Nem Raíssa e nem Calypso, a nova musa do forró brasileiro (e existe forró holandês?) é Viviane Araújo, ex-dançarina, ex-madrinha de bateria da mangueira, ex-Belo, ex-Zorra Total. Enfim, uma artista com um vasto currículo cultural, quase um Forrest Gump da Brazilian Trash Culture. Vivi, radiante que só ela, agora decidiu mostrar uma nova faceta de gosto duvidoso (e eu não falo dessa franja ridícula).
Vivi não desanima e nem tampouco teme o ridículo que Sheilla Mello passou com seu hit Água. A cantora se apresentou na feira de São Cristóvão com sua nova banda: Chamego de Menina. Um nome muito mais mitológico e sonoro do que "A putona dos loiro" - homenagem ao desaparecido porém jamais esquecido Bonde do Tigrão - ou "Cuzcuz azedo" - uma possível referência ao Mastruz com Leite.
A estréia no mercado fonográfico e a fase sótômifudendo de Vivi impedem que nós lembremos de fatos relevantes como: o que ela tem a ver com forró? Ela não era dançarina de pagode? O Belo aprova? Rola um dueto de "Me chama de cachorra", versão forró, com Ivo Meirelles?
E cês sabem, né? Ela estreou sua voz e essa "estilosa franja" no Rio de Janeiro. E todo mundo que lê esse blog sabe quem é a cara do rio e foi lá prestigiar Vivi:
Isso aqui ô-ô, é um pouquinho de Brasil iá-iá…
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A Rainha do Forró
Alô meu Rio de Janeiro…
Bunda Rica, a banda que se autodenomina "o melhor tempero do forró baiano"
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Olá,
Queridos amigos, eu sinceramente não gostei desta
franja da Vivi, ela tem um cabelão lindo, pra que isto
não há necessidade, daqui a pouco ela vai se olhar melhor no espelho
e vai notar a besteira q fez rsrsrsrsrs. bjusssssssss