesses parecidos. Ah, e entre as alternativas de compartilhamento, além do já conhecido “enviar por e-mail”, há possibilidade de direcionar o post para o Twitter com o encurtador Goo.gl.
Google Reader Play
O GReader foi lançado em 2005 e, seguindo a linha do Google, vez que outra aparece com uma novidade. Há alguns dias começou a sugerir blogs com temas parecidos com os que você já assina, já algumas semanas atrás a novidade era que o Google Reader está operando em tempo real: postou, atualizou.
E agora o Google apresenta o Google Reader Play (GRP), uma maneira fácil e intuitiva de acompanhar o que há de novo, sem precisar fazer inscrição em nenhum feed. Isso mesmo, você não precisa ter uma conta no GReader: basta navegar e marcar seus itens preferidos, que a ferramenta seleciona as próximas atualizações com base nas suas escolhas. Em post oficial, o Google diz: "Nós achamos que o Reader Play é uma maneira divertida de procurar coisas interessantes online que você não encontraria de outro modo".

O Play não irá substituir a ferramenta tradicional, trata-se de uma forma de visualização diferente: a interface é simples e atrativa, com um tratamento especial para fotos e vídeos (aumenta e auto-reproduz em full screen automaticamente). Aparentemente o GRP é projetado para tablets como o Ipad, pois além de destacar o caráter visual do conteúdo no GReader, a ferramenta utiliza tecnologias comuns e se adapta à qualquer resolução.
Google Reader: ame-o ou deixe-o
É bem verdade que o Google Reader desperta sentimentos contrários por aí: alguns simplesmente não conseguem imaginar sua navegação na web sem um agregador de feeds, já outros não gostam da pressão que os “itens não lidos” fazem na caixa de entrada e preferem que a informação circule mais
livremente, como no Twitter.
O GReader é como o garimpo: leitura "árdua" à procura daquilo que vale a pena. Poeticamente falando, os usuários mais fiéis sabem como é libertador pressionar o botão “marcar tudo como lido” e o quanto agoniante é o número +(1000) marcando os posts a serem lidos. Ainda sim, sempre aparece um link incrível naquele site que, se você não tivesse assinado no Reader, provavelmente não visitaria mais, e se perderia no “limbo dos Favoritos”.
PS.: para quem já usa o GReader, torne-se ninja. Digite a sequência "cima cima baixo baixo esquerda direita esquerda direita b a" e veja o que acontece! :)




