
Já passou quase um mês desde a sua estréia, mas ainda queria falar de Mamma Mia. Musical que chega com músicas marcantes de Abba que passam pela homenagem óbvia à Dancing Queen até outras que, injustamente, não tocavam mais nas FMs da vida...
Sophie Sheridan (Amanda Seyfried, linda, genial e brilhante) vai se casar, mas antes descobre o diário de sua mãe, Donna Sheridan (Meryl Streep é Meryl Streep) e tem uma idéia de quem pode ser seu pai. O problema é que ela está em dúvida entre três homens: Harry Bright (Colin Firth), Sam Carmichael (Pierce Brosnan) e Bill Anderson (Stellan Skarsgard). Então ela convida os três na esperança de que perceba sozinha quem é o seu pai.

A direção de Phyllida Loyd é competente, mas abusa de closes em um filme que pede movimentação para as músicas absolutamente dançantes. Muitos atores carecem de orientação e isso não estraga as cenas, em muito, pela competência das protagonistas Meryl e Amanda. Curiosamente, Loyd tem experiência na direção de óperas.
As atuações são ótimas, mas é fato que Brosnan e Ricardo Montez (Stannos) estão um degrau abaixo do elenco. Amanda é a própria essência do filme e o que as músicas do Abba representam: é inocente, linda, energética e tudo mais. Será bem difícil conseguir superar um trabalho tão marcante.
Nota: 10
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